Educação fisica jogó motor, jogó imitativo,jogó sensorial,jogó intelectivo

Classificado em Psicologia e Sociologia

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O Passivo é aquele que aliena o ser, e o envolve na teia consumista gerada pela Indústria Cultural, na qual o consumidor não passa de mais uma péça da engrenagem. Ele é inserido no mercado, hipnotizado pelo universo da publicidade, e neste sentido o Lazer também se transforma em um produto, acessível não mais apenas pelo tempo de que a pessoa dispõe, mas principalmente pelo capital, item fundamental.

Lazer ativo possibilita uma nova enunciação das múltiplas vivências, uma conversão das atividades em conhecimento, em expressão criadora e em novos olhares e potencialidades. Neste campo é permitida uma maior convivência social e uma melhor qualidade de vida. Simultaneamente o ser encontra o desejado deleite e o imprescindível repouso.

Recreação: Define como atividade física ou mental a que o indivíduo é naturalmente impelido pára satisfazer as necessidades físicas, psíquicas, ou sociais, de cujas realizações lhe advém prazer, e que é aprovado pela sociedade.

Recreação: Aspecto Social: Atividades dadá e com algúem = aumentando o convívio. Aspecto Cognitivo: Emoção e prazer = auxiliando na assimilação por meio do que faz bem. Aspecto Moral: Incluir =  sem prenconceitos de nenhuma ordem. Aspecto Motor: Possibilidade de desenvolver e aprimorar várias habilidades motoras, necessárias pára nossa vida.



Definição de Jogó: O jogó é uma ferramenta pela qual propicia prazer, brincadeira e o lúdico, ao sujeito que participa, é uma atividade física ou intelectual que integra um sistema de regras e define um indivíduo (ou um grupo) vencedor e outro perdedor.

Organização de uma Intervenção : Diagnóstico(Sondagem) : É o levantamento da situação atual, como tudo se encontra no momento. Prognótiço(Planejamento): É estabelecer critérios pára atingir a situação ideal; como tudo deverá ficar. Execução: (Ação apropriadamente) : É o desenvolvimento efetivo do que foi estabelecido no prognóstico; fazer acontecer e consequentemente avaliar.


É interessante observar a repercussão e importância de sua obra, que ainda hoje é referência a muitos, seja tratando do jogó, que conceitualmente não diverge de brincadeira, seja tratando do lúdico, que no livro é exposto em várias formas de manifestações culturais. Porém, é necessário atentar pára o fato de haver limite do contexto histórico que define a cultura, ou seja, passado o tempo de Huizinga, muito mudou. No entanto, sua obra é digna de reconhecimento, independentemente disso, ao que tudo indica, pois seja qual for a época, cultura ou classe social, os jogos e os brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem num mundo de fantasia, de encantamento, de alegria, de sonhos, onde a realidade se faz-de-conta se confundem. O jogó está na gênese do pensamento, da descoberta de si mesmo, da possibilidade de experimentar, de criar e de transformar o mundo, onde se apresenta justamente o lúdico. A idéiá de jogó é central pára a civilização. O jogó vem como uma categoria absolutamente primária da vida, tão essencial quando o raciocínio (homo sapiens) e a fabricação de objetos (homo Fáber). O homem que brinca de Huizinga, não substitui o homo sapiens, que sabe, e raciocina, mas se coloca ao lado e um pouco abaixo deste, mais ou menos na mesma categoria que o homo Fáber, que trabalha. O caráter de ficção é um dos elementos constitutivos do jogó, no sentido de fantasia criativa, imaginação. E ao contrário do que muitas pessoas podem admitir, é coisa muito séria e necessária, além de ser um direito.



Enquanto o jogó dura, as regras que regem a realidade cotidiana ficam suspensas. As atividades humanas, incluindo filosofia, guerra, arte, leis e linguagem, podem ser vistas como o resultado de um jogó, a título de brincadeira. A escrita alfabética surgiu porque alguém resolveu brincar com sons, significados e símbolos. A filosofia fica como um grande jogó de conceitos. As guerras ocorrem segundo certas regras que lembram jogos e não excluem gestos de cavalheirismo. O lúdico desempenha um papel fundamental no aprendizado. Mas, não é o úNicó componente do jogó. Existem outras funções pára o mesmo, como competição e passatempo, contudo, independentemente de isso ser bom ou ruim, o que deve ser visto no jogó são seus aspectos criadores e não os negativos. Assim, buscar-se eliminar quaisquer vestígios de banalização e vulgarização da existência, vendo no jogó a possibilidade do exercício da criatividade humana.

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