Apostila fundos de investimento

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Funções do gestor: Planeamento e controlo financeiro do grupo; Montagem e execução de projetos de investimento; Gestão financeira e contábilística do grupo; Coordenação da equipa financeira e contabilidade.- Gestão de tesouraria e orçamentos; Análise e acompanhamento de resultados, elaboração de relatórios e apresentação de resultados ao conselho de administração. Funções do controller: Realização de procedimentos e controlo interno; Elaboração de orçamentos; Controlo de Custos; Apoio à responsável da área. FUNÇÃO FINANCEIRA: tarefas relacionadas com a identificação, obtenção, utilização e controlo dos recursos financeiros, nomeadamente: 1 - Identificação das necessidades de recursos financeiros; 2 - Obtenção dos recursos financeiros da forma mais vantajosa; 3 - Aplicação otimizada dos recursos financeiros; 4 - Controlo das aplicações de fundos; 5 - Avaliação da rendibilidade dos investimentos. FUNÇÃO FINANCEIRA: 1 - Análise financeira– visa o estudo da situação económico-financeira, através do uso de técnicas e aplicação de instrumentos c/ base nas DF´s e demais informações. Gestão financeira- Conjunto de decisões e atividades desenvolvidas numa organização que garantam a maximização dos resultados. As decisões financeiras afetam a situação financeira das entidades, designadamente: Tesouraria (decisões financeiras de curto prazo) Estrutura financeira (decisões financeiras de médio longo prazo)


FUNÇÃO FINANCEIRA: As tarefas: 1 - Identificação das necessidades de rec. Finan; 2 - Obtenção dos rec. Finan da forma mais vantajosa; 3 - Aplicação otimizada dos rec. Finan; 4 - Controlo das aplicações de fundos; 5 - Avaliação da rendibilidade dos investimentos. FUNÇÃO FINANCEIRA: 1 - Análise financeira (visa o estudo da situação económico-financeira, instrumentos c/ base nas DF´s) 2 - Gestão financeira- Conjunto de decisões e atividades que garantam a maximização dos resultados. Afetam a situação financeira: Tesouraria (curto prazo) e Estrutura financeira (médio longo prazo). PRINCIPAIS DEMONSTRAÇÕES ANÁLISE FINANCEIRA: DR por Natureza; Balanço; Anexos; DR por Funções (só obrigatória pára algumas entidades); Demonstração de Fluxos de Caixa; Demonstração de Alterações no Capital Próprio. Objetivo - Fornecer informação sobre a posição financeira, o desempenho e as alterações na posição financeira. Quem prepara e apresenta as demonstrações Financeiras? Contabilidade Geral ou Contabilidade Financeira.  SEQUENCIA DA CONTABILIZAÇÃO: FACTOS PATRIMONIAIS - DIÁRIO - RAZÃO - BALANCETES < BALANÇO E DR. DR P/Natureza: reflete o desempenho de uma entidade. Classe 6 e 7. BALANÇO: apresenta a posição financeira. Composto por ativos, passivos e o capital próprio. Classe 1 a 5. ATIVO = CP + PASSIVO. ATIVO (CORRENTE - ANO E N/CORRENTE +1ANO); PASSIVO (N/corrente e Corrente) Cap. Pro.

Grau de liquidez: aptidão de 1 ativo pára se transformar em meios monetários; Grau de exigibilidade: baseia nos prazos de vencimento dos créditos e informa da sua crescente exigibilidade. FUNDO MANEIO = ativo corrente – passivo corrente. 4 REGRAS: Reduzir ao máximo os meios líquidos financeiros– Gestão das disponibilidades; Receber dos clientes o + rápidó possível, mas sem prejudicar a rendibilidade, o nível de atividade e a quota de mercado– Gestão de Clientes; Acelerar, no máximo possível, a rotação de stocks, mas sem ruturas; Gestão de Stocks; Negociar prazos de pagamentos com os fornecedores, mas sem afetar a rendibilidade e a imagem de crédito da org. Obter fontes de financiamento de baixo custo– Gestão de Passivo CP; Gestão de disponibilidades: assegurar a inexistência de rutura de tesouraria; o valor dos meios líquidos financeiros deve ser o mínimo; FATORES: Capacidade de prever, planear e controlar fluxos de tesouraria de CP; • Flexibilidade de relações c/ clientes e fornecedores; • Existência de linhas de crédito automáticas e/ou ativos facilmente transformáveis em €; situação financeira equilibrada é 1 decisão de afetação de recursos e não o resultado de 1 situação estrutural de défice de tesouraria. Aplicações financeiras de CP: 1) Rendibilidade: certa/incerta; 2) Risco: Risco rendimento: incerteza associada à remuneração de det. Aplicação; Risco de crédito: incumprimento p/ parte da entidade onde se aplicaram os fundos no reembolso do capital e rendimento– risco de falência; Risco de intermediação: muitas vezes as aplicações são feitas através de intermediário e que se assume que cumpra os seus compromissos 3)Liquidez– condições de antecipação


Gestão de clientes/sócios: não ter grandes atrasos; Sistema de análise de risco de crédito: Demonstrações financeiras do cliente; Informações comerciais– ex: Informa D&B Seguro de crédito; Atuais clientes– análise do comportamento destes; Após esta análise deve ser atribuído um plafond a conceder, as condições e a forma de pagamento; Formas de pagamento: + favorável pára o cliente: emissão de fatura c/ indicação de data de vencimento; Intermédia: letra, entrega de cheque pré-datados, prestação de garantias; + exigente: débitos diretos/dinheiro. Prazo de recebimento- alargamento do prazo de recebimento, aumenta o volume de vendas, mas também aumenta os encargos financeiros e os incobráveis; Gestão de Stocks Acelerar, no máximo possível, a rotação de stocks, mas sem ruturas. Gestão de Passivo CP Considerar: • Custo: cálculo de txs efetivas, outros custos • Exigibilidade; • Garantias; Evitar excessiva concentração de passivo numa só IC; Confrontar as garantias exigidas, porque afeta a cap. De endividamento futuro; Crédito bancário: Descoberto da DO Conta caucionada Empréstimo p/ livranças Desconto de letras; Factoring (pode ter 3 serviços: cobrança, antecipação de fundos, assegurar o pagamento, no caso incobrabilidade– custos– comissões e/ou tx de juro); Crédito de fornecedores via aceite de letras e reforma– analisar custos c/ outras formas de financiamento; Concessão de descontos a clientes, por antecipação do recebimento;

FONTES DE FINANCIAMENTO DE MÉDIO LONGO PRAZO: Capital Próprio: Fundos Próprios Business Angels– Investidores de risco individuais que cobrem necessidades de financiamento que o capital de risco institucional não abrange. Capital de Risco– forma de investimento empresarial das Sociedades de Capital de Risco com objetivo de financiar as empresas. Corporate Ventures– investimento que as grandes empresas/grupos económicos fazem em empresas jovens, e que se encaixam nas suas estratégias. Capitais alheios: Empréstimos de médio e longo prazo Leasing.

Controlo de Gestão é o esforço permanente realizado pára atingir os objetivos fixados. Conjunto de instrumentos pára atingir os objetivos estratégicos, privilegiando a ação e a tomada de decisão em tempo útil e favorecendo a delegação de autoridade e responsabilidade. é sistemátiço, com fases que se repetem em cadências periódicas: programação, orçamentação, execução e controlo. Princípios básicos: 1- Os objetivos são de natureza financeira e não financeira; 2-Descentralização de decisões e delegação de autoridade; 3- Organiza a convergência de interesses entre as várias partes e a organização como um todo; 4- Instrumentos vocacionados pára a ação e não apenas pára a documentação; 5- O horizonte é o futuro; 6–Planear, executar, controlar e melhorar; 7- Os atores de 1ª linha no CG são os responsáveis operacionais e não os “controllers”

Objetivos >planos de ação > orçamento (Objetivos– dependem da estratégia da empresa; Planos de ação– forma pára alcançar os objetivos; Orçamento– tradução monetária dos planos de ação).

Processo de elaboração de orçamento: 1) Solicitar estimativas de rendimentos e gastos, pára o ano seguinte, aós vários departamentos e envio dos valores acumulados até ao momento; 2) Recolher os orçamentos e respetiva consolidação; 3) Disponibilizar o orçamento global e parcelar 4) Discussão com responsáveis de departamento, administração e aprovação 5) Distribuir a cada responsável de departamento e à administração.


Orçamento de rendimentos (vendas/prestações serv/ subsídios, etc) Responsabilidade: dep. Comercial/administração Programa de vendas (quantidades) apresenta a estimativa de vendas por produto/serviço, por zona, por cliente Orçamento de vendas apresenta a quantificação em euros do programa de rendimentos. Programa de produção Qt a produzir, depende das vendas e dos inventários de produtos acabados Pára produzir é necessário transformar matérias primas com o apoio das sécções fabris. Pára tal, é necessário ter qt de matérias primas, tendo por base, o consumo unitário. Desta forma, é necessário efetuar o Programa/orçamento de consumo de mp. Programa de inventários de mp– qt em stock de matérias primas;

Orçamento de Fornecimentos e Serviços Externos; Orçamento de Gastos com Pessoal; Orçamento de depreciações; Orçamento de gastos de financiamento; Demonstração de Resultados previsional. orçamento de tesouraria permite ao gestor financeiro identificar necessidades e oportunidades financeiras a curto prazo. O orçamento de tesouraria regista estimativas das entradas e das Sáídas de caixa, apurando excedente ou défice.

Controlo orçamental é um instrumento de acompanhamento dos objetivos. A) Obriga ao gestor a definir objetivos atingíveis e a escolher planos de ação exequíveis; b) Obriga ao gestor a um acompanhamento da sua atividade comparando periodicamente o real e o previsional; c) Obriga o gestor a conceber ações corretivas. A comparação do real e o orçamentado resulta nos desvios, mas estes não constituem um fim em si mesmo mas, um meio pára avaliar desempenho e a apoiar a tomada de decisão de medidas corretivas. Carácterísticas: Decomposição por causas; • Reprevisão anual • Explicação dos desvios e as ações corretivas.

Análise de desvios não deve ser entendida como um meio de sanção dos gestores, mas sim, como uma forma de ajuda à sua tomada de decisão e à condução da empresa o sentido dos seus objetivos e estratégia.

Apuramento dos desvios pelas causas: Volume/quantidade; • Preço; DESVIO VOLUME: mede a diferença entre o real e o orçamentado. DESVIO PREÇO: mede o impacto nos RESULTADOS devido à variação do preço unitário. Análise de desvios é importante pára: • Manter cada gestor informado daquilo na sua área de responsabilidade, comparando real e orçamentado, identificando as causas dos desvios e as ações corretivas necessárias; • Apreciar, pela respetiva hierarquia, o desempenho de cada gestor, como fator de motivação, avaliação e incentivo pára o alcance dos objetivos anuais. Limitações da análise de desvios: Informação muito financeira; Desvios divulgados com algum atrasos; Dificuldades na avaliação de desempenhos; Dependência da contabilidade pode originar: estrutura inadequada. tableau de bord consiste no estabelecimento de um conjunto de indicadores chave, financeiros ou não, escolhidos pela elevada correlação com os objetivos pretendidos. Aposta na rapidez, baseado em aproximações e estimativas; Contémindicadores não só financeiros como também físicos; Ésintétiço. ETAPAS: • 1. Conhecimento da estrutura organizativa e dos limites da responsabilidade de cada gestor; • 2. Seleção de objetivos e de variáveis chave a controlar; • 3. Seleção dos indicadores; • 4. Apresentação do tableau de bord.

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