Arte Nova na Europa: Características e Contexto
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Arte Nova na Europa
É um estilo artístico que vigorou na Europa nos finais do século XIX e inícios do século XX. Caracteriza a Belle Époque – período de prosperidade económica, paz e crença no progresso. Marca o início do Modernismo – período de renovação artística e rutura com estilos anteriores.
Teve início em Londres, num grupo de arte e ofício, e recebeu influência do estilo manuelino, gótico flamejante e mudéjar. As suas características incluem:
- O uso de linhas curvas.
- O uso do ferro forjado e vidro.
- Uso de betão e cimento armado.
- Uso de azulejo.
- Uso de elementos naturalistas (fauna e flora).
- Uso de elementos humanos (mulheres).
Foi utilizado na arquitetura, mobiliário, joias, candeeiros e papel de parede. Divulgou-se em Paris, Milão, Berlim, Londres, Nova Iorque, Chicago e Barcelona. Em Barcelona, destaca-se Antoni Gaudí com a Catedral da Sagrada Família, Casa Batlló, Casa Milà e Parque Güell.
Arte Nova em Portugal
Surgiu em Portugal tardiamente e segundo o modelo francês. É um estilo meio urbano, associado à burguesia.
No Porto, destaca-se nas fachadas dos edifícios e armazéns da Rua Cândida dos Reis e Galeria de Paris. Expressa-se na serralharia artística (portas, portões, janelas, chaminés, jardins, gradeamentos) e também na pintura, cerâmica e ourivesaria. O azulejo pode ser decorativo ou publicitário, e as cores utilizadas são garridas ou pastéis.
Fotografia: Retrato da Família Italiana (Italian Family)
É uma fotografia que capta ou regista para o futuro um período da história do século XIX. Retrata os emigrantes que procuram melhores condições de vida noutros países, sobretudo nos Estados Unidos e Brasil. Representa franceses, italianos, ingleses e alemães.
A fotografia rompe com os estilos anteriores, permitindo aos novos artistas modificarem a realidade, dando asas à sua imaginação e criatividade.
Tristão e Isolda
É uma ópera de Richard Wagner, escrita no século XIX. É uma história de amor dramática entre estas duas personagens.
Isolda foi dada em casamento ao Rei Marcos da Cornualha, e Tristão, sobrinho do rei, fazia parte da comitiva que ia buscá-la. Pelo caminho, Bragança deu de beber por engano uma poção mágica a Isolda e Tristão. Aqueles acabaram por morrer de tristeza e sofrimento por causa da poção. Esta ópera está dividida em atos e cenas. Foi Wagner que compôs a música e o libreto. O atomismo é uma característica desta ópera.