Arte Românica e Gótica, Cruzadas e Mosteiros na Idade Média
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Arte Românica: Um estilo internacional que influenciou a arte religiosa em toda a Europa. Expressava a importância de Jesus Cristo e a influência da Igreja.
Pintura: Uso de cores vibrantes em afrescos (pintados diretamente na parede), tábuas (em madeira) e miniaturas em livros.
Escultura: Simbolismo presente nas capas das igrejas, capitéis e arquitetura. Cenas de Cristo e da Virgem Maria.
Arquitetura: Igrejas de peregrinação, mosteiros com poucas janelas em arco, paredes grossas, abóbadas e edifícios baixos.
Arte Gótica: Rompe com a ordem clássica, buscando estímulos visuais e expressando a dimensão espiritual e religiosa através da luz e verticalidade.
Pintura: Realismo em retábulos e vitrais.
Escultura: Realismo, movimento e expressão de sentimentos. Figuras mais livres que o estilo românico.
Arquitetura: Catedrais monumentais com arcos ogivais e abóbadas que permitem paredes transparentes revestidas com vitrais. Rosáceas, pilares e contrafortes.
As Cruzadas: Campanhas militares por razões religiosas realizadas pela Europa latina cristã contra o Islã. Motivadas pelo Papa Urbano II, visavam impedir o avanço do Islã e controlar rotas comerciais. Apesar do comércio gerado, as Cruzadas envolveram atos de vandalismo e violência, terminando com a derrota dos cristãos em 1291.
Mosteiros: Locais habitados por monges em comunidade, isolados do mundo, dedicados à oração e ao trabalho (ora et labora).
O Claustro: Pátio ao ar livre rodeado por uma passagem coberta.
O Refeitório: Sala de jantar.
A Sala do Capítulo: Local de reuniões e decisões.
A Igreja: Templo para orações e celebrações.
O Scriptorium: Local de trabalho intelectual, próximo à biblioteca.
Os monges beneditinos faziam três votos: pobreza, castidade e obediência.
A Igreja Feudal: A Igreja medieval estava integrada à sociedade feudal, dividida em servos, nobreza e clero. A Igreja também reproduzia essa estrutura, com a compra e venda de títulos eclesiásticos (simonía). Movimentos de reforma buscavam a separação entre poder religioso e político, o retorno à missão original da Igreja e o auxílio aos necessitados.