Biossegurança: O Uso de EPIs e a Higienização das Mãos
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Atualmente, temos a nosso favor a tecnologia, a comunicação rápida e todas as facilidades que o mundo moderno nos oferece. No entanto, enfrentamos também os organismos mutagênicos, que se alteram com grande velocidade e migram de forma ainda mais rápida. Talvez este seja um dos maiores desafios a serem vencidos: embora tenhamos equipamentos e tecnologias, ainda não conseguimos manipular as mutações de microrganismos.
Para enfrentar essa realidade, devemos utilizar os recursos disponíveis. Os EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) podem ajudar significativamente. É nas áreas da saúde e da estética que frequentemente vemos a aplicação desses equipamentos para a prevenção de acidentes nas atividades cotidianas, pois a biossegurança é mais perceptível nesses segmentos.
Os itens fundamentais incluem:
- Máscaras;
- Luvas;
- Toucas;
- Aventais;
- Calças e sapatos.
Além destes, há uma característica crucial: a maneira correta de higienização das mãos. Não se deve lavar as mãos de qualquer jeito; existe todo um protocolo a ser seguido. O que tem ocorrido é que, em muitos hospitais, esse procedimento não é respeitado e, pior, em muitas universidades, não está sendo ensinado. Neste simples ato de negligenciar a lavagem das mãos, milhões de bactérias e vírus podem ser transmitidos, infectando milhões de pessoas. Isso não significa que elas fiquem doentes imediatamente, mas que podem adoecer futuramente.
É importante notar que nenhum tipo de adereço ou acessório deve ser utilizado ao trabalhar em áreas de cuidado à saúde. O uso rigoroso de EPIs justifica-se pelo fato de que muitas doenças virais e bacterianas são transmitidas por vias de contato. Mãos, roupas e sapatos podem levar e trazer esses "inimigos invisíveis" para dentro de nossas casas ou transportá-los entre diferentes setores nos estabelecimentos de saúde. Isso traz sérios riscos àqueles que já estão doentes ou com o sistema imunológico deficitário.
A gripe, uma doença comum, mas agora tecnicamente conhecida como Influenza, está preocupando a comunidade médica. O que antes não gerava grandes preocupações, agora exige um olhar atento e acompanhamento da vigilância epidemiológica. O tipo mais tratado, o H1N1, tem aparecido com frequência em outras versões tão perigosas quanto, como a H3N2, H5N1 e H7N9. Hoje, não existe nada capaz de conter totalmente essas mutações; apenas a mudança de hábitos normais e diários pode evitar a disseminação.