O Criollismo: Literatura e Identidade na América Latina
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O Criollismo e a Literatura Latino-Americana
Mitos e lendas, histórias orais passadas de geração em geração, possuem origens difíceis de determinar. Com o tempo, diferentes versões foram formadas gradualmente. As manifestações em massa são narrativas épicas: poemas extensos que ecoam lugares reais ou imaginários em um passado distante, representando os sentimentos de um povo ou nação.
Referências e Autores
- Bonalde Pérez: Tendência literária voltada à poesia.
- Eduardo Blanco: Autor de Venezuela Heroica.
O Movimento Crioulo (Criollismo)
O criollismo, também conhecido como regionalismo, é um movimento literário surgido entre o final do século XIX e o início do século XX na América Latina. Caracteriza-se pelo realismo na descrição da vida de gaúchos, índios e negros, mantendo traços das tradições nativas.
Características do Regionalismo
Este movimento amadureceu nas três primeiras décadas do século XX, apresentando uma posição nacionalista. Ao contrário dos românticos, que focavam no indivíduo, os autores crioulistas concentram-se na paisagem americana, retratando personagens como vítimas de uma natureza brutal, sombria e magnífica.
Estilo e Representantes
Os autores dominam a arte do romance e da narrativa, mantendo a qualidade técnica do modernismo, mas com conteúdo nacionalista. Suas obras destacam-se por:
- Domínio da linguagem e vocabulário regional.
- Diálogos fiéis aos dialetos locais.
- Psicologia realista dos habitantes, sem idealizações.
Principais representantes: Rómulo Gallegos, Francisco Lazo Martí (Venezuela), José Eustasio Rivera (Colômbia), Horacio Quiroga (Uruguai-Argentina), Ricardo Güiraldes e Benito Lynch (Argentina).