Cuidados, Técnica Híbrida Tagger e Acesso em Molares Superiores
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1. Cuidados com Condensadores McSadden e Técnica Híbrida Tagger
Cuidados ao utilizar os condensadores de McSadden:
- Introduzir o compactador sempre desligado no canal.
- Certificar-se de que o compactador rode do lado certo (teste da gaze: o compactador deve expulsar a gaze).
- Efetuar movimentos suaves para evitar fraturas.
- Não forçar o compactador apicalmente.
Sequência de obturação pela técnica híbrida de Tagger:
- Obturação (pela técnica da condensação lateral com espaçador digital).
- Escolha de um compactador com diâmetro dois números acima do cone principal.
- Teste da correta direção de rotação do compactador.
- Posicionamento do compactador no espaço deixado pelo espaçador.
- Acionamento do contra-ângulo.
- Compactador acionado na rotação máxima de 8000 rpm por 10 segundos, promovendo a plastificação da guta-percha em direção apical.
- Remoção dos excessos de cone.
- Compressão vertical.
- Limpeza da câmara pulpar e selamento coronário.
2. Selamento Pós-Tratamento Endodôntico
Deve-se usar sempre o Coltosol sobre a guta-percha e, em seguida, colocar um material restaurador.
Para a realização da restauração, deve-se remover o material obturador (guta-percha e cimento endodôntico) até ficar na embocadura do canal.
3. Acesso Cirúrgico do 1º Molar Superior
Sequência do acesso cirúrgico (citando brocas):
- O ponto de eleição dos molares superiores é no meio do sulco mésio-vestibular. No caso do primeiro molar superior, o acesso não invade a ponte de esmalte que se estende do centro para a distal, permanecendo nesse sulco.
- A zona de abordagem é feita com uma ponta esférica diamantada compatível com a câmara pulpar, direcionada para a face palatina (canal com maior diâmetro).
- A direção de trepanação é realizada com uma broca esférica de aço compatível com a broca diamantada, removendo a dentina e mantendo a inclinação para a palatina.
- A forma de contorno do canal palatino deve levar o acesso para a vestibular, formando um triângulo: primeiro em direção à cúspide mésio-vestibular (M-V), depois em direção à cúspide disto-vestibular (D-V) e retornando para a palatina.
- A forma de conveniência é feita com a broca 3082 ou 2082.
(Nota: O desenho do acesso cirúrgico não pode ser gerado em texto simples, mas a descrição detalha a localização e as faces envolvidas.)
Diagnóstico Pulpar
Normal
- Dor cessa após 8 segundos e não há dor ao mastigar.
- Tratamento: Sem tratamento.
Pulpite Reversível
- Dor provocada por algum estímulo, relatada como aguda, rápida e localizada.
- Tratamento: Remoção do agente etiológico, medicação sistêmica com analgésico e AINES.
Pulpite Irreversível
- Dor espontânea, pulsátil, irradiada, noturna, e piora com estímulos térmicos.
- Pode ser Aguda (sintomática) ou Crônica (assintomática).
- Tratamento: Acesso cirúrgico, instrumentação total do canal de maior diâmetro e medicação sistêmica.
Necrose
- Paciente não sente nada com estímulos térmicos.
- Tratamento: Endodôntico.
Necrose Pulpar com Aumento do Espaço do Ligamento Periodontal
- Dor intensa, espontânea e localizada; sensação de dente crescido; dor durante a mastigação; dor à palpação e percussão. Presença de exsudato inflamatório.
- Tratamento: Acesso cirúrgico, instrumentação do terço cervical e médio, patência do forame e ajuste oclusal. Medicação sistêmica.