Dinâmicas de Grupo e Homenagens para Pais

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Cristo no Irmão

Objetivo: Mostrar que Deus está presente em todos.

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, onde seja possível definir claramente as partes do corpo.

Descrição: O animador pede que o grupo forme uma fila ou círculo. O animador motiva os participantes: "Agora, vocês vão beijar no Cristo a parte que mais fala com você, onde ele mais demonstrou amor por você".

OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou. O animador passa o Cristo de um em um até que todos tenham beijado. Após, pergunta: "Qual o principal mandamento que Jesus nos deixou?" (Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo).

Desfecho: O animador diz: "A parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmão ao lado".
Obs: Caso alguém não queira beijar, mostre que quem está à sua frente é Jesus Cristo.

Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.

Castigo

Objetivo: Amar o próximo como a si mesmo; não desejar para o outro o que não deseja para si.

Material: Pedaços de papel e caneta.
Desenvolvimento: Distribui-se papel para todos. O animador diz: "Somos todos irmãos, ninguém ficará chateado se receber um castigo. Escolham uma pessoa e deem um castigo a ela".

Instruções: No papel, deve-se escrever o nome de quem dá o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizá-lo. Após recolher os papéis, o animador revela: "O feitiço virou contra o feiticeiro: quem deu o castigo é quem vai realizá-lo".

Obs: Caso a pessoa não queira realizar, receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

Homenagem para os Pais

Quem disse que por detrás daquela barba que nos arranha o rosto não tem um coração moleque querendo brincar? Quem disse que por detrás daquela voz grossa não tem um menino criativo querendo falar? Quem foi que falou que aquelas mãos grandes não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou que aqueles pés enormes não deslizam suaves na calada da noite, para o sono do filho velar? Quem é que achou que no fundo do peito largo e viril não tem um coração de pudim, quando o filho amado, com um sorriso largo, se põe a chamar? Quem foi que determinou que aquele coroa, de cabelos brancos, não sabe da vida para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.

P A I !

Pai nosso de todos os dias, imagem e semelhança Daquele lá do céu. Um ser especial, um companheiro fiel... Fonte de amor, de esperança e de sabedoria!

Tudo que sabemos e somos, aprendemos contigo. Ensinaste-nos dando exemplos, fazendo! Assim crescemos, sempre vendo em ti um modelo, um amigo. De ti, trazemos no sangue e nos nomes, símbolos de amor e de carinho, que se integraram à nossa vida. Ser pai é mais que missão, é exercício pleno do amor, através da entrega e da doação. É dar a própria vida, para que os filhos possam viver!

Pai, obrigado pela VIDA.

As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis sobre um fundo de manchas já cor de terra — como são belas as tuas mãos — pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram na nobre cólera dos justos... Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida. E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da tua cadeira predileta, uma luz parece vir de dentro delas...

Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente, vieste alimentando na terrível solidão do mundo, como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento? Ah, como os fizeste arder, fulgir, com o milagre das tuas mãos. E é, ainda, a vida que transfigura das tuas mãos nodosas... essa chama de vida — que transcende a própria vida... e que os Anjos, um dia, chamarão de alma.

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