Estratégias de Manejo e Controle de Doenças de Plantas

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Manejo da Murchadeira da Batata (Ralstonia solanacearum)

  • Uso de batata-semente sadia: Evitar a introdução do patógeno através de material propagativo infectado.
  • Rotação de culturas: Alternar com culturas não hospedeiras para reduzir a população de patógenos no solo.
  • Controle de nematoides e insetos: Evitar ferimentos nas raízes e tubérculos que facilitem a infecção.
  • Evitar áreas com alta umidade: Reduzir o risco de infecção controlando a irrigação e a drenagem.

Manejo da Requeima no Tomateiro (Phytophthora infestans)

  • Uso de variedades resistentes: Seleção de cultivares com resistência genética à requeima.
  • Tratamento de sementes e mudas: Uso de fungicidas específicos para prevenir a infecção inicial.
  • Rotação de culturas e eliminação de restos culturais: Prevenção da sobrevivência do patógeno no solo e em resíduos de culturas anteriores.
  • Aplicação de fungicidas: Monitoramento e aplicação de fungicidas protetores e sistêmicos conforme necessário.

Ciclo e Controle da Sarna da Macieira

  • Sobrevivência: Ocorre em folhas mortas caídas no solo e em micélio dormente nos ramos.
    • Controle: Remover folhas e ramos infectados; acelerar a decomposição de folhas com ureia a 5%.
  • Disseminação: Ascósporos transportados pelo vento e conídios por respingos de água.
    • Controle: Aplicar fungicidas cúpricos no inverno e fungicidas específicos durante a brotação.
  • Infecção: Favorecida pelo molhamento foliar e temperaturas entre 10 °C e 23,9 °C.
    • Controle: Monitorar condições climáticas e aplicar fungicidas preventivos.
  • Colonização e reprodução: O patógeno coloniza os tecidos infectados e produz novos esporos.
    • Controle: Manter boa ventilação na copa das árvores para reduzir a umidade e a infecção.

Cancro Cítrico (Xanthomonas citri subsp. citri)

  • Sobrevivência: Tecido do hospedeiro, solo e ervas invasoras.
  • Disseminação: Chuvas e vento.
  • Controle: Erradicação e queima de restos culturais, desinfecção de equipamentos, controle do minador, uso de variedades resistentes e mudas sadias.

Míldio da Videira (Plasmopara viticola)

  • Sobrevivência: Oósporos no solo e restos culturais.
  • Disseminação: Esporos transportados pelo vento e respingos de água.
  • Controle: Uso de fungicidas cúpricos e sistêmicos, poda e eliminação de restos culturais, e seleção de variedades resistentes.

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