Estudo de Caso: Espaço Biológico e Técnicas Odontológicas

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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  1. Complementar com o silicone leve na parte coronária e na moldagem; rapidamente, levamos a moldagem para o preparo para, assim, moldar o canal. Assim que o material tomar presa, remove-se a moldagem do canal. Se houver envolvimento do pino e não ocorrerem distorções, encaminha-se para o protético.

  2. Paciente L.C.S., sexo masculino, 65 anos de idade, compareceu à CO3 e não relatou nenhuma alteração sistêmica. O exame clínico revelou uma restauração de resina composta classe II no dente 16, envolvendo as faces mesial, oclusal e distal. O exame radiográfico mostrou que havia excesso de material restaurador na parede gengival da caixa proximal distal do preparo, e essa mesma parede estava a 0,5 mm acima da crista óssea. Clinicamente, a profundidade de sondagem era de 2 mm com sangramento nessa superfície.

  3. No plano de tratamento do paciente, optou-se pela troca dessa restauração. No entanto, durante a colocação do isolamento absoluto, a parede gengival da caixa distal do preparo não pôde ser mantida livre de sangramento e saliva, comprometendo a execução de uma nova restauração direta de resina composta.

    a) Explique por que não foi possível eliminar o sangramento e viabilizar a colocação do isolamento absoluto sem umidade na região do dente 16?

    Resposta: Não foi possível porque essa parede gengival da caixa proximal distal não estava normal; houve a invasão do espaço biológico, o qual deve ter pelo menos 2,04 mm e estar acima da crista óssea em casos de normalidade/saúde. No paciente, apresentava-se 0,5 mm. Quando há essa invasão do espaço, é comum haver edema, sangramento e retração gengival. Para que seja possível essa reabilitação com restauração e isolamento absoluto, é necessário realizar um procedimento cirúrgico: aumento de coroa clínica, além de orientar e cobrar a higiene bucal do paciente.

  4. Protocolo de utilização do arco facial:

    • A: Colocar godiva em três pontos do garfo (2 posteriores e 1 anterior), de modo que fique estabilizado na boca do paciente e a ponta do garfo centralizada com a linha média da face do paciente.
    • B: Posicionar as olivas nos condutos auditivos.
    • C: Encaixar o garfo no arco.
    • D: Instalar a glabela, posicionando firmemente e estabilizando.
    • E: Apertar os parafusos que sustentam o garfo, verificando a estabilidade.

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