Fisiologia Cardíaca: Insuficiência, Débito e Reabilitação

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Sistema nervoso autônomo — efeitos sobre o coração

Simpático

+ FC + força de contração + velocidade de condução + condutância do Ca++

Parassimpático

- FC - força de condução - velocidade de contração - condutância do Ca++

Insuficiência cardíaca

Sistólica

Decorrente da incapacidade da função contrátil do miocárdio de ejetar volume sanguíneo adequado.

Diastólica

Decorrente da incapacidade de relaxamento da câmara cardíaca para acomodar volume sanguíneo adequado no seu interior.

Eletrocardiograma (ECG)

P: despolarização atrial.

QRS: despolarização ventricular.

T: repolarização ventricular. A repolarização atrial ocorre simultaneamente à repolarização T ventricular.

Volumes cardíacos

Volume diastólico final (VDF): volume total de sangue contido no ventrículo após a contração atrial (110 a 120 ml).

Volume sistólico final (VSF): volume de sangue remanescente no ventrículo após a ejeção (40 a 50 ml).

Fração de ejeção (FE): é a fração do volume diastólico final que é ejetado pelo coração (aproximadamente 60%).

Débito cardíaco

Débito cardíaco (DC): quantidade de sangue bombeada pelos ventrículos por minuto (4,8 a 5,6 L/min).

Volume sistólico (VS): volume de sangue ejetado pelos ventrículos a cada batimento (60 a 70 ml).

Frequência cardíaca (FC): número de batimentos por minuto (bpm).

Fórmula: FC × VS = DC

Pré‑carga

Quantidade de sangue que está dentro do ventrículo antes da contração.

Pós‑carga

Força que o coração tem de vencer para expulsar o sangue do ventrículo.

Lei de Frank–Starling

Capacidade do coração de aumentar a força de ejeção conforme aumenta o enchimento venoso; permite bombear automaticamente qualquer quantidade de sangue que retorna das veias ao átrio direito.

Anginas

Angina estável

Placa com camada espessa de tecido adiposo/ateroma, com dificuldade de rompimento. Sintomas: dor relacionada ao esforço, sensação de aperto ou pontadas, irradiação para o braço esquerdo e mandíbula, náusea ou desconforto gástrico. Tratamento: cessação do tabagismo, alimentação adequada, exercício físico, betabloqueadores. Alívio com repouso.

Angina instável

Placa com camada fina que pode se romper formando um trombo devido ao tampão plaquetário. Sintomas: dor aguda em repouso. Tratamento: aspirina, nitratos, betabloqueadores.

Reabilitação cardiovascular

3 fases:

  • Fase 1 — Hospitalar: período de internação hospitalar.
  • Fase 2 — Convalescença: após alta, até 2 a 3 meses.
  • Fase 3 — Manutenção: após o terceiro mês.

Fase 1 — objetivos:

  • Reduzir os efeitos deletérios do repouso prolongado no leito.
  • Avaliar as respostas clínicas ao aumento progressivo do esforço.
  • Manter o controle do estado emocional.
  • Estabelecer a intensidade de exercício a ser executada em domicílio.
  • Diminuir o tempo de internação.

Coração de atleta

O coração do atleta sofre principalmente uma carga volumétrica: há aumento da espessura da parede e das dimensões das câmaras cardíacas, permitindo maior volume interno e maior retorno venoso.

O fisiculturista está sujeito a uma carga pressórica: a câmara pode reduzir de tamanho enquanto a parede aumenta em espessura. Isso implica maior trabalho contra sobrecarga para ejetar o sangue.

Estimulação cardíaca: nódulo sinusal, nódulo atrioventricular (AV), feixe de His, fibras de Purkinje.

Sistema nervoso autônomo — efeitos sobre o coração (repetição)

Simpático

+ FC + força de contração + velocidade de condução + condutância do Ca++

Parassimpático

- FC - força de condução - velocidade de contração - condutância do Ca++

Insuficiência cardíaca (repetição)

Sistólica

Decorrente da incapacidade da função contrátil do miocárdio de ejetar volume sanguíneo adequado.

Diastólica

Decorrente da incapacidade de relaxamento da câmara cardíaca para acomodar volume sanguíneo adequado no seu interior.

Eletrocardiograma (ECG) — repetição

P: despolarização atrial.

QRS: despolarização ventricular.

T: repolarização ventricular. A repolarização atrial ocorre simultaneamente à repolarização T ventricular.

Volumes cardíacos — repetição

Volume diastólico final (VDF): volume total de sangue contido no ventrículo após a contração atrial (110 a 120 ml).

Volume sistólico final (VSF): volume de sangue remanescente no ventrículo após a ejeção (40 a 50 ml).

Fração de ejeção (FE): é a fração do volume diastólico final que é ejetado pelo coração (aproximadamente 60%).

Débito cardíaco — repetição

Débito cardíaco (DC): quantidade de sangue bombeada pelos ventrículos por minuto (4,8 a 5,6 L/min).

Volume sistólico (VS): volume de sangue ejetado pelos ventrículos a cada batimento (60 a 70 ml).

Frequência cardíaca (FC): número de batimentos por minuto (bpm).

Fórmula: FC × VS = DC

Pré‑carga — repetição

Quantidade de sangue que está dentro do ventrículo antes da contração.

Pós‑carga — repetição

Força que o coração tem de vencer para expulsar o sangue do ventrículo.

Lei de Frank–Starling — repetição

Capacidade do coração de aumentar a força de ejeção conforme aumenta o enchimento venoso; permite bombear automaticamente qualquer quantidade de sangue que retorna das veias ao átrio direito.

Anginas — repetição

Angina estável

Placa com camada espessa de tecido adiposo/ateroma, com dificuldade de rompimento. Sintomas: dor relacionada ao esforço, sensação de aperto ou pontadas, irradiação para o braço esquerdo e mandíbula, náusea ou desconforto gástrico. Tratamento: cessação do tabagismo, alimentação adequada, exercício físico, betabloqueadores. Alívio com repouso.

Angina instável

Placa com camada fina que pode se romper formando um trombo devido ao tampão plaquetário. Sintomas: dor aguda em repouso. Tratamento: aspirina, nitratos, betabloqueadores.

Reabilitação cardiovascular — repetição

3 fases:

  • Fase 1 — Hospitalar: período de internação hospitalar.
  • Fase 2 — Convalescença: após alta, até 2 a 3 meses.
  • Fase 3 — Manutenção: após o terceiro mês.

Fase 1 — objetivos:

  • Reduzir os efeitos deletérios do repouso prolongado no leito.
  • Avaliar as respostas clínicas ao aumento progressivo do esforço.
  • Manter o controle do estado emocional.
  • Estabelecer a intensidade de exercício a ser executada em domicílio.
  • Diminuir o tempo de internação.

Coração de atleta — repetição

O coração do atleta sofre principalmente uma carga volumétrica: há aumento da espessura da parede e das dimensões das câmaras cardíacas, permitindo maior volume interno e maior retorno venoso.

O fisiculturista está sujeito a uma carga pressórica: a câmara pode reduzir de tamanho enquanto a parede aumenta em espessura. Isso implica maior trabalho contra sobrecarga para ejetar o sangue.

Estimulação cardíaca: nódulo sinusal, nódulo AV, feixe de His, fibras de Purkinje.

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