Fisiologia do Exercício: Metabolismo e Ciclo de Krebs
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Fisiologia é o ramo da ciência que investiga as respostas e as adaptações do corpo humano provocadas pelo exercício.
Este documento analisa os aspectos científicos que envolvem as respostas agudas e crônicas ao exercício.
Utilizamos força, resistência, velocidade e coordenação.
- Cíclicas: atividades que utilizam os mesmos exercícios.
- Acíclicas: modificam os movimentos durante o exercício.
- Semicíclicas: são as duas formas de movimentos.
Metabolismo: mudança/troca – reação de transformação química que acontece nos organismos.
Anabolismo: processo que está ganhando.
Catabolismo: processo que está perdendo (reação de degradação), quebra de substâncias, produzindo grandes quantidades de energia (ATP).
O anabolismo é o conjunto de reações químicas que produzem nova matéria orgânica a partir da síntese de moléculas simples, consumindo energia sob a forma de ATP.
O ciclo de Krebs, também chamado de ciclo do ácido cítrico ou ciclo do ácido tricarboxílico, é uma das fases da respiração celular. Essa fase da respiração ocorre na matriz mitocondrial e é considerada uma rota anfibólica, catabólica e anabólica.
No ciclo de Krebs, o ácido pirúvico (C3H4O3) proveniente da glicólise sofre uma descarboxilação oxidativa pela ação da enzima piruvato desidrogenase, existente no interior das mitocôndrias dos seres eucariontes, e reage com a coenzima A (CoA). O resultado dessa reação é a produção de acetilcoenzima A (acetilCoA) e de uma molécula de gás carbônico (CO2).
Em seguida, o acetilCoA reage com o oxaloacetato, ou ácido oxalacético, liberando a molécula de coenzima A, que não permanece no ciclo, formando ácido cítrico.
Depois de formar o ácido cítrico, haverá uma sequência de oito reações onde ocorrerá a liberação de duas moléculas de gás carbônico, elétrons e íons H+. Ao final das reações, o ácido oxalacético é restaurado e devolvido à matriz mitocondrial, onde estará pronto para se unir a outra molécula de acetilCoA e recomeçar o ciclo.
Os elétrons e íons H+ que foram liberados nas reações são apreendidos por moléculas de NAD, que se convertem em moléculas de NADH, e também pelo FAD (dinucleotídeo de flavina-adenina), outro aceptor de elétrons.
No ciclo de Krebs, a energia liberada em uma das etapas forma, a partir do GDP (difosfato de guanosina) e de um grupo fosfato inorgânico (Pi), uma molécula de GTP (trifosfato de guanosina) que difere do ATP apenas por conter a guanina como base nitrogenada ao invés da adenina. O GTP é o responsável por fornecer a energia necessária a alguns processos celulares, como a síntese de proteínas.