Fundamentos de Bioquímica: Metabolismo e Nutrição
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Células hipotônicas: Elas estouram, ocorrendo a lise. Para igualar as concentrações, a tendência vai ser a água entrar na célula; dessa forma, ela vai inchar e estourar.
Monossacarídeos da Série D e Levógiro: Significa que a hidroxila do seu último carbono quiral está para a direita, e é levógiro porque a luz polarizada desvia para a esquerda.
Por que o colesterol não pode ser chamado de gordura: Porque, apesar de ambos serem um tipo de lipídio, possuem estruturas diferentes.
Importância da insulina: Hormônio hipoglicêmico, fazendo com que o transportador GLUT funcione mais rápido e diminua a glicose no sangue.
Sinais e sintomas da DM (Diabetes Mellitus): É a falha na ação da insulina, hiperglicemia, polidipsia, poliúria, polifagia, glicosúria, falta de produção de glicose tecidual, hipertensão arterial, corpos cetônicos, interconversão da glicose e glicosilação das proteínas.
Mutarrotação da glicose: A glicose muda de rotação do seu desvio várias vezes; na água, elas vão se fechando, dissolvem-se e formam 50% alfa (+92) e 50% Beta (102).
Quilomícrons: Trazem os triglicerídeos (TG) da mucosa intestinal para o sangue e os distribuem nos tecidos.
VLDL: Transporta os triglicerídeos do fígado para os tecidos.
LDL: Transporta o colesterol da corrente sanguínea para os tecidos.
LDL ruim: Só é ruim quando em excesso, pois se liga a ácidos graxos e se oxida facilmente, formando radicais livres, lesando o endotélio e causando inflamação no local. A lesão vai aumentando e, além da inflamação, haverá uma agregação plaquetária no local lesado, formando placas de ateroma.
KM (Constante de Michaelis-Menten): É uma concentração de substâncias onde a velocidade da reação é a metade da Vmax (velocidade máxima).
Saturação enzimática: Ocorre quando todos os centros ativos disponíveis forem ocupados ao mesmo tempo.
Melhor tampão: Tem que ter o pKa mais próximo possível do pH da solução que precisa se manter constante; assim, não haverá mudanças bruscas no pH, facilitando a manutenção em uma faixa aceitável.
Amilose: São n-glicoses que possuem cadeia linear com apenas ligações do tipo alfa-1,4.
Amilopectina: São n-glicoses que possuem cadeia emaranhada por possuir ligações do tipo alfa-1,4 intercaladas com alfa-1,6.
Família L que são dextrógiros: A polarização da luz pode ser para o desvio à direita ou esquerda, independentemente da família ser L ou D.
Função do colesterol: Precursores de hormônios esteroidais, constituintes da membrana celular, colaboram no funcionamento do organismo e podem se ligar a um ácido graxo para serem armazenados na forma de lipídio.
Inversão da sacarose: A sacarose é dextrógira, mas quando ela hidrolisa, forma glicose + frutose. A glicose é dextrógira também, mas a frutose é levógira e seu desvio é maior.
Função dos lipídios: Fornecer energia ao organismo, constituintes celulares, isolantes térmicos e elétricos, precursores de hormônios esteroidais e transportadores de vitaminas lipossolúveis.
Efeito Pasteur: O ATP é produzido e consumido, não é armazenado. O excesso de ATP entra no centro alostérico da fosfofrutoquinase (PFK); o ATP é um modulador alostérico negativo que muda o centro ativo da PFK e ela fica inibida. No entanto, se temos muito ADP e pouco ATP, o ADP entra na enzima e faz com que o encaixe do substrato seja maior.
Via das Pentoses: Produção de ribose para a síntese de ácidos nucleicos, interconversão da ribose em outros açúcares, produção de NADPH para produção de glutationa e lipogênese para produzir colesterol e triglicerídeos.
Deficiência de G6PD: Menor produção de NADPH, portanto não há o suficiente para produzir glutationa. Começa a ocorrer a degradação das hemácias (hemólise excessiva), resultando em anemia profunda.
Gliconeogênese: Degradação de proteínas do corpo para produção de glicose devido à necessidade que o Sistema Nervoso Central (SNC) tem, já que esta é a sua única fonte de obtenção de energia.
O2: Aceptor final de elétrons da cadeia respiratória, formando H2O no final.
Citocromos: Aceptores de elétrons, ou seja, participam das reações de oxidorredução na cadeia respiratória, formando um gradiente de prótons.
Reações da gliconeogênese:
- Piruvato → Ácido fosfoenolpirúvico
- Piruvato (mitocôndria) → Oxalacetato (mitocôndria)
- Oxalacetato (mitocôndria) → Malato (via NADH)
- Malato (mitocôndria) → Malato (citoplasma)
- Malato (citoplasma) → Oxalacetato (citoplasma)
- Oxalacetato (citoplasma) → Ácido fosfoenolpirúvico
Ciclo de Krebs:
- NADHs: Ácido isocítrico → isocitrato desidrogenase → ácido alfa-cetoglutárico; Ácido alfa-cetoglutárico → alfa-cetoglutarato desidrogenase → succinil-CoA; Ácido málico → malato desidrogenase → ácido oxalacético.
- FADH2: Ácido succínico → succinato desidrogenase → ácido fumárico.
- ATP: Succinil-CoA + H2O → tioquinase → HS-CoA + ácido succínico.
Destino dos esqueletos carbônicos:
- Piruvato → Gliconeogênese → Glicose (aminoácidos glicogênicos).
- Acetil-CoA → Corpos cetônicos (aminoácidos cetogênicos).
- Intermediários do Ciclo de Krebs (CK): Dão uma volta no CK para gerar ATP. O organismo prefere produzir ATP pela glicose, pois as proteínas são utilizadas para outras funções estruturais e funcionais.
Glicogênio fosforilase: Quando está ativada pela fosforilase quinase, ela aumenta a degradação de glicogênio, gerando maior produção de glicose. Quando está inativada pela fosforilase fosfatase, ela favorece a síntese de glicogênio, resultando em menor produção de glicose livre.