Fundamentos da Química: Matéria, Fenômenos e Substâncias
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Matéria, Fenômeno e Substância
Matéria é tudo aquilo que ocupa lugar no espaço e tem massa.
Corpo é toda matéria que se limita em um espaço (largura, altura e comprimento).
Fenômeno é tudo aquilo que ocorre na natureza, alterando ou não a matéria.
→ Fenômeno físico: toda mudança de estado. Toda mistura é um fenômeno físico. Não altera a composição da matéria.
→ Fenômeno químico: é aquele que altera a estrutura da matéria, ou seja, há formação de novas substâncias.
Substância pura: é toda matéria constituída por átomos ou moléculas quimicamente iguais, apresentando composição fixa e propriedades bem definidas. Possui ponto de fusão e de ebulição constante.
Substância simples: aquela formada por átomos de um mesmo elemento, ou seja, átomos iguais.
Atomicidade
2 → diatômica ou biatômica
3 → triatômica
4+ → poliatômica
Substância composta: é aquela formada por átomos de elementos diferentes.
Alotropia: é um fenômeno onde um elemento químico forma substâncias simples diferentes.
Elementos transurânicos: são os elementos artificiais de números atômicos maiores que o urânio.
O período corresponde ao nível ou camada onde se encontra o elemento.
Grupos ou famílias: apresentam propriedades químicas (comportamento químico) semelhantes em uma mesma família.
Família A → grupo 1: alcalinos
1A até 7A → elementos representativos ou típicos
Família 8A → gases nobres (raros ou inertes) → todos têm oito elétrons na camada de valência, com exceção do Hélio (2 elétrons).
Família B → contém elétron diferenciador → último elétron do subnível mais energético → exceção: lantanídeos ou actinídeos. O elétron diferenciador está na antepenúltima. Mercúrio também é exceção, pois é líquido na temperatura ambiente.
Lantanídeos → Família 3B 6º período → subnível mais energético 4f
Actinídeos → Família 3B 7º período → subnível mais energético 5f
Eletropositividade (caráter metálico):
Eletronegatividade (caráter ametálico):
Eletroafinidade ou afinidade eletrônica:
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Elemento carbono (C): → Diamante diferenciam na estrutura
→ Carvão (arranjo cristalino)
Elemento fósforo: → fósforo branco (P4) diferenciam-se na
→ fósforo vermelho (Pn) atomicidade
Elemento enxofre: → rômbico diferenciam na estrutura
→ monoclínico (arranjo cristalino)
Mudanças de estados físicos
Observação:
- Sólido: forma e volume constantes → atração > repulsão
- Líquido: forma variável e volume constante → atração = repulsão
- Gasoso: forma e volume variáveis → atração < repulsão
- Sólido para líquido: fusão → aumento da temperatura
- Líquido para sólido: solidificação → diminuição da temperatura
- Líquido para gasoso: vaporização → aumento da temperatura
- Gasoso para líquido: liquefação ou condensação → diminuição da temperatura
- Sólido para gasoso: sublimação
- Gasoso para sólido: ressublimação
A vaporização é subdividida em: → evaporação
→ ebulição
→ calefação
Liquefação é a passagem de uma substância do estado gasoso para o líquido, e condensação é a mudança do vapor para o estado líquido.
Mistura: é a associação de duas ou mais substâncias diferentes que não apresentam uma fórmula química e não possui composição fixa ou propriedades bem definidas.
- Mistura homogênea ou solução: apresenta um único aspecto (fase), quer a olho nu ou com microscópio. Pode ser solução ou solvente.
- Solvente: é a parte que irá dissolver o soluto (Observação: água - solvente universal)
- Soluto: é a parte dissolvida pelo solvente
Observação: Água + Álcool: quem estiver em maior quantidade é o solvente.
- Mistura heterogênea: formada por vários aspectos (fases)
Líquidos imiscíveis:
Funil de decantação ou separação ou bromo:
Evaporação: Sólido-Líquido
Destilação simples: Sólido-Líquido
Destilação fracionada: Líquido-Líquido (líquidos miscíveis)
Filtração: separa a fase líquida ou gasosa da sólida por meio de uma superfície porosa. Caso se deseje uma filtração mais rápida para não contaminar o resíduo sólido, faz-se utilizando vácuo.
Decantação: deixa-se a mistura em repouso até que o componente sólido tenha-se depositado completamente. Remove-se em seguida o líquido, entornando-se cuidadosamente o frasco, ou com o auxílio de um sifão. A decantação é muito usada para separar líquidos imiscíveis, ou seja, que não se misturam. Para isso, coloca-se a mistura a ser separada em um funil de separação (ou funil de decantação, ou funil de bromo). A mistura é deixada em repouso no funil. O líquido mais denso fica embaixo. Em seguida, abrimos a torneira, deixando escoar o líquido de maior densidade. Quando a superfície de separação atinge a torneira, esta é fechada, separando assim as duas fases.
Centrifugação: decantação acelerada por centrifuga. Em laboratórios clínicos, a parte sólida do sangue (hemácias, plaquetas e glóbulos brancos) se separa da parte líquida (plasma) através de centrífugas. Nela, o sangue gira em alta velocidade e o material mais denso se deposita rapidamente.
Dissolução fracionada: separação por um líquido que dissolva apenas um dos componentes sólidos. Por filtração, separa-se o componente não dissolvido; por evaporação (ou destilação) da solução, separa-se o componente dissolvido no líquido. Este método também é conhecido como "extração por solvente".
Catação: os fragmentos são catados manualmente. Separar um feijão de impurezas é um bom exemplo de aplicação para este método de separação.
Separação magnética ou imantação: apenas um componente é atraído pelo ímã.
Levigação: separação dos componentes mais leves por correntes de água. É utilizado pelos garimpeiros para separar o ouro (mais denso) da areia (menos densa).
Peneiração ou tamisação: os componentes estão reduzidos a grãos de diferentes tamanhos.
Flotação: separação por um líquido de densidade intermediária. O componente menos denso que o líquido flutuará separando-se assim do componente mais denso, que se depositará.
Ventilação: separação dos componentes mais leves por correntes de ar. É usado, por exemplo, no beneficiamento de cereais, para separar as cascas.
Sublimação: só pode ser aplicada quando uma das fases sublima com facilidade. É empregada na purificação do iodo e do naftaleno.
Para misturas homogêneas:
Evaporação: quando temos sal e água homogeneamente misturados, podemos separá-los deixando a água evaporar até obtermos o sal sólido. É o processo empregado nas salinas, onde se obtém sal pela evaporação da água do mar.
Destilação simples (sólido-líquido): por aquecimento, só o líquido entra em ebulição, vaporiza-se e a seguir condensa-se, separando-se do sólido.
Destilação fracionada (líquido-líquido): por aquecimento os líquidos vaporizam-se e a seguir condensam-se, separadamente à medida que vão atingindo seus pontos de ebulição.
Liquefação fracionada (gás-gás): por resfriamento da mistura, os gases se liquefazem separadamente, à medida que vão atingindo seus pontos de ebulição. Para separarmos, por exemplo, os componentes do ar atmosférico, liquefazemos a mistura gasosa e, em seguida, destilamo-la. O componente de menor ponto de ebulição será destilado em primeiro lugar.
Fusão fracionada: estando vários metais misturados, eles podem ser separados utilizando-se a fusão fracionada: eleva-se aos poucos a temperatura da mistura e, à medida que atinge o ponto de fusão de cada constituinte, ele se separa.
Modelo atômico:
- Dalton: afirmou que o átomo era uma única minúscula partícula esférica, maciça, indivisível, indestrutível e não criável. Observação: totalmente errado! Também chamado de "modelo bola de bilhar". Importância: foi o primeiro modelo atômico.
- Thompson: Esfera gelatinosa, parte central positiva (prótons) e elétrons que neutralizavam as cargas positivas. Ele quem descobriu os elétrons. Observação: chamado de "modelo pudim de passas". Importância: primeiro modelo que diz que o átomo é divisível.
- Rutherford: "assim como os planetas giram ao redor do sol, os elétrons giram em torno do núcleo". Observação: chamado de "modelo planetário".
Conclusões:
- a maior parte da massa de um átomo concentra-se no núcleo, que é positivo.
- o diâmetro de um átomo é maior que o de seu núcleo de 10.000 a 100.000 vezes. Importância: 1ª divisão do átomo em regiões.
- Bohr: à medida que o elétron faz uma órbita, ele perde energia.
Postulados:
- Os elétrons giram ao redor do núcleo sem absorver e nem emitir energia em determinadas órbitas.
- Um elétron, ao saltar de uma órbita para outra, absorve ou emite energia.
Observação: carregado de energia, então libera energia, liberando luz (fotoeletricidade).
- Sommerfeld: lançou as órbitas circulares e elípticas. A energia que o elétron emitia em forma de luz era devido ao fato de que as camadas eletrônicas possuíam algumas subdivisões, que ele chamou de subníveis de energia, que estavam associadas a várias órbitas diferentes.
Isótopos, Isóbaros e Isótonos
- Isótopos: nomes especiais: 1 → prótio, mesmo número de prótons, 2 → deutério, 3 → trítio.
- Isóbaros: massa igual.
- Isótonos: número de nêutrons iguais.
Espécies isoeletrônicas ou isósteras: mesmo número de elétrons.
Cátion: prótons - carga = número de elétrons.
Ânion: prótons + carga = número de elétrons.
Camadas, níveis ou órbitas:
K/L/M/N/O/P/Q
2/8/18/32/32/18/8
Subníveis:
s/p/d/f/g/h/i
Número quântico principal (n)
É um número que indica a camada ou nível onde se encontra o elétron.
1 2 3 4 5 6 7
K L M N O P Q
Orbitais: divisão do subnível. É a região do espaço atômico onde temos a máxima probabilidade de encontrar um determinado elétron.
Representação:
ou ○
Número de orbitais em cada subnível.
Spin: é a representação gráfica do elétron.
Princípio de exclusão de Pauli
- Consequência: em um orbital encontram-se no máximo 2 elétrons, podendo não ter nenhum.
- Orbital vazio:
- Orbital incompleto: ↓
- Orbital completo: ↓↑
Princípio de multiplicidade máxima ou regra de Hund
Enquanto cada orbital de um subnível não possuir o seu 1º elétron, não podemos colocar o segundo elétron.
Números Quânticos:
- Principal (n): indica a camada ou nível onde está o elétron.
- Secundário ou azimutal (l): indica o subnível onde está o elétron.
- Magnético (m ou ml): indica a orientação espacial do orbital onde temos o elétron. Valores: varia de -l a +l, inclusive o zero.
- de Spin (S ou ms): indica o sentido de rotação do elétron. Valores: s: ↑ = +1/2 , ↓ = -1/2.
Forma de orbitais:
- subnível s, possui um orbital s → forma esférica.
- subnível p, possui 3 orbitais p → forma duplo ovoide (8).
Mendeleyev: ordenou os elementos em ordem crescente de massas atômicas.
Moseley: ordenou os elementos em ordem crescente de números atômicos.
Tabela Periódica:
- Linhas horizontais ou séries (7) → períodos.
- Colunas (linhas verticais, 18) → grupos ou famílias.
- Estudo dos períodos:
- 1 - curtíssimo (2)
- 2 - curto (8)
- 3 - curto (8)
- 4 - longo (18)
- 5 - longo (18)
- 6 - longuíssimo (32)
- 7 - incompleto
- Estudo dos períodos:
Reatividade Química:
Densidade: D = m/v
variação:
P.F. (ponto de fusão) e P.E. (ponto de ebulição):
Ligação Química:
- Regra ou teoria do octeto: 8 elétrons.
1, 2, 3, 4 → perde elétrons → cátion.
4, 5, 6, 7 → ganha elétrons → ânion.
- Regra ou teoria do dueto: 2 elétrons.
Ligação Iônica ou eletrovalente:
- Ocorre com transferência de elétrons entre metais e ametais ou metais e hidrogênio.
- Ocorre doação e recebimento de elétrons entre metais e ametais ou metais e hidrogênio.
- Há formação de cátion e ânion.
- Ocorre com átomos de alta diferença de eletronegatividade.
- Para calcular a fórmula de um composto iônico, devemos proceder do seguinte modo:
- 1) Achar o número de elétrons que o metal e o ametal possui na última camada.
- 2) O número de elétrons que o metal possuir na última camada será o número de átomos do ametal e o número de elétrons que o ametal precisar para a estabilidade será o número de átomos do metal.
- Para calcular a fórmula de um composto iônico, devemos proceder do seguinte modo:
Ligação covalente apolar:
- Formada entre átomos iguais.
- Eletronegatividades iguais.
Geometria das moléculas
- Tipo A2: Dois átomos iguais → todas são apolares.
- Tipo AB: Dois átomos diferentes → moléculas polares.
Observação: exceção: CO apolar, pois, mesmo sendo diferente, as eletronegatividades, sua diferença é quase nula, tornando-o apolar. NCl3 apolar, pois a eletronegatividade de seus átomos é igual.
3. Tipo AB2: polares ou apolares.
- Polar: átomo central com pares de elétrons livres → angular.
- Apolar: átomo central sem pares de elétrons livres → linear.
4. Tipo AB3: polar ou apolar: mesma condição.
- Polar: piramidal.
- Apolar: Trigonal plana (triângulo equilátero).
5. Tipo AB4: apolares (tetraédricas).
Ligações (interações) intermoleculares
- Ligação de hidrogênio: ocorre em moléculas polares. Sempre o hidrogênio é o polo positivo. Negativos F, N, O.
- Dipolo-dipolo ou dipolo permanente: ocorre em moléculas polares. Se o polo positivo for o H e o polo negativo não for F, O ou N. Ou se o polo positivo não for o hidrogênio.
- Dipolo induzido, força de Van der Waals, força de London ou dipolo instantâneo: ocorre em moléculas apolares liquefeitas ou solidificadas, e também em gases nobres.
- Número de oxidação (NOX): número de perda ou ganho de elétrons.
- Funções:
- Ácidos:
- Conceito (Arrhenius): substância que em água libera H+ como único cátion.
- Classificação:
- Ácido binário
- Ácido ternário
- Ácido quaternário
- Oxiácido
- Hidrácido
- Monoácidos ou monopróticos
- Diácidos ou dipróticos
- Triácidos ou tripróticos
- Tetraácidos ou tetrapróticos
- Ácidos:
- Funções:
Observação: exceções: H3PO2: só 1 hidrogênio ionizável.
H3PO3: só 2 hidrogênios ionizáveis.
Para os oxiácidos: módulo do número de hidrogênios menos o número de oxigênios.
3 - ácido muito forte.
2 - forte.
1 - moderado.
0 - fraco.
Observação: exceções: H3PO2 → moderado.
H3PO3 → moderado.
H2CO3 → fraco.
Nomenclatura dos ácidos
- Para os hidrácidos: ácido + nome do elemento + sufixo -ídrico.
- Para os oxiácidos: HXO → menor NOX → terminação -oso.
→ maior NOX → terminação -ico.
3. Com metais que possuem mais de dois NOX.
- hidróxido + de + nome do metal + NOX em algarismo romano.
- hidróxido + de + nome do metal + terminação -oso ou -ico.
Sais: é todo composto iônico resultante de uma reação de neutralização (salinização).
- NaNO3: sal neutro ou normal + H2O.
- CaSO4: sal neutro ou normal + 2H2O.
- KHSO4: sal ácido + H2O.
- Ca(OH)2 + HCl → CaOHCl + H2O → sal básico.
Nomenclatura dos sais
- Com metais que possuem um único NOX. Nome do ânion com a terminação -eto, -ito (-) ou -ato (+) + de + nome do metal.
- Com metais que possuem 2 NOX. Para o menor NOX → -oso.
Para o maior NOX → -ico.
Óxidos: é todo composto binário formado pelo oxigênio e outro elemento em que o oxigênio é o elemento mais eletronegativo.
Observação: exceções: F e gases nobres não formam óxidos.
Nomenclatura dos óxidos
- Com elementos que têm NOX fixo: palavra óxido + de + nome do elemento.
Metais alcalinos: +1.
Ag: +1.
Metais alcalino-terrosos: +2.
Zn: +2.
Cd: +2.
Al: +3.
2. Com elementos que possuem NOX variável.
- Palavra óxido + de + nome do elemento + NOX em algarismo romano (se for metal usa a palavra óxido, se for ametal usa a palavra anidrido).
- Palavra óxido + nome do elemento + terminação -oso ou -ico (se for metal usa a palavra óxido, se for ametal usa a palavra anidrido).
- Prefixo indicativo ao número de oxigênios (mono, di, tri,...) + palavra óxido + de + prefixo indicativo ao número de átomos do elemento + nome do elemento.
Metais: Ametais:
Cu, Hg: +1 e +2 N, P, As, Sb: +3 e +5
Au: +1 e +3 S: +4 e +6
Fe, Co: +2 e +3 C: +2 e +4
Pb, Sn, Pt: +2 e +4 Cl, Br, I: +1, +3, +5 e +7
Cl2O: o oxigênio multiplica por -2 pelo número que tem embaixo (se não tiver é 1) → 2x - 2 = 0 → x = 1 → monóxido de dicloro.
Cl2O7: 2x - 14 = 0 → x = 7.
Classificação dos óxidos:
- Óxido básico: é um óxido iônico formado por metais de NOX ≤ 4, principalmente metais alcalinos e alcalino-terrosos.
- Óxido ácido ou anidrido: é o óxido molecular formado por ametal ou por metal (NOX > 4).
- Óxido neutro ou indiferente: são óxidos moleculares gasosos que não reagem nem com água, nem com as bases e nem com os ácidos. Ex: NO, N2O e CO.
- Óxidos anfóteros: são aqueles que possuem um duplo comportamento, isto é, em presença de um ácido reage como óxido básico e em presença de uma base reage como óxido ácido. Ex: ZnO, MnO2, Al2O3, As2O3, As2O5....
- Óxidos salinos, duplos ou mistos: são os óxidos que possuem fórmula geral X3O4, onde x = Fe, Co, Pb e Mn.
- Peróxido: o oxigênio possui NOX -1. Apresentam o grupo O22- (-O-O-). Possuem as seguintes fórmulas gerais.
X2O2 → x = metal alcalino, Ag ou H.
XO2 → x = metal alcalino-terroso.
Observação: Os peróxidos são sólidos iônicos, já o peróxido de hidrogênio (água oxigenada) é um líquido molecular.
7. Superóxido: o oxigênio possui NOX igual a -1/2. Apresentam o grupo O2-. Possuem as fórmulas gerais:
X2O4: onde x = metal alcalino.
XO4: onde x = metal alcalino-terroso.
u.m.a. = unidade de massa atômica: 1/12 x 12C.
Elemento padrão da química: 12C.
Massa atômica de um átomo é um número que indica quantas vezes o átomo é mais pesado que 1/12 x 12C.
Massa molecular é o número que indica quantas vezes a molécula é mais pesada que 1/12 do 12C.
Unidade mol: quantidade de matéria de uma substância qualquer. O mol é a massa molecular expressa em gramas.
Constante ou número de Avogadro: 6,02 x 1023.
1 mol = 6,02 x 1023.
mols = massa de um átomo ou substância qualquer / massa molar (g/mol).
Cálculo estequiométrico
- Regras básicas:
- Escrever a equação química para a reação do problema.
- Balancear a equação do problema.
- Identificar as substâncias do problema.
- Arrumar uma regra de três.
- Relação massa-massa.
- Relação massa-volume.