Guia de Auditoria de TI, Processamento e Gestão de Riscos
Classificado em Tecnologia
Escrito em em
português com um tamanho de 2,91 KB
1. Planejamento de Auditoria Interna de TI
Para definir o planejamento de uma auditoria interna de TI, o diretor deve contemplar pelo menos 6 itens essenciais:
- Estabelecer âmbito e objetivos: Define os limites e as metas da auditoria, proporcionando uma visão clara do objeto a ser auditado.
- Recursos necessários: Refere-se à alocação de recursos humanos, software e hardware (ex: computadores) necessários para a execução.
- Definição de entrega de resultados: Estabelece a quem, quando e onde os relatórios serão entregues, bem como a periodicidade.
- Cronograma de atividades: Planejamento das fases da auditoria, incluindo datas e prazos para garantir a conclusão sem incidentes.
- Técnicas de auditoria: Métodos utilizados para coleta de informações, como entrevistas, questionários, listas de observação e análise da área.
- Coleta de informações: Levantamento de todos os dados e materiais necessários para testar os resultados e fundamentar o estudo.
2. Centralização vs. Descentralização do Processamento de Dados
Centralização
Vantagens:
- Economias de escala;
- Acesso múltiplo a dados comuns;
- Controle rigoroso sobre despesas;
- Facilidade de gestão por estar centralizada em um único local.
Desvantagens:
- Responsabilidade de desenvolvimento limitada ao setor de TI;
- Falta de controle do usuário no desenvolvimento de sistemas;
- Possível frustração na organização devido à demora em mudanças nos serviços.
Descentralização
Vantagens:
- Redução de custos de telecomunicações;
- Autonomia e controle por parte dos usuários;
- Maior alinhamento às necessidades específicas dos usuários.
Desvantagens:
- Perda de controle da gestão central;
- Duplicação de esforços e pessoal;
- Possível incompatibilidade entre as equipes e sistemas implementados.
3. Processo de Gestão da Avaliação de Riscos
O processo de gestão de riscos compreende 5 etapas fundamentais:
- Criar uma comissão: Estabelecer um grupo responsável pela tomada de decisão.
- Determinar os objetivos: Definir o norte e o que se pretende alcançar com a avaliação.
- Identificar os riscos: Mapear os tipos de riscos, suas características e naturezas.
- Avaliar os riscos: Classificar os riscos de acordo com o potencial de perda, priorizando os mais críticos.
- Análise de alternativas e tratamento: Definir as soluções ou tratamentos necessários para minimizar os efeitos dos riscos identificados.