Guia de Experimentos: Corrosão, pH e Propriedades Físicas
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Experimento: Corrosão
Materiais dos corpos de prova utilizados para os testes de corrosão:
- Aço carbono ou ferro (prego);
- Alumínio;
- Galvanizado (ferro com proteção galvânica).
Experimento: Corrosão
Soluções usadas no teste de corrosão:
- Água comum de torneira;
- Água bruta do Rio Atibaia;
- Solução de NaCl (2 g/litro);
- Solução de NaOH (40 g/litro);
- Solução de H2SO4 (4 g/litro).
Qual a solução corrosiva que coube à sua equipe para os testes de corrosão no laboratório?
Baseado na solução corrosiva usada pela sua equipe, qual tipo de metal apresentou melhor resistência à solução corrosiva e qual apresentou a maior taxa de corrosão?
Exercícios com cálculos da perda pela corrosão
Nos testes de imersão realizados no laboratório, utilize a fórmula para calcular a perda de um material em porcentagem (%) ao final do teste de corrosão por imersão:
Fórmula:
% de perda no teste de corrosão = [(PI – PF) / PI] x 100
Onde: PI = Peso Inicial e PF = Peso Final.
Experimento: Preparação de indicadores de pH utilizando vários métodos de extração
Tipos de extração utilizados no experimento:
A) Fragmentação: O estado de fragmentação do material vegetal também tem sua importância para a otimização extrativa, pois quanto maior a divisão, mais expostos estarão os princípios ativos. Como os óleos essenciais e pigmentos localizam-se em estruturas internas e/ou externas diversas, a fragmentação do material vegetal pode influenciar diretamente no rendimento extrativo.
B) Decocção: É um processo semelhante à maceração, sendo que o solvente utilizado, geralmente água, é aquecido à ebulição juntamente com a planta. Seu emprego deve ser restrito devido à temperatura muito alta; porém, é muito usado para a obtenção de chás.
D) Infusão: A infusão é uma outra técnica de extração de plantas, muito usada para a obtenção de chás de plantas medicinais. Nessa técnica, o solvente é sempre água que, após seu aquecimento à temperatura de ebulição, é vertida sobre o material vegetal moído e, então, deixado a esfriar até a temperatura ambiente antes do uso.
E) Digestão: Extração com temperatura por meio do contato da amostra da substância natural com o solvente mantido em temperatura de 40 a 60 ºC.
C) Maceração: A maceração explora o fenômeno de difusão do solvente através do tecido vegetal. Nesse procedimento, o material botânico deve ser dividido em pequenos fragmentos e deve ser deixado em contato com o solvente por um determinado tempo. Em suas modalidades, a maceração pode ser estática ou dinâmica. No primeiro caso, o contato do solvente com os fragmentos da planta é feito por um tempo estabelecido e em repouso. No caso da maceração dinâmica, a mistura em extração é mantida sob agitação por um tempo determinado.
Experimento: Determinação das propriedades físicas das substâncias
Estudo de: Ponto de Solidificação/Cristalização, Ponto de Ebulição, Pressão Positiva e Pressão Negativa, Dilatação e Contração Térmica.
Propriedades intensivas de uma substância:
É uma propriedade de cada substância que não depende da quantidade da substância. Exemplo: A temperatura de ebulição da água é a mesma para 1 litro e para 1000 litros.
Experimento: Propriedades Físicas das Substâncias
Propriedades extensivas de uma substância:
É uma propriedade de cada substância que depende da quantidade da substância. Exemplo: O volume para 1 litro ou 1 quilo de água é diferente do volume para 1000 litros ou 1000 quilos de água.
Experimento: Propriedades Físicas das Substâncias
- Ponto de Fusão: Designa a temperatura na qual uma substância passa do estado sólido ao estado líquido.
- Ponto de Solidificação: Designa a temperatura na qual uma substância passa do estado líquido para o estado sólido.
- Temperatura de Vaporização ou Evaporação: É a temperatura na qual uma substância passa do estado líquido para o gasoso (vapor).
- Temperatura de Condensação ou Liquefação: É a temperatura na qual uma substância passa do estado gasoso (vapor) para o líquido.
- Sublimação: É a mudança do estado sólido para o estado gasoso, sem passar pelo estado líquido.
- Ressublimação: É a passagem direta do estado gasoso para o estado sólido.
Experimento: Pressão positiva e pressão negativa; Dilatação e contração das substâncias
- Monte um sistema para aquecimento e uso do Bico de Bunsen somente com o tripé de ferro e a tela de amianto sobre o bico (conforme figura 1 C); não precisa colocar o béquer nem o termômetro.
- Em uma latinha vazia de alumínio (refrigerante ou cerveja), coloque de 40 a 50 ml de água medidos em uma proveta graduada.
- Coloque a latinha com água sobre o bico e inicie o aquecimento.
- Enquanto aquece, prepare um recipiente com boca larga e encha de água até próximo da borda, colocando-o sobre a bancada próximo ao local onde está sendo aquecida a latinha.
- Mantenha o aquecimento até que comece a sair vapor de água pela boca da latinha.
- Utilizando a luva de raspa, coloque o vidro de relógio sobre a saída do vapor até que se formem gotículas de água na parte de baixo do vidro; neste momento, o aluno poderá observar o ponto de condensação da água sobre o vidro.
- Retire o vidro de relógio e, com a ajuda das luvas de raspa, proceda conforme a sequência abaixo, entornando a latinha com água quente no recipiente contendo água fria.
No experimento onde foi realizado o aquecimento da latinha com água e depois o resfriamento da mesma em água fria, explique por que ocorreu a deformação da mesma quando foi submetida ao resfriamento com água fria.
Experimento: Determinação da umidade, teor de matérias voláteis e perda ao fogo de uma amostra de solo
Cálculo para o teor de umidade (H2O) em uma amostra de solo:
% Umidade = [(M1 – M2) / M1] x 100
- U: Teor de Umidade %;
- M1: Massa da amostra inicial antes da secagem;
- M2: Massa da amostra após a secagem.