Guia de Fitoterapia e Aromaterapia: Usos, Riscos e Cuidados

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Droga-erva

Droga-erva: Antigamente.... Folha de digital – toda a planta era pulverizada e transformada em comprimido; glândulas tireoide eram pulverizadas. Aperfeiçoamento da indústria – extrair apenas ingredientes ativos dos vegetais.

Definição de fitoterápico

Fitoterápico: Definição: qualquer vegetal ou parte de vegetal usado por suas qualidades medicinais.

Perigos do fitoterápico

Perigo do fitoterápico:

  • Automedicação;
  • Desperdício de dinheiro;
  • Produto prejudicial;
  • Modificam metabolismo de outras drogas;
  • Hoje o uso é 5× maior que em 1990;
  • Dificuldade de padronizar dose e atividade farmacológica.

Regras práticas de tratamento fitoterápico

Regras práticas de tratamento fitoterápico:

  • Evitar produtos contendo múltiplas ervas;
  • Interromper o uso 3 semanas antes de uma cirurgia;
  • Fornecedor confiável;
  • Crianças, gestantes e lactantes – evitar;
  • Pessoas que usam medicamento de uso contínuo – consultar o médico.

Ervas e aplicações

Alho / alicina

Alho / alicina: Reduz colesterol; reduz agregação plaquetária; reduz a glicose.

Babosa (Aloe vera)

Babosa: O gel das folhas alivia queimaduras, trata infecções e hidrata áreas secas da pele. Uso interno – purgativo. Efeitos colaterais – arritmias cardíacas, nefropatias.

Arnica

Arnica: Uso interno – infecções respiratórias; Arnica 9CH – dores musculares.

Camomila

Camomila: Uso das flores da planta; chá — usada como calmante, alivia ansiedade feminina e cólicas. Uso externo — alivia irritações cutâneas, hemorróidas e, como colutório, alivia a dor de dente.

Castanha-da-Índia

Castanha da Índia: Uso interno – melhora circulação, edemas das pernas. Tem componente cumarínico. Potencializa marevam®. Uso prolongado – hepatotóxico e nefrotóxico. Uso externo – hemorróidas.

Confrei / alantoína

Confrei / alantoína: Uso externo – cicatrizante, anti-inflamatório. Uso interno – emagrecedor. Hepatotóxico.

Erva-de-são-cristóvão (raiz-de-cobra)

Erva-de-são-cristóvão (raiz-de-cobra): Sintomas de ondas de calor na menopausa. Diurético, supressor da tosse, sedativo. Contraindicada na gravidez – abortiva.

Erva-de-são-joão (Hypericum)

Erva-de-são-joão (Hipericum): Depressão, ansiedade;

Efeitos colaterais: irritação estomacal, fadiga, boca seca, tontura, dor de cabeça, maior sensibilidade ao sol, irritação na pele, diarréia e formigamento.

INTERAÇÃO: A erva-de-são-joão, apesar de ser um produto fitoterápico, é um exemplo de substância que pode reduzir a eficácia do etinilestradiol (possivelmente por indução hepática), de forma que o uso de anticoncepcionais com este componente associados à erva é desaconselhado.

Gengibre

Gengibre: Antiemético, anti-inflamatório, aumenta a motilidade intestinal, diminui glicose e colesterol, auxilia em dores de garganta, estimula digestão e emagrecimento. Perigos – grávidas (promove contração) e doenças hemorrágicas.

Ginkgo biloba

Ginkgo biloba: Alivia sintomas de dor nas pernas, melhora circulação e memória. Contraindicado – doenças hemorrágicas ou uso de anticoagulantes.

Lúpulo

Lúpulo: Estimulante do apetite; dor de cabeça; sedativo; seu uso mais comum – fabricação de cerveja. Quando consumido em excesso, o lúpulo causa efeitos colaterais como sonolência e diminuição da libido. O lúpulo é contraindicado para gestantes, lactantes e pacientes com diabetes.

Pimenta-de-caiena (Capsicum)

Pimenta-de-caiena (Capsicum): Digestão; flatulência; alivia a dor. Uso tópico – dor muscular e articular. Spray de pimenta – causa cegueira imediata e irritação por 30 minutos.

Valeriana

Valeriana: Sedativo; associada com erva-de-são-joão e lúpulo.

Lavanda

Lavanda: Fabricação de perfumes; cosméticos; usado para ansiedade; antidepressivo e relaxante; ação cicatrizante.

Aromaterapia — origem histórica

A palavra aromaterapia foi usada pela primeira vez em 1920 pelo químico francês René-Maurice Gattefossé, que dedicou sua vida a pesquisar as propriedades curativas dos óleos essenciais após um acidente em seu laboratório de perfume. Acidentalmente, o seu braço pegou fogo e, na tentativa de apagá-lo, ele colocou o braço em um líquido frio mais próximo, que era um barril de NOx Ph232, ou, mais comumente conhecido, óleo de lavanda. Imediatamente ele percebeu o alívio da dor surpreendente e, em vez do prolongado processo normalmente experimentado durante a recuperação de queimaduras anteriores — que causavam vermelhidão, calor, inflamação, bolhas e cicatrizes — esta queimadura foi curada com uma rapidez impressionante, com um mínimo de desconforto e sem cicatrizes.

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