Iluminismo e a Independência dos Estados Unidos
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O Iluminismo: Conceitos e Figuras-Chave
- Cafés: Locais de reunião e de tertúlia, tornados populares sobretudo a partir do século XVIII;
- Enciclopédia: Dicionário Racional das Ciências, das Artes e dos Ofícios;
- Frederico II da Prússia: Déspota Esclarecido, em cuja corte Voltaire foi recebido;
- Luís António Verney: Um dos mais famosos iluministas portugueses que divulgou novas ideias sobre o novo método de estudar;
- Maçonaria: Associação secreta, no seio da qual se cultivavam princípios adotados pelos iluministas;
- Madame de Geoffrin: No seu Salão reuniam grandes personalidades intelectuais do seu tempo e divulgavam-se ideias iluministas;
- Montesquieu: Teoria da divisão do poder na obra O Espírito das Leis;
- Rousseau: Defesa da teoria do Contrato Social e valorização da infância e da educação, na obra Emílio;
- Voltaire: Filósofo defensor da tolerância religiosa e das liberdades individuais e naturais do Homem.
Módulo 5: A Revolução Americana
Causas que levaram os EUA à separação da Inglaterra:
- Necessidade de garantir os direitos naturais;
- Governo da Inglaterra quebrou o contrato ao não garantir os direitos inalienáveis;
- Aumento sucessivo de impostos;
- A não representação no parlamento inglês;
- Abuso de poder;
- Presença permanente do exército nas colónias;
- Obrigatoriedade do pagamento de indemnizações depois do Boston Tea Party;
- Impedimento de realização de reuniões e de associação;
- As imposições fiscais são consideradas um ataque às liberdades.
Princípios iluministas invocados na Declaração da Independência:
- A defesa da igualdade natural entre os povos com base na lei da natureza e do Deus da Natureza (linhas 4 a 6);
- O respeito pela liberdade das opiniões (linha 7) OU todos os homens são dotados de direitos inalienáveis: a vida, a liberdade e a procura da felicidade (linhas 11 a 14);
- Os governos que são instituídos entre os homens têm origem no consentimento dos governados (linhas 15 a 17) OU o contrato entre governantes e governados (especialmente realçado por Rousseau);
- Sempre que os governantes não respeitem os fins do governo o povo tem direito a alterar o contrato instituindo novo governo (linhas 18 a 19) OU o direito dos povos se revoltarem face ao desrespeito do poder pelo contrato estabelecido;
- Que os poderes devem ser organizados de forma mais conveniente para a segurança e felicidade dos governados (linhas 20 a 23) OU a necessidade de organizar o poder de forma a respeitar os direitos dos cidadãos.