Iniciação: Grupos de Processos no Gerenciamento de Projetos

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Iniciação: Identifica oportunidade de intervenção, facilita autorização formal para o início e dá bases para conceber novo projeto. Entradas: problemas, demandas, necessidades, oportunidades; expectativas dos interessados; informações sobre o contexto. Saídas:

Entradas da Iniciação

  • Problemas, demandas, necessidades e oportunidades;
  • Expectativas dos interessados;
  • Informações sobre o contexto.

Saídas da Iniciação

Diagnóstico: caracteriza a situação do público-alvo, aborda aspectos que permeiam a situação objeto da potencial intervenção, identifica antecedentes, iniciativas similares e o referencial teórico. Coleta de dados por entrevistas, questionário, pesquisa documental e grupo focal. Se for bem feito, ajudará na determinação da viabilidade do projeto, definição coerente do escopo, formulação de justificativas e identificação de parâmetros para avaliação.

Árvore de problemas

Árvore de problemas (causas, origens do problema – raiz –, problema central – caule –, efeitos do problema – copa –). As ações devem mirar na raiz, mesmo que os projetos gerem transformações positivas na copa.

Matriz de interessados

Matriz de interessados (fazer os dois passos anteriores com base em quem?): atores envolvidos no projeto. Podem ser direta ou indiretamente envolvidos. Influi no foco e na assertividade do projeto, no nível de conflito, na sustentabilidade, na governança e na legitimidade. Deve-se identificar quem são os interessados, qual é o seu papel, suas expectativas, seu grau de importância para o projeto e identificar riscos potenciais.

Termo de Abertura (TAP)

Termo de Abertura (TAP): documento que formaliza a autorização para iniciar o projeto. Exige diagnóstico e prioridades prontos, confere autoridade e define quem é o gerente de projetos.

Iniciação pelo Design Thinking

Conceito: inovação que busca solução para problemas através da observação e análise do usuário, da colaboração e da experimentação, evitando o cenário convencional para vislumbrar cenários futuros. O ator central é o usuário: é preciso criar empatia e olhar para o problema “pelos olhos dele”. Imersão — entrevistas, observação, vivência. Alinha o pensamento analítico com o intuitivo.

Princípios do Design Thinking

  • Foco no usuário e empatia;
  • Observação e análise contextual;
  • Colaboração multidisciplinar;
  • Experimentação e prototipagem.

Fases do Design Thinking

  1. 1) Inspiração / Ouvir

    O usuário: imersão; ter um brief do problema; identificar limitações e restrições (sempre com criatividade e inovação); pesquisas de campo; definir público-alvo, objetivos e resultados esperados; e o que se espera aprender sobre o usuário.

  2. 2) Ideação / Criação

    Gerar ideias a partir da síntese do passo anterior; criar soluções que sejam desejadas pelas pessoas; brainstorming; criar protótipos; testar protótipos (para aprender mais sobre os usuários, refinar protótipos e soluções e verificar se o problema está definido corretamente).

  3. 3) Implementação

    Implementação das soluções validadas e acompanhamento das entregas.

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