Integração de Sistemas, Java, BD e CMMI - Guia Prático

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Integração de Sistemas, Java, BD e CMMI

Integração de sistemas

I.S. — Integração de sistemas: reunião de tecnologias, metodologias e equipamentos para solucionar necessidades de negócio, fazendo os sistemas interagirem.

Efeito adverso da não integração: fragmentação dos dados em sistemas separados.

Envelhecimento do sistema faz parte do ciclo de vida: continua sobrevivendo devido à integração dos processos antigos com os processos atuais.

OLTP: ênfase no suporte ao negócio; foco principal das bases de dados.

OLAP: processamentos que suportam a tomada de decisões.

Integração de sistemas legados: racionalização dos processos de negócio.

Data warehouse: genérica de dados — uma base que pode ser física ou virtual, com finalidade informacional e de análise de dados.

Eficácia do sistema: aplica-se aos usuários finais.

Sistemas legados: necessidade de manutenções frequentes.

Java — principais tecnologias

JDBC: APIs em Java que enviam instruções SQL para qualquer banco de dados.

JNDI: API para acesso a serviços de diretórios; fornece uma interface padrão para localizar usuários, máquinas, objetos, redes e serviços.

JTA: disponibiliza uma interface para a demarcação de transações em aplicações.

JPA: framework utilizado na camada de persistência.

EJB: componente servidor que executa no container de servidores de aplicações. Os principais objetivos da tecnologia EJB são fornecer um desenvolvimento mais rápido e simplificado de aplicações Java baseadas em componentes distribuídos, transacionais, seguros e portáveis.

RMI: interface de programação que permite a execução de chamadas remotas.

CORBA: arquitetura padrão criada para estabelecer e simplificar a troca de dados entre sistemas distribuídos heterogêneos.

JSTL: coleção de bibliotecas com propósitos definidos que permitem escrever páginas JSP sem código Java embutido.

Servlets: classes em Java que processam dinamicamente requisições e respostas HTTP.

Facelets: subprojeto do JSF mantido pela comunidade (anteriormente Sun/Oracle) para construção de views.

EntityManager: serviço central para todas as ações de persistência. Entidades são objetos Java simples (POJOs) alocados como qualquer outro objeto Java.

Bancos de Dados (BD) — processos e componentes

  • ARCHIVER: recuperar o banco de dados em caso de falhas (processo de arquivamento de redo logs).
  • LGWR: processo de segundo plano responsável por transferir as informações do redo log buffer para os redo log files.
  • PGA: área de memória para operações de usuário; processa linhas selecionadas e operações que exigem memória (por exemplo, ORDER BY).
  • Library Cache: armazena comandos SQL e blocos PL/SQL compilados para reutilização.
  • DBWR (Database Writer): transfere informações do data buffer cache para os data files no disco.

Normas ISO, CMM e SQA

  • a) As normas da série ISO 9000 também foram expandidas com o acréscimo das normas da série ISO 10000, as quais têm a finalidade de complementar as normas da série ISO 9000.
  • b) As áreas-chave de processo são organizadas por características comuns.
  • c) Nível 2 de maturidade — desenvolvimentos bem sucedidos podem ser repetidos.
  • d) O CMM é uma estrutura que descreve os principais elementos de um processo de software efetivo.
  • e) O CMM fornece uma diretriz para a seleção de estratégias de melhoria de processos.
  • f) Inerentes ao desenvolvimento sistemático de software.
  • g) ISO 9004 — guia de orientação para desempenho da empresa; é um documento de recomendações, não utilizado para certificações ou contratos.
  • h) Nível 3 — dispõem-se de uma base quantitativa para tomada de decisões.
  • i) Nível 1 — não há controle de requisitos e o cliente só avalia na entrega do produto.
  • j) Nível 4 de maturidade — os processos de software são instrumentados e controlados quantitativamente.
  • k) O CMM identifica práticas para um processo de software maduro.
  • l) O CMM é composto por cinco níveis de maturidade que determinam a capacitação do processo.
  • m) As áreas-chave de processo conduzem ao alcance de metas de melhoria do processo para um determinado nível.
  • n) Os níveis de maturidade indicam a capacitação do processo.
  • o) Cada nível de maturidade compreende um conjunto de metas que, quando satisfeitas, estabilizam um importante componente do processo de software.
  • p) Nível 1 de maturidade — processo imprevisível e quase sem controle.
  • q) No nível 1, o processo de desenvolvimento de software é nebuloso.
  • r) Nível 1 — usualmente as práticas mínimas de gerência estão ausentes.
  • s) Nível 2 — são estabelecidas políticas para gerenciar projetos de desenvolvimento de software, bem como procedimentos para implementá-las.
  • t) Nível 2 — o processo do projeto está sob controle efetivo de um sistema de gerenciamento de projetos.
  • u) Nível 3 de maturidade — processo de desenvolvimento caracterizado e satisfatoriamente entendido.
  • v) Nível 3 — gerentes e técnicos conhecem seus papéis, responsabilidades e a forma como suas atividades se integram entre si.
  • w) Nível 5 de maturidade — a organização tem meios para identificar fraquezas e fortalecer o processo de forma proativa, prevenindo a ocorrência de defeitos.
  • x) As Áreas-Chave de Processo (ACPs) constituem a primeira divisão sistemática dentro dos níveis de maturidade. Identificam um grupo de atividades relacionadas que, quando executadas em conjunto, satisfazem um grupo de metas relevantes para a melhoria da capacitação do processo.
  • y) A sigla ISO é uma referência à palavra grega 'isos', que significa igualdade.
  • z) ISO 9003 — modelo normativo para a garantia da qualidade em inspeções e ensaios finais; é restrita à área de inspeção e teste.
  • aa) O CMM leva as organizações a aprimorarem continuamente na busca da sua própria solução dos problemas.
  • bb) A norma ISO/IEC 9001:2000 agrupa os requisitos do sistema da qualidade em quatro grandes grupos, descritos nas seguintes seções: responsabilidade da administração, gerenciamento de recursos, realização de produtos, medição, análise e melhoria.
  • cc) A área de SQA também contribui de maneira significativa para difundir a cultura da qualidade.
  • dd) As atividades de SQA devem ser executadas por profissionais competentes, que devem trabalhar sempre em conjunto com quem desenvolve.
  • ee) As pessoas que executam atividades de SQA devem tomar cuidado para não imaginar que podem intervir na qualidade (o foco é verificação e garantia).
  • ff) O CMMI possui cinco níveis de maturidade.
  • gg) A área de SQA deve se reportar diretamente à alta administração para ter independência de quem desenvolve e assim exercer melhor seu papel de verificação.

CMM — observações e sintetização

CMM seguido rotineiramente: aprimorar o controle de custo, produtividade, cronograma e qualidade.

CMM: é uma metodologia; não é um guia que garanta por si só que organizações obterão controle sobre seus processos de software — ele descreve os principais elementos de um processo de software.

CMMI — processo de desenvolvimento: nível 3 — gerente capaz de predizer resultados; conforme a variabilidade do processo se torna menor, alcança-se o nível 4.

Garantia de qualidade de software — nível de maturidade: nível 2 corresponde ao CMM; caótico = nível 1; gerência de projeto = nível 2; processo de melhoria contínua = nível 5.

Gerência de qualidade: PDCA (Plan-Do-Check-Act).

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