Logística Urbana e City Logistics: Conceitos e Desafios
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Logística Urbana e City Logistics
City Logistics: Projeto alternativo de logística para a solução de problemas urbanos, com sucesso implantado em diversas cidades.
Logística: Processo de coordenar o fluxo de materiais e informações, do ponto de fornecimento ao consumo, de forma eficiente e efetiva, em correspondência às necessidades dos clientes.
Fluxos: Movimentação de humanos, materiais e informações de ponto a ponto, devendo atender às necessidades de todos os envolvidos de modo eficiente e efetivo.
Logística Urbana: Termo enquadrado no subdomínio da Mesologística, que inclui o planejamento, implementação e controle eficiente do fluxo e armazenamento de materiais e informações em escala urbana. O estudo diz respeito às cidades.
City Logistics (Otimização): Otimização, pelas companhias privadas, de suas ações em áreas urbanas devido ao aumento do congestionamento do tráfego e do consumo de combustível. É um processo de planejamento baseado em um sistema de integração que promove inovações e reduz custos sociais, econômicos e ambientais.
Os 3 Pilares da Logística Urbana
- Sustentabilidade
- Mobilidade
- Qualidade de vida (competitividade global, redução de custos, minimização de insumos, diminuição do congestionamento, segurança, conservação de energia e mão de obra).
Agentes e Estratégias
Foco em motores menos poluentes, treinamento de motoristas, meios de transporte ambientalmente favoráveis e redução da frota de veículos.
Problemas da Carga Urbana
Congestionamento, deficiência na malha viária e falta de locais adequados para carga e descarga.
SEMOB: Gestão e Mobilidade
Órgão gestor de transporte e mobilidade urbana. Suas diretrizes não focam apenas no espaço, veículo, carga ou empresário, mas sim no homem e no meio ambiente urbano, propondo institucionalizar a política de mobilidade urbana no país.
Urbanismo: Histórico e Evolução
O urbanismo surgiu em novembro de 1993, em Atenas, com uma proposta para solucionar as mazelas e a desorganização das cidades, geradas pela transformação da função urbana resultante da Revolução Industrial.
Primeiras Aplicações no Brasil
Ocorreram entre 1950 e 1960 com a materialização da Carta de Atenas, o início da ditadura militar com o serviço de habitação e urbanismo, e após 1988, quando a Constituição Federal deu ênfase ao foco físico-territorial, consolidando-se com o Estatuto da Cidade em 2001. No terceiro milênio, o Brasil transformou-se devido à tecnocidade.
Diferenças: Europa vs. Brasil
A Europa, após a 2ª Guerra Mundial, desenvolveu sistemas integrados de transporte urbano de passageiros utilizando vários modais. No Brasil, persistem problemas devido à exclusão socioeconômica, falta de gestão e utilização de modais concentrados.