Manejo de Alergias, Espirro e Congestão Nasal

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1. Alergias

  • Diminuir a exposição aos fatores desencadeantes.
  • Criar uma ambiência livre de alérgenos nas residências e no ambiente de trabalho.
  • É importante que o farmacêutico estimule o paciente a reconhecer os fatores que desencadeiam os sinais e sintomas, encontrando meios para evitar ou reduzir sua exposição a eles.

3.2 Terapia Farmacológica

Para o tratamento farmacológico do espirro e da congestão nasal, os medicamentos listados nos GITE, sem exigência de prescrição médica e disponíveis no mercado brasileiro, são: anti-histamínicos, descongestionantes nasais, solução de cloreto de sódio e a combinação de anti-histamínico + descongestionante nasal + analgésico.

3.3 Fitoterápicos e Drogas Vegetais

  • Echinacea purpurea: Indicada para infecção do trato respiratório superior (possivelmente efetivo); modulação imune (possivelmente efetivo); inflamação (inconclusivo).
  • Petasites hybridus: Indicada para rinite alérgica e conjuntivite alérgica (possivelmente efetivo); asma brônquica (inconclusivo).

4. Educação e Orientação ao Paciente

Depois da seleção do tratamento farmacológico, é fundamental que o farmacêutico oriente o paciente a respeito da correta utilização, das precauções e dos possíveis efeitos do tratamento escolhido.

5. Avaliação dos Resultados

  • A maioria dos pacientes atendidos com queixas de espirro e congestão nasal apresenta problemas de saúde autolimitados. Normalmente, a remissão dos sinais e sintomas ocorre entre 2 a 4 dias, embora, em alguns casos, o alívio completo possa levar de 10 a 14 dias.
  • Para auxiliar na avaliação dos resultados, é necessário utilizar parâmetros como: medidas de temperatura, aspecto das secreções nasais, presença de sibilância (chiado) ou falta de ar, identificação de tosse produtiva e relato de dor no pescoço ou face.
  • Antes de concluir pela falha da terapêutica, deve-se investigar se o paciente está aderindo ao tratamento proposto e empregando as técnicas corretas de administração dos medicamentos.

6. Decisão Terapêutica no Manejo do Espirro e Congestão Nasal

Situação de alerta: Pacientes com hipertensão arterial ou outras cardiopatias apresentam restrições ao uso de medicamentos com efeito vasopressor sistêmico, como os descongestionantes orais. Quando necessário, recomenda-se a utilização cautelosa dos descongestionantes nasais tópicos e a avaliação rigorosa durante o uso.

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