O Papalagui: Reflexões e Críticas de Tuiavii

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  • Para o Papalagui, aquele que deixa ver as carnes não pode ter a pretensão de ser considerado pessoa de bons costumes. V
  • O Papalagui mora, como mexilhão do mar, dentro de uma concha dura. V
  • A maior parte das cabanas é habitada por um número de pessoas menor do que os habitantes de uma só aldeia de Samoa. F
  • O Papalagui é um indivíduo de grande bom senso, faz coisas com grande sentido, mas que, às vezes, o põem doente. F
  • Os homens do campo invejam os homens das gretas, a quem chamam mandrilhões. V
  • A verdadeira divindade do homem branco é Deus. F
  • Na Europa não se pede dinheiro pelo ar que se respira. V
  • Um Papalagui sem dinheiro é sinônimo de nada. V
  • Os europeus trabalham por causa de uma lei moral. V
  • O Papalagui não precisa de inventar coisas novas, porque já tem muitas coisas. F
  • A guerra na Europa só existe porque a honra dos povos está em causa. F
  • Segundo o chefe indígena, as palavras do Papalagui parecem bananas doces, mas estão cheias de dardos ocultos. V
  • Os Papalaguis, quando tinham tempo, eram felizes. F
  • O Papalagui usa toda a sua força e capacidade de raciocínio a tentar ganhar tempo. V
  • O homem branco não se apercebeu ainda do que o tempo é, não o compreendeu. V
  • O europeu é um homem bondoso, sabe partilhar os "meus". F
  • O chefe da tribo considera que a velhice, a degradação, a podridão, a umidade e o calor são inimigos enviados por Deus ao Papalagui. V
  • Tuiavii afirma que cada um de nós é detentor de uma parte da natureza. F
  • As obras do Papalagui são grandes e dignas de admiração. V
  • O Papalagui, segundo o chefe, já criou máquinas que são superiores ao que Deus faz e cria. F
  • A profissão do homem branco permite-lhe usufruir melhor da vida. F
  • A perspectiva das tarefas diárias acabrunha os indígenas. F
  • As idas do Papalagui ao cinema, segundo o chefe, fazem com que o homem branco não consiga ver a diferença que há entre a vida simulada e a vida real; este fica transtornado. V
  • Tuiavii considera o jornal uma espécie de máquina que diariamente fabrica novos pensamentos que, na sua maioria, são fracos, mas que alimentam e fortificam a cabeça. F
  • Os jornais descrevem tudo o que os europeus fazem. V
  • Para o chefe de tribo, o homem branco não precisa de refletir, visto ser tão evoluído. F

No livro "O Papalagui", o episódio que mais me marcou foi a maneira como descreve as mulheres. Descreve que estas, durante as festas, têm a carne à mostra, mas em dias normais já não; ao contrário dos homens, estas possuem diversos tecidos de diversas cores, que dão para encher muitos baús. Por muito que estas palavras sejam simples, despertam algum interesse.

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