Princípios da Justiça Social e o Sentido da Vida

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Três Princípios: Liberdade, Oportunidade Justa e Diferença

O Princípio da Liberdade tem prioridade sobre os restantes. Numa sociedade justa, todos os indivíduos beneficiam das mesmas liberdades básicas. Não se promove a igualdade de oportunidades ou a distribuição de riqueza à custa de um sacrifício das liberdades básicas iguais para todos. A liberdade de possuir escravos, por exemplo, não se pode contar entre as liberdades básicas, por ser incompatível com uma liberdade igual para todos.

O Princípio da Oportunidade Justa estabelece que as diferenças na distribuição de riqueza são aceitáveis apenas se resultarem de uma situação caracterizada pela igualdade equitativa de oportunidades.

O Princípio da Diferença favorece também uma distribuição equitativa da riqueza. A riqueza deve estar distribuída equitativamente, mas não tão equitativamente quanto possível. Isto é, não deve ser apenas determinada pelo esforço maior que uns fazem comparativamente com outros numa situação de igualdade de oportunidades, mas também pelo facto de daí resultarem benefícios para os mais favorecidos e, especialmente, para os menos favorecidos. Só assim se justificam as desigualdades existentes na distribuição da riqueza.

O Sentido da Vida: Duas Perspectivas

Resposta Subjetivista:

A vida tem sentido subjetivamente. O sentido que a vida tem depende de cada um, do sentido que cada um lhe der, desde que se esteja imerso na própria vida, comprometido com o que se faz e isso nos faça felizes. Assim, o sentido último da vida de cada pessoa é viver de acordo com as suas motivações e os seus desejos, simplesmente. É isso que define se o que fazemos vale a pena e tem sentido. E como isso é feito por cada um, a vida sentido objetivo não tem.

Resposta Objetivista:

A vida tem sentido objetivamente, o que significa que o sentido da vida não depende apenas do sentido que cada um lhe dá. Há critérios, objetivos que determinam se a vida que vivemos tem ou não tem sentido.

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