Processo de Edição: Continuidade e Descontinuidade
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Processo de Edição: Selecionar, Ordenar, Ajustar
Inferências Associativas
- Contiguidade: O significado é a união dos signos; o resultado é exatamente o significado dos signos sem alteração.
- Por Similaridade: Traz um novo significado.
Modo de Edição: Continuidade
Tem como preocupação a coerência espacial, temporal e narrativa. Utiliza planos em diferentes locais e épocas, permitindo juntar os planos para parecer que foi gravado em um único dia e hora.
Regras da Continuidade
- Regra dos 180 Graus: Preserva a continuidade.
- Corte em Movimento: Onde acontece a ação, o corte deve fazer com que essa ação continue de onde parou.
- Regra de Olhares: Exemplo: Olhar para o céu e dizer que o avião vai cair.
- Subjetiva: Filmada de baixo para cima, preservando a coerência espacial.
- Regra dos 30 Graus: Se filma um mesmo objeto e no plano seguinte filma essa mesma coisa, a diferença de ângulo deve ser maior que 30 graus, para evitar um contexto igual com uma mudança pequena.
- Plano e Contraplano: Exemplo: Diálogo entre duas pessoas, filma uma, filma a outra (Plano, Contraplano).
- Contraplano Ausente: Exemplo: Filma eu e filma eu, não filma você.
Edição: Descontinuidade
As regras são quebrar as regras de edição de continuidade, utilizando tipos de montagens (Eisenstein).
- Modo Intelectual e Dialética: Duas ideias sem relação temática.
Tipos de Montagem
- Montagem Métrica: O cumprimento dos planos é determinado por fatores que não estão na imagem (no áudio). O ritmo determina onde existe o corte da imagem. Match Cut: Dois objetos diferentes, porém, condizentes.
- Montagem Rítmica: Contrário da métrica, o que determina é o ritmo de dentro dos planos (Ex: Montagem da luta do UFC, existe muitos cortes).
- Montagem Tonal: Tom predominante na imagem (Ex: Montagem com edifícios, todos com linhas retas; nessa montagem não pode aparecer um edifício com outra forma ou tonalidade de luz. Ex: Cena no Alasca com todo frio, então não dá para colocar uma cena alaranjada).
- Montagem Atonal: Coloca o conflito em todos os tipos de montagem.
Livro: Por que os cortes funcionam?
[Pergunta da Prova] O porquê os cortes funcionam?
Através da nossa experiência de vida, o corte coloca um fluxo contínuo de imagens como plano sequência. Ele busca o momento em que dormimos, pois, quando dormimos as pessoas sonham. Não existe coerência espacial e temporal sem narrativa. Nos sonhos temos cortes muito parecidos com a interação na nossa vida. Ele não fica satisfeito e busca outro momento onde volta quando estamos acordados, como momentos em que nós também criamos um corte; na verdade, não é um fluxo contínuo, pois nós cortamos. Ele dá um exercício de olhar para o professor, depois para o teto, depois para o professor. Quando estamos acordados, nós também conhecemos uma produção que é o deslocamento. Piscar os olhos tem a função de separar ideias, de retirar momentos que não são importantes. O corte é um piscar de olhos no filme.
Corte é um deslocamento de um campo de visão para outro; corte sutil causa incômodo.
Processo de Edição: Selecionar, Ordenar, Ajustar
Inferências Associativas
- Contiguidade: O significado é a união dos signos; o resultado é exatamente o significado dos signos sem alteração.
- Por Similaridade: Traz um novo significado.
Modo de Edição: Continuidade
Tem como preocupação a coerência espacial, temporal e narrativa. Utiliza planos em diferentes locais e épocas, permitindo juntar os planos para parecer que foi gravado em um único dia e hora.
Regras da Continuidade
- Regra dos 180 Graus: Preserva a continuidade.
- Corte em Movimento: Onde acontece a ação, o corte deve fazer com que essa ação continue de onde parou.
- Regra de Olhares: Exemplo: Olhar para o céu e dizer que o avião vai cair.
- Subjetiva: Filmada de baixo para cima, preservando a coerência espacial.
- Regra dos 30 Graus: Se filma um mesmo objeto e no plano seguinte filma essa mesma coisa, a diferença de ângulo deve ser maior que 30 graus, para evitar um contexto igual com uma mudança pequena.
- Plano e Contraplano: Exemplo: Diálogo entre duas pessoas, filma uma, filma a outra (Plano, Contraplano).
- Contraplano Ausente: Exemplo: Filma eu e filma eu, não filma você.
Edição: Descontinuidade
As regras são quebrar as regras de edição de continuidade, utilizando tipos de montagens (Eisenstein).
- Modo Intelectual e Dialética: Duas ideias sem relação temática.
Tipos de Montagem
- Montagem Métrica: O cumprimento dos planos é determinado por fatores que não estão na imagem (no áudio). O ritmo determina onde existe o corte da imagem. Match Cut: Dois objetos diferentes, porém, condizentes.
- Montagem Rítmica: Contrário da métrica, o que determina é o ritmo de dentro dos planos (Ex: Montagem da luta do UFC, existe muitos cortes).
- Montagem Tonal: Tom predominante na imagem (Ex: Montagem com edifícios, todos com linhas retas; nessa montagem não pode aparecer um edifício com outra forma ou tonalidade de luz. Ex: Cena no Alasca com todo frio, então não dá para colocar uma cena alaranjada).
- Montagem Atonal: Coloca o conflito em todos os tipos de montagem.
Livro: Por que os cortes funcionam?
[Pergunta da Prova] O porquê os cortes funcionam?
Através da nossa experiência de vida, o corte coloca um fluxo contínuo de imagens como plano sequência. Ele busca o momento em que dormimos, pois, quando dormimos as pessoas sonham. Não existe coerência espacial e temporal sem narrativa. Nos sonhos temos cortes muito parecidos com a interação na nossa vida. Ele não fica satisfeito e busca outro momento onde volta quando estamos acordados, como momentos em que nós também criamos um corte; na verdade, não é um fluxo contínuo, pois nós cortamos. Ele dá um exercício de olhar para o professor, depois para o teto, depois para o professor. Quando estamos acordados, nós também conhecemos uma produção que é o deslocamento. Piscar os olhos tem a função de separar ideias, de retirar momentos que não são importantes. O corte é um piscar de olhos no filme.
Corte é um deslocamento de um campo de visão para outro; corte sutil causa incômodo.
Processo de Edição: Selecionar, Ordenar, Ajustar
Inferências Associativas
- Contiguidade: O significado é a união dos signos; o resultado é exatamente o significado dos signos sem alteração.
- Por Similaridade: Traz um novo significado.
Modo de Edição: Continuidade
Tem como preocupação a coerência espacial, temporal e narrativa. Utiliza planos em diferentes locais e épocas, permitindo juntar os planos para parecer que foi gravado em um único dia e hora.
Regras da Continuidade
- Regra dos 180 Graus: Preserva a continuidade.
- Corte em Movimento: Onde acontece a ação, o corte deve fazer com que essa ação continue de onde parou.
- Regra de Olhares: Exemplo: Olhar para o céu e dizer que o avião vai cair.
- Subjetiva: Filmada de baixo para cima, preservando a coerência espacial.
- Regra dos 30 Graus: Se filma um mesmo objeto e no plano seguinte filma essa mesma coisa, a diferença de ângulo deve ser maior que 30 graus, para evitar um contexto igual com uma mudança pequena.
- Plano e Contraplano: Exemplo: Diálogo entre duas pessoas, filma uma, filma a outra (Plano, Contraplano).
- Contraplano Ausente: Exemplo: Filma eu e filma eu, não filma você.
Edição: Descontinuidade
As regras são quebrar as regras de edição de continuidade, utilizando tipos de montagens (Eisenstein).
- Modo Intelectual e Dialética: Duas ideias sem relação temática.
Tipos de Montagem
- Montagem Métrica: O cumprimento dos planos é determinado por fatores que não estão na imagem (no áudio). O ritmo determina onde existe o corte da imagem. Match Cut: Dois objetos diferentes, porém, condizentes.
- Montagem Rítmica: Contrário da métrica, o que determina é o ritmo de dentro dos planos (Ex: Montagem da luta do UFC, existe muitos cortes).
- Montagem Tonal: Tom predominante na imagem (Ex: Montagem com edifícios, todos com linhas retas; nessa montagem não pode aparecer um edifício com outra forma ou tonalidade de luz. Ex: Cena no Alasca com todo frio, então não dá para colocar uma cena alaranjada).
- Montagem Atonal: Coloca o conflito em todos os tipos de montagem.
Livro: Por que os cortes funcionam?
[Pergunta da Prova] O porquê os cortes funcionam?
Através da nossa experiência de vida, o corte coloca um fluxo contínuo de imagens como plano sequência. Ele busca o momento em que dormimos, pois, quando dormimos as pessoas sonham. Não existe coerência espacial e temporal sem narrativa. Nos sonhos temos cortes muito parecidos com a interação na nossa vida. Ele não fica satisfeito e busca outro momento onde volta quando estamos acordados, como momentos em que nós também criamos um corte; na verdade, não é um fluxo contínuo, pois nós cortamos. Ele dá um exercício de olhar para o professor, depois para o teto, depois para o professor. Quando estamos acordados, nós também conhecemos uma produção que é o deslocamento. Piscar os olhos tem a função de separar ideias, de retirar momentos que não são importantes. O corte é um piscar de olhos no filme.
Corte é um deslocamento de um campo de visão para outro; corte sutil causa incômodo.