Protocolo de Coleta de Espécimes: Guia de Segurança

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Protocolo Geral para a Coleta de Espécimes

Tenha em mente que todas as amostras devem ser tratadas com cuidado e respeito, pois qualquer uma pode ser potencialmente infecciosa. Deve-se cumprir, portanto, as precauções universais de proteção dos trabalhadores contra os riscos de exposição a agentes biológicos. Essas precauções são um conjunto de medidas para proteger os trabalhadores contra os perigos enquanto lidam com pacientes, fluidos ou espécimes.

Primeira Fase: Identificação e Informações

Identificação do usuário para realizar a análise, que coincide com a conferência dos dados da requisição, o estudo do pedido, a preparação prévia do usuário, bem como as condições especiais que necessitam de tais determinações. Preparação do usuário: explique o procedimento, quais instruções devem ser seguidas e, se o usuário for coletar a própria amostra, explique como fazê-lo.

Segunda Fase: Preparação do Paciente e Equipamentos

  • Preparação do paciente: identificação, verificação da identidade, anotação de documentos, facilitar o relaxamento, informar a pessoa, lavar as mãos, utilizar luvas e preparar o material.
  • Conclusão do processo: certifique-se de que o material esteja estéril, verifique a viabilidade de obtenção da amostra, aja rapidamente e com firmeza, e observe as reações do paciente.

Terceira Fase: Pós-Coleta

Antes que a pessoa saia do local de extração, aplique medidas para evitar novos riscos, observe as reações, forneça as informações necessárias para garantir o registro de transferência e organize a área de coleta do laboratório.

Modelo de Identificação de Amostras

A identificação correta dos espécimes, sem erros e correspondente à pessoa correta, garante a qualidade dos resultados. É essencial identificar o paciente corretamente com o formulário de solicitação, sendo necessária a identificação simultânea de pedidos e amostras. O sistema de identificação do laboratório deve ser adequado e assegurar a identificação única. Pode ser feito:

  • Manualmente: etiquetas no recipiente de coleta, marcando o nome do paciente e o número de identificação do laboratório. O número atribuído é usado nos processos analíticos. Esta identificação é transitória até que o laboratório atribua um código de barras.
  • Etiquetas pré-impressas: etiquetas com numeração sequencial e código de barras correspondente. No momento da coleta, a etiqueta é colada em cada recipiente e em outros periféricos utilizados nas extrações.
  • Impresso no momento da recepção: gerado quando o paciente atinge a área de extração; insere-se os dados e geram-se as etiquetas necessárias.

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