Selamento dentário, restaurações e adesão

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Selamento

Selamento – preenchem os sulcos, evitando que os alimentos fiquem retidos nessas regiões e causem cárie. Além de oferecer uma proteção ao esmalte e facilitar a higienização, os selantes garantem maior proteção à restauração e consequente longevidade. Atuam obliterando as áreas retentivas da superfície oclusal dos elementos dentais. Quando executado corretamente, previnem a degradação do elemento dental em razão da ação dos micro-organismos, impondo uma barreira física entre o dente e os agentes biológicos.

Classe II — intensidade de luz

Classe II – considera-se que a intensidade de luz que atinge os incrementos da resina na face cervical do preparo é menor do que a intensidade próxima à superfície, podendo comprometer as propriedades mecânicas e o sucesso da restauração.

Bisel

Bisel – desgaste a 45º no esmalte com a superfície externa do dente, realizado com brocas esféricas e diamantadas. O bisel permite maior exposição dos prismas de esmalte, aumentando a área a ser condicionada e resultando em melhor retenção do material restaurador.

  • Melhora da estética;
  • Redução de fraturas marginais;
  • Melhor vedamento e menor infiltração marginal.

Classe V

Classe V – paredes planas, regulares e lisas; ângulos diedros do 1º grupo arredondados; ângulos diedros do 2º grupo definidos; parede axial convexa; parede mesial e distal ligeiramente expulsas; cavo superficial aplainado, livre de prismas de esmalte e sem bisel.

Camada híbrida

Camada híbrida – camada de interdifusão entre dentina e resina, resultante da infiltração dos monômeros resinosos entre as fibras de colágeno, devido à remoção total do smear layer, da maioria dos smear plugs e das modificações na dentina peritubular e intertubular.

Mecanismo de união

Mecanismo de união – condicionamento ácido, promovendo uma leve descalcificação e criando microporosidades, seguido da aplicação do adesivo, promovendo a formação da camada híbrida.

Fator C

Fator C – é o quociente entre as áreas de uma restauração cobertas por resina composta e as áreas livres de resina, passíveis de deformação. Esse fator expressa numericamente a probabilidade de falha adesiva da restauração. Recomenda-se a técnica incremental para reduzir o Fator C e as tensões de contração.

Curva de Spee

Curva de Spee – é uma linha imaginária descrita por von Spee observada na vista lateral. Ela é traçada através das pontas das cúspides vestibulares dos dentes posteriores, formando uma linha curva: côncava para o arco inferior e convexa para o arco superior, acompanhando o plano oclusal.

Curva de Wilson

Curva de Wilson – curvatura do plano oclusal observada pela vista frontal. É formada pelo traçado das pontas das cúspides vestibulares e linguais de ambos os lados dos dentes posteriores.

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