Sistemas de Água e Prevenção de Incêndios
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Água Quente
Aquecimento Central Coletivo
É recomendado quando não há rateio na conta, como em hotéis, motéis, hospitais, clubes, indústrias, etc. É recomendado também quando se dispõe de pouco espaço físico no interior do apartamento, ou então, em situações onde não se deseja a instalação de aparelhos de aquecimento no apartamento.
- Ascendente: água sobe e vai distribuindo nos pavimentos.
- Descendente: água desce e vai distribuindo nos pavimentos.
- Misto: água sobe e distribui em alguns pavimentos e desce distribuindo em outros.
Aquecimento Central Privado
Alimentando vários aparelhos de uma só unidade, por exemplo, residências e apartamentos. Assim, no aproveitamento da energia solar, deve-se preconizar a sua captação, a conversão de calor, a transferência e o armazenamento para utilização nos períodos em que a mesma não se encontra disponível.
Aquecimento Individual
Alimentando um só aparelho, por exemplo, chuveiro elétrico. Poucos pontos para aquecimento ou de forma mista com o sistema central privado. Quanto maior o número de pontos, ele se torna mais antieconômico. O sobreaquecimento e a vazão de utilização apresentam-se baixos (menores potências), pode-se dizer que o conforto proporcionado é menor do que num sistema central.
Aquecimento Solar
Um sistema básico de Aquecimento de água por Energia Solar é composto de coletores solares (placas) e reservatório térmico (Boiler). As placas coletoras são responsáveis pela absorção da radiação solar.
O calor do sol, captado pelas placas do aquecedor solar, é transferido para a água que circula no interior de suas tubulações de cobre. O reservatório térmico, também conhecido por Boiler, é um recipiente para armazenamento da água aquecida. São cilindros de cobre, inox ou polipropileno, isolados termicamente com poliuretano expandido sem CFC, que não agride a camada de ozônio. Desta forma, a água é conservada aquecida para consumo posterior. A caixa de água fria alimenta o reservatório térmico do aquecedor solar, mantendo-o sempre cheio.
Dilatação
As instalações de água quente, em função das tensões internas, provocam empuxos nas tubulações que, mesmo para as variações usuais de temperatura, podem atingir valores consideráveis e causar danos às instalações.
Como evitar?
- Um desses recursos, denominado loop, consiste em introduzir na tubulação um tipo de traçado que absorva o seu efeito (não linear).
- Junta de expansão (linear).
Água Pluvial
Telhado
Os telhados são formados por “águas” que são as áreas planas que conduzem as águas de chuva para uma mesma direção.
Platibanda
Escondem o telhado.
Outros Termos Importantes
- Altura pluviométrica: Volume de água precipitada por unidade de área horizontal.
- Área de contribuição: Soma das áreas das superfícies que, interceptando chuva, conduzem as águas para determinado ponto da instalação.
- Bordo livre: Prolongamento vertical da calha, cuja função é evitar transbordamento.
- Caixa de areia: Caixa utilizada nos condutores horizontais destinados a recolher detritos por deposição.
- Duração de precipitação: Intervalo de tempo de referência para a determinação de intensidades pluviométricas.
- Intensidade pluviométrica: Quociente entre a altura pluviométrica precipitada num intervalo de tempo e este intervalo.
- Perímetro molhado: Linha que limita a seção molhada junto às paredes e ao fundo do condutor ou calha.
- Período de retorno: Número médio de anos em que, para a mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou ultrapassada apenas uma vez.
- Ralo: Caixa dotada de grelha na parte superior, destinada a receber águas pluviais.
- Ralo hemisférico: Ralo cuja grelha tem forma hemisférica.
- Ralo plano: Ralo cuja grelha tem forma plana.
- Seção molhada: Área útil de escoamento em uma seção transversal de um condutor ou calha.
- Tempo de concentração: Intervalo de tempo decorrido entre o início da chuva e o momento em que toda a área de contribuição passa a contribuir para determinada seção transversal de um condutor ou calha.
- Vazão de projeto: Vazão de referência para o dimensionamento de condutores e calhas.
Incêndio
Classes de Incêndio
- Classe “A”: ocorrem em combustíveis sólidos e fibrosos, queimam em superfície e profundidade deixando resíduos. Seu combate deve ser feito utilizando soluções aquosas através de resfriamento.
- Classe “B”: ocorrem em combustíveis que queimam em superfície e geralmente não deixam resíduos. Seu combate é feito por abafamento com uso de pós químicos, CO2 e espuma química.
- Classe “C”: equipamentos elétricos energizados, oferecem risco à vida, desligados transformam-se em classe “A”. O combate é feito com substâncias menos condutoras de eletricidade com pós químicos e gás carbônico.
- Classe “D”: metais pirofóricos como: magnésio, potássio, alumínio em pó, que necessitam para sua extinção de agentes extintores especiais que quebram a reação em cadeia quando inflamados.
Tipo de Extintor Indicado
- Classe A - Água, PQS, CO2, Espuma
- Classe B - PQS/Espuma/CO2
- Classe C - CO2/ FM 2000
- Classe D - PQS
Utilização do Extintor
- Posicione-se no sentido do vento.
- Aproxime-se do foco do incêndio, cuidadosamente.
- Ataque a base do fogo.
- Movimente o jato em forma de leque.
- No caso de combustível líquido, evite uma pressão muito forte em sua superfície, para não aumentar a área de combustão.
- Ao final, assegure-se que não houve reignição.
Utilização do Hidrante
- Abra a caixa do hidrante.
- Estique a mangueira.
- Abra o registro do hidrante.
- Dirija o jato à base do fogo.