Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Biologia

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Fundamentos de Processamento e Composição de Alimentos

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Queijo e a Redução de Lactose

O processo de fabricação do queijo envolve etapas cruciais para a redução da lactose:

  1. Preparo Inicial: O leite é aquecido e, em seguida, resfriado para iniciar a coagulação. Nesta fase, grande parte da lactose (presente no soro do leite) é descartada.
  2. Prensagem e Enformagem: Os queijos são prensados e enformados.
  3. Maturação: Os queijos que passam por maturação devem ser armazenados em temperatura adequada, processo que pode levar semanas ou até meses.

Entre as principais funções da maturação está a glicólise – a transformação da lactose em ácido lático. Ou seja, bactérias utilizadas no processo fermentativo consomem a lactose, reduzindo o teor deste carboidrato a quase zero. O produto da... Continue a ler "Fundamentos de Processamento e Composição de Alimentos" »

Farmacocinética: Eliminação, Absorção e Mais

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Eliminação de Fármacos

A eliminação é a retirada do fármaco do organismo, seja na forma inalterada ou na forma de metabólitos ativos e/ou inativos. A eliminação ocorre por diferentes vias, sendo a maioria pelos rins (através da urina), mas também pelos pulmões, glândulas exócrinas (sudoríparas, salivares e mamárias), pele e tubo digestivo.

Principais Vias de Eliminação

  • Rins
  • Sistema hepato-biliar
  • Pulmões (importantes para anestésicos voláteis/gasosos)
  • Secreções como o leite (importante para os lactentes) e suor

A eliminação de drogas consiste na perda irreversível da droga pelo corpo e ocorre através de dois processos: metabolismo e excreção.

  • Excreção: envolve a perda da droga quimicamente inalterada.
  • Metabolismo: implica
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Sistema Digestório Equino: Anatomia e Fisiologia

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Sistema Digestório dos Equinos

Anatomia

O sistema digestório dos equinos é composto pelas seguintes estruturas:

  • Boca: Lábios, dentes, língua e glândulas salivares. Os lábios apreendem os alimentos, os dentes realizam a apreensão e trituração, a língua auxilia na posição e direção do alimento, e as glândulas salivares (parótida) umedecem e iniciam a pré-digestão.
  • Faringe: Estrutura tubular comum ao sistema respiratório e digestório, responsável por unir a boca ao esôfago.
  • Esôfago: Estrutura tubular composta por musculatura lisa que realiza ondas peristálticas, transportando o alimento da boca para o estômago. Situa-se ventralmente ao pescoço e comunica-se com o estômago pela cárdia (músculo).
  • Estômago: Possui esfíncteres
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Transporte de Eletrões e Síntese de ATP

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Transportadores de eletrões que cedem à cadeia respiratória mitocondrial?

Os principais transportadores são o NADH e o FADH₂.

O Complexo I desempenha duas funções simultaneamente?

Sim, catalisa dois processos: transferência de eletrões e bomba de protões.

O Complexo II faz parte de outra via metabólica?

Sim, faz parte do Ciclo de Krebs (como succinato desidrogenase).

Qual é o aceitador final de eletrões na cadeia respiratória?

O Oxigénio (O₂).

O que é o Stress Oxidativo?

Numa célula normal, existe um equilíbrio apropriado entre os pró-oxidantes e os antioxidantes. Esse equilíbrio pode ser deslocado no sentido dos pró-oxidantes quando a produção de espécies reativas de oxigénio aumenta, ou quando os níveis de antioxidantes... Continue a ler "Transporte de Eletrões e Síntese de ATP" »

Trocas Capilares, Fluxo Sanguíneo e Regulação da Pressão

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Trocas Capilares

Trocas Capilares: Movimento de substâncias para dentro e para fora dos capilares. Troca de materiais com o líquido intersticial. Existem 3 mecanismos básicos pelos quais as substâncias entram e saem dos capilares: Difusão, Transcitose e Fluxo de massa: filtração e reabsorção.

Difusão

Difusão: Mecanismo mais importante. Difusão simples. Substâncias se difundem seguindo seu gradiente de concentração. Passagem através da bicamada lipídica (O2, CO2) ou através de fenestrações (poros, aberturas, canais. Ex: glicose, aa).

Transcitose

Transcitose: Pequena quantidade de material. Substâncias entram na célula endotelial por endocitose e depois saem por exocitose. Transporte de grandes moléculas insolúveis em lipídeos.... Continue a ler "Trocas Capilares, Fluxo Sanguíneo e Regulação da Pressão" »

Fios de Sutura: Tipos, Características e Classificação

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Fios de Sutura: Guia Detalhado

Origem dos Fios de Sutura

  • Vegetal: Cânhamo, linho, algodão.
  • Animal: Crina, pelos de animais, tendões, serosa intestinal, seda.
  • Mineral: Fio de ouro, fio de bronze.

Características do Fio de Sutura Ideal

O fio de sutura ideal deve apresentar as seguintes características:

  • Segurança do nó
  • Fácil manuseio
  • Baixa reação tecidual
  • Não provocar ou manter infecção
  • Manter as bordas da ferida aproximadas até a fase proliferativa da cicatrização
  • Ser resistente
  • Fácil esterilização
  • Calibre fino e regular
  • Baixo custo

Tipos de Fios de Sutura

Quanto à Absorção

  • Fios Absorvíveis: Perdem a maior parte de sua força tênsil em até 60 dias após o implante, sendo subsequentemente degradados e absorvidos pelo organismo.
  • Fios Inabsorvíveis:
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Transporte de Água e Solutos no Néfron Renal

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Tipos de Transporte: Passivo e Ativo

O transporte passivo ocorre sem gasto energético, enquanto o transporte ativo exige gasto energético.

Exemplos de Transporte Celular

  • Os gases atravessam a membrana livremente, simplesmente saindo e entrando pela membrana (difusão simples).
  • Moléculas lipídicas atravessam a membrana livremente, pois grande parte da membrana é hidrofóbica.
  • Substâncias polares só entram e saem da célula através de proteínas transportadoras, como as aquaporinas.
  • A glicose não consegue atravessar a membrana livremente, pois é uma molécula grande e hidrofílica; logo, precisa de uma proteína transportadora.
  • Os íons têm uma particularidade: eles possuem carga. Devido a isso, sua passagem é seletivamente impedida.

Polarização

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Fisiologia Celular: Membrana, Transporte e Bioeletrogênese

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Introdução à Fisiologia Celular

A célula capta O₂ e nutrientes para produzir energia, liberando CO₂ e metabólitos. No sangue, o Líquido Extracelular (LEC) é denominado plasma, enquanto nos tecidos é chamado de líquido intersticial. Para se obter a homeostasia, é preciso que os sistemas estejam em constante equilíbrio. O feedback negativo ocorre quando o resultado final é diferente do estado inicial, enquanto o feedback positivo reforça o estado inicial.

Membrana Celular

A membrana celular reveste todas as células e organelas.

Composição e Organização

  • Composição: Proteínas e lipídios.
  • Organização: Bicamada fosfolipídica (com regiões hidrofílicas e hidrofóbicas).

Funções e Propriedades

  • Funções: Transporte de substâncias,
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Hipersensibilidade: Causas, Manifestações e Tipos

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Hipersensibilidade

- Respostas imunológicas que geram reações e lesões teciduais;

Causas e Manifestações:

- Doenças autoimunes, reações a antígenos e micro-organismos;

- Pré-disposição genética;

- Pólen, pelos de animais, alimentos, medicamentos, etc;

- Erupção cutânea, sinusite, constrição brônquica, dor abdominal, diarreia e choque sistêmico (ANAFILAXIA).

Hipersensibilidade Imediata ou Tipo I:

- TH2, IgE, mastócitos e eosinófilos;

- Local ou sistêmica;

- Sensibilização: Primeira exposição do organismo a determinado alérgeno. Os linfócitos b capturam o antígeno e apresentam para os linfócitos T, em indivíduos atópicos, o linfócito T se diferencia para TH2 estimulando então a célula b a sofrer maturação e passar... Continue a ler "Hipersensibilidade: Causas, Manifestações e Tipos" »

Patogênese Viral: Virulência, Disseminação e Danos Celulares

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Patogênese Viral: Como Vírus Causam Doença?

A patogênese viral estuda como os vírus causam doença no hospedeiro. A virulência é a capacidade do vírus de causar doença e envolve:

  • O estudo das estratégias de replicação do vírus;
  • A organização dos tecidos e órgãos afetados;
  • A resposta imune do hospedeiro;
  • A forma de entrada do vírus.

Virulência Viral: Estirpes e Fatores Determinantes

Estirpes virulentas causam doença, enquanto estirpes avirulentas ou atenuadas não causam doença, mas são capazes de infectar organismos.

A virulência depende de vários fatores:

  • Do vírus: algumas variantes são mais virulentas que outras;
  • Da dose ou carga viral recebida pelo hospedeiro;
  • Da via de inoculação;
  • Da suscetibilidade do hospedeiro.

Disseminação

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