Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Educação Artística

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Estratégias de Manejo e Controle de Doenças de Plantas

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Manejo da Murchadeira da Batata (Ralstonia solanacearum)

  • Uso de batata-semente sadia: Evitar a introdução do patógeno através de material propagativo infectado.
  • Rotação de culturas: Alternar com culturas não hospedeiras para reduzir a população de patógenos no solo.
  • Controle de nematoides e insetos: Evitar ferimentos nas raízes e tubérculos que facilitem a infecção.
  • Evitar áreas com alta umidade: Reduzir o risco de infecção controlando a irrigação e a drenagem.

Manejo da Requeima no Tomateiro (Phytophthora infestans)

  • Uso de variedades resistentes: Seleção de cultivares com resistência genética à requeima.
  • Tratamento de sementes e mudas: Uso de fungicidas específicos para prevenir a infecção inicial.
  • Rotação de culturas
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Guia de Fitopatologia: Videira, Tomate e Batata

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Cultura da Videira (Uva)

01. Exercício de Verdadeiro (V) ou Falso (F)

  • (V) Plasmopara viticola pode sobreviver como oósporos em restos culturais.
  • (V) O agente causal da antracnose é favorecido pelo excesso de chuva.
  • (F) O oídio da videira é frequente em regiões frias e úmidas do sul do Brasil. (Nota: Ocorre em regiões secas, com baixa umidade relativa do ar).
  • (V) Evitar cachos compactados é uma estratégia de controle do mofo cinzento.
  • (F) A aplicação de calda sulfocálcica no florescimento reduz o míldio. (Nota: É utilizada no período de inverno).
  • (V) O agente causal da fusariose pode ser disseminado pelas mudas.
  • (F) O principal mecanismo de disseminação de viroses são os pulgões. (Nota: Em videiras, o principal é o uso de mudas
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Guia de Doenças de Plantas: Café, Cucurbitáceas e Bananeira

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Ferrugem do Cafeeiro

A ferrugem do cafeeiro é uma doença fúngica que causa:

  • Morte prematura dos ramos
  • Desfolha precoce
  • Diminuição da longevidade da planta
  • Manchas amarelas na face superior das folhas
  • Manchas pulverulentas correspondentes na face inferior das folhas, com esporulação alaranjada.

Etiologia

Agente causal: Hemileia vastatrix (basidiomiceto, parasita biotrófico) – esporulação nos estômatos.

Esporos

Existem dois tipos de esporos:

  • Uredósporos: infectivos
  • Teliósporos: não infectivos

Controle

O controle é realizado através da pulverização da parte aérea, com monitoramento constante:

  1. Dividir a lavoura em talhões uniformes.
  2. Coletar em cada talhão 100 a 300 folhas do terço médio da planta.
  3. Calcular a porcentagem de folhas com ferrugem.
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Crimes Sexuais: Estupro, Assédio e Explicações

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Crimes Sexuais no Código Penal

Este documento apresenta os artigos do Código Penal que tratam de crimes sexuais, com suas respectivas penas.

Estupro (Art. 213)

Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso:

Pena: reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos.

§1º. Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave ou se a vítima é menor de 18 anos ou maior de 14 anos:

Pena: reclusão, de 8 (oito) a 12 (doze) anos.

§2º. Se da conduta resulta morte:

Pena: reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

Violação Sexual Mediante Fraude (Art. 215)

Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio... Continue a ler "Crimes Sexuais: Estupro, Assédio e Explicações" »

Tratado de Arquitetura de Vitrúvio: Análise Completa

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Tratado de Arquitetura de Vitrúvio: Contexto e Impacto

O "De Architectura" (Os 10 livros de arquitetura), de Vitrúvio, escrito no século I a.C., durante o reinado de Augusto, é um tratado abrangente dividido em dez livros que exploram a arquitetura e o papel fundamental do arquiteto. Dedicado ao Imperador Augusto como forma de agradecimento por uma pensão, o tratado destinava-se ao público em geral, incluindo aqueles que encomendavam obras e que poderiam construir sem a assistência direta de arquitetos renomados. Vitrúvio, que não alcançou grande sucesso como arquiteto, escreveu este tratado como um legado para a posteridade. Sendo o tratado mais antigo sobre o tema a chegar aos nossos dias, tornou-se a obra de referência por excelência... Continue a ler "Tratado de Arquitetura de Vitrúvio: Análise Completa" »

Doenças das fruteiras tropicais: citros e abacaxi

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Doenças na cultura dos citros

Doenças causadas por vírus: leprose (ácaro) e tristeza (pulgão-preto).

Doenças causadas por bactérias: cancro cítrico, CVC (clorose variegada dos citros), Greening (HLB).

Doenças causadas por fungos: gomose, verrugose, melanose, pinta-preta, antracnose nas flores.

Cancro cítrico

Agente: bactéria Xanthomonas.

  • Sintomas: lesões salientes e corticosas. Os primeiros sintomas aparecem nas folhas, onde se concentram em maior quantidade do que em frutos e ramos.
  • Danos causados: desfolha de plantas; depreciação da qualidade da produção pela presença de lesões em frutos; redução na produção pela queda prematura de frutos; restrição da comercialização da produção para áreas livres da doença.
  • Disseminação:
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Ciclo de Produção da Batata: Fatores, Desafios e Boas Práticas

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1. Fases de Desenvolvimento da Batata

1.1 Fase I: Da Emergência ao Início da Tuberização (4-5 semanas)

Após a emergência, o desenvolvimento vegetativo se acelera e inicia-se o processo de acumulação de fotossintatos nos tubérculos. A adubação complementar e a amontoa são realizadas nesta fase. O sistema radicular em desenvolvimento aumenta a demanda da cultura por água e nutrientes do solo.

1.2 Fase II: Prolongamento do Início da Tuberização (8-10 semanas)

Esta fase se caracteriza pelo desenvolvimento acelerado da parte aérea e maior acúmulo de fotossintatos nos tubérculos. O florescimento e a frutificação ocorrem em condições favoráveis.

1.3 Fase III: Fase Mais Longa - Do Pico da Vegetação até a Senescência (12-14 semanas)

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Fenologia do cafeeiro arábica em condições tropicais

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Fenologia do Cafeeiro Arábica em Condições Tropicais Brasileiras

Resumo

O café arábica (Coffea arabica L.) leva dois anos para completar seu ciclo fenológico de frutificação. Este estudo propõe uma esquematização em seis fases, considerando os dois anos fenológicos, iniciados em setembro. As fases são: 1ª fase (vegetativa): setembro a março (dias longos); 2ª fase (vegetativa): abril a agosto (dias curtos, indução de gemas vegetativas para reprodutivas); 3ª fase (florada e expansão dos frutos): setembro a dezembro (8 a 15 dias após choque hídrico por chuva ou irrigação); 4ª fase (granação dos frutos): janeiro a março; 5ª fase (maturação dos frutos): abril a junho (após acumulação de 700 mm de evapotranspiração... Continue a ler "Fenologia do cafeeiro arábica em condições tropicais" »

Guia Completo sobre Feijão, Cana e Café no Brasil

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Feijão: Maiores produtores brasileiros: Paraná (23%), Minas (18%), SP (9%), Bahia (9%), Goiás (8%). Formas de crescimento: Determinado: caracteriza-se por ter o caule e os ramos laterais terminando em uma inflorescência e possui número de nós limitado. Quando inicia a floração, esta dá-se do ápice da planta para a base. Indeterminado: possui um caule com crescimento contínuo, numa sucessão de nós e entre nós. A floração inicia-se da base para o ápice da planta. Tipo I: hábito de crescimento determinado, ereto e abusivo. Tipo II: hábito de crescimento indeterminado, arbustivo, ereto e caule pouco ramificado. Tipo III: crescimento indeterminado, prostado ou semiprostado, com ramificação bem desenvolvida e aberta. Tipo IV:

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Vascularização Arterial: Aorta Torácica, Abdominal e Ilíacas

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Aorta Torácica

  • Artérias Intercostais Dorsais: Artéria Braquioesofágica
  • Artéria Costoabdominal
    • Frênica Cranial (Equinos)
    • Frênica Caudal (Todos)

Aorta Abdominal

  • Artéria Mesentérica Cranial
    • Pancreatoduodenal Caudal
    • Jejunais
    • Ileocólica
      • Cecais
      • do Íleo
      • Ramo Cólico
      • Cólica Direita
      • Cólica Média
  • Artérias Renais
  • Artérias Testiculares/Ovarianas
  • Artérias Lombares
  • Artéria Celíaca
    • Artéria Gástrica Esquerda
    • Hepática
    • Gástrica Direita
    • Gastroduodenal
    • Gastroepiploica
    • Pancreatoduodenal
    • Esplênica
    • Gastroepiploica

Artéria Mesentérica Caudal

  • Cólica Esquerda
  • Retal Cranial

Artérias Ilíacas e Ilíacas Internas

  • Artéria Sacral Mediana
  • Artéria Glútea Caudal
    • Obturadora
    • Glútea Cranial
    • Iliolombar
  • Artéria Pudenda Interna
    • Umbilical
    • Uterina
    • Vaginal
    • Testicular
    • Retal Média
    • Retal Caudal
    • Perineal
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