Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de História

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O Século XX: Da Grande Depressão à Guerra Fria

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A Inflexão Intervencionista dos Estados Democráticos

Intervencionismo do Estado

A depressão dos anos 30 revelou as fragilidades do capitalismo liberal. Até então, acreditava-se na livre iniciativa, na livre produção e na livre concorrência como capazes de proporcionar a riqueza social. Interpretavam-se as crises cíclicas como reajustamentos naturais entre a oferta e a procura, que por si se resolveriam, sem ser necessária a regulação das atividades económicas por parte do Estado. As proporções adquiridas no mundo pela crise de 1929 provaram o contrário.

O economista John Keynes duvidou da capacidade autorreguladora da economia capitalista, chamando a atenção para um maior intervencionismo por parte do Estado. Criticou as políticas... Continue a ler "O Século XX: Da Grande Depressão à Guerra Fria" »

Guerra Fria: Bloco Soviético, Expansão e Japão

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O Bloco Soviético e a Doutrina Jdanov

Do lado leste e comunista, Estaline respondeu ao Plano Marshall com a Doutrina Jdanov, que assentava na ideia de divisão do mundo em dois campos opostos: um "imperialista" e um "anti-imperialista". A influência soviética deveu-se à formação do COMECON, em 1949, que pretendia estabelecer a coordenação dos planos económicos e a ajuda financeira; através do Cominform, uma organização internacional dos partidos comunistas, criada em 1947; e à formação de um bloco militar alternativo comunista, através do Pacto de Varsóvia, em 1955. Todos estes instrumentos foram responsáveis pela dominação dos países da "cortina de ferro". Por outro lado, todos estes países contavam com o apoio do Exército... Continue a ler "Guerra Fria: Bloco Soviético, Expansão e Japão" »

Renascimento e Descobrimentos: Cultura, Ciência e Arte

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Centros Culturais do Renascimento

No Renascimento, os principais centros culturais foram: Itália, berço do Renascimento e da cultura, com algumas das mais importantes cidades, como Florença ou Roma. Daí espalhou-se para o resto da Europa, abrangendo países como:

  • Inglaterra
  • França
  • Alemanha
  • Países Baixos
  • Hungria
  • Polónia
  • Portugal
  • Espanha

Condições para a Expansão Cultural

As condições que permitiram a expansão cultural foram:

  • A recuperação demográfica, urbana e mercantil;
  • O crescimento da burguesia, agora mais rica;
  • A centralização do poder político;
  • O aumento demográfico (devido às melhores condições de vida e melhores anos agrícolas);
  • Com isto, a imprensa surge também e a divulgação de textos é mais facilitada, fazendo com que mais
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Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês

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Escreva seu Denis Diderot foi um influente filósofo e uma figura importante no assim chamado “partido dos filósofos”. Conhecido como o fundador da Enciclopédia junto com D'Alembert na Europa de 1758. Essa identificação com o “partido dos filósofos” não era merecida em função dos livros que havia publicado, mas sim por suas atividades à frente da Encyclopédie, que nesse momento passava por uma transição e momentos delicados. D’Alembert, o maior colaborador, havia deixado a elaboração da Encyclopédie e, não bastasse a saída de D’Alembert, no ano seguinte o conselho do Rei revogaria os privilégios da impressão da obra. Diante desses sobressaltos, Diderot entrega a um editor a peça O Pai de Família, juntamente... Continue a ler "Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês" »

Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)

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A Rússia Antes da Revolução

No século XX, a Rússia era um país com uma economia atrasada. Era governada pelo czar Nicolau II, um monarca absoluto cujo poder vinha diretamente de Deus. A monarquia russa era apoiada pela nobreza e pelo clero. A maioria da população era composta por camponeses. Devido ao atraso do país, a burguesia e os trabalhadores não eram numerosos.

Revolução de Fevereiro de 1917

Após o assassinato de Rasputin, a burguesia russa iniciou uma revolução e rejeitou a forma czarista. Estabeleceu-se um parlamento e um governo, criando uma república na Rússia. O governo burguês de Kerensky desejava manter a aliança com a França e demonstrar sua vontade de continuar na Primeira Guerra Mundial. Kerensky organizou uma... Continue a ler "Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)" »

O Primeiro Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

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O 1º Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

Instituições

  • Exército: Defendia o regime e o seu sistema jurídico. Tinha jurisdição sobre os crimes políticos através dos "conselhos de guerra". Franco seguia a sua ideologia: anticomunismo, rejeição do separatismo e tenacidade em assuntos de política pública.
  • Falange: Defendia uma síntese do patriotismo nacional e autoritarismo fascista. Franco assumiu o partido e a Falange foi diluída no chamado Movimento Nacional.
  • Igreja Católica: Representava um elemento punitivo da legitimidade do regime de Franco. A Concordata de 1953 consolidou a presença da Igreja no ensino secundário e na vida intelectual. Havia uma estreita aliança entre a Igreja e o novo estado. A Igreja
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h2 A Era do Imperialismo: Causas, Conquistas e Consequências

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A era do imperialismo

A Era do Imperialismo, durante o último terço do século XIX, os países industrializados do mundo experimentaram um período de paz e de prosperidade econômica, na sequência dos progressos realizados pela Segunda Revolução Industrial.

1. O Imperialismo e Suas Causas

1.1. Europa Chave

No último terço do século XIX, a Segunda Revolução Industrial transformou a economia da União Europeia. As principais potências (Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica, Alemanha, etc.) As inovações técnicas, novas formas de organização do trabalho e o crescimento dos bancos permitiram um aumento espetacular da produção e do comércio e a melhoria dos transportes.

1.2. As Causas do Colonialismo

O colonialismo era sobretudo... Continue a ler "h2 A Era do Imperialismo: Causas, Conquistas e Consequências" »

Constituição de 1822 vs. Carta Constitucional de 1826

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Comparação: Carta Constitucional de 1826 vs. Constituição de 1822

A Constituição de 1822: Um Diploma Arrojado

A Constituição de 1822 é um diploma arrojado para o seu tempo. Eis as suas principais deliberações:

  • Direitos dos Cidadãos e Sufrágio: Os direitos dos cidadãos foram assegurados. A Constituição Política da Nação Portuguesa tinha por objetivo manter a liberdade, a segurança e a propriedade de todos os portugueses. Porém, a ausência de representação das classes populares nas Cortes repercutiu-se na afirmação do sufrágio não-universal. (Título III - Capítulo I, item 33 - "Na eleição dos deputados têm voto os portugueses que estiveram no exercício dos direitos do cidadão(...). Da presente disposição se
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Direito e Cidadania na Grécia Antiga: Atenas e Esparta

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Cidadãos na Grécia

Segundo a lei ateniense de Péricles, eram considerados cidadãos os homens filhos de pessoas detentoras do mesmo estatuto. Era também necessário que o pai reconhecesse o filho e que este fosse enquadrado na estrutura social vigente na cidade natal. Contudo, os procedimentos variavam: em Esparta, o direito à vida do recém-nascido era decidido pelo conselho de anciãos, após avaliar a robustez da sua compleição física. Se não cumprisse determinados parâmetros, era deixado ao abandono ou lançado no Taigeto, precipício nas cercanias da cidade.

Filosofia Política: O Germe da Democracia

Com Sócrates, Platão e Aristóteles, a Grécia, formada por inúmeras cidades-estado (polis) independentes, desenvolveu ordenamentos... Continue a ler "Direito e Cidadania na Grécia Antiga: Atenas e Esparta" »

Direito Romano: Monarquia à Queda

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Direito na Monarquia e República Romana

A forma de governo adotada em Roma até o século VI a.C. foi a Monarquia. Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.

Esse período foi marcado pela invasão de outros povos (etruscos) que, durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus reis. Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco (Tarquínio, o Soberbo), e fundaram uma República. No lugar do rei, elegeram dois magistrados para governar.

Já no início da República, a sociedade romana estava dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.

A decadência política, social e econômica fez com que a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200 anos. Apesar disso, os romanos... Continue a ler "Direito Romano: Monarquia à Queda" »