Ação de processo ordinário

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5- Estas diferentes “racionalidades” conduziriam  a uma teoria de decisão racional e compreensiva  ( em voga  nos anos  60 e 70) e poderiam garantir uma certeza na recomendação, mas tal não acontece:1- a ação política raramente  é consensual; 2- não há uma hierarquização de metas e objectivos a alcançar; 3- não há a capacidade de antever todas as alternativas políticas 4- não há a capacidade de antever todas as consequências 5- não há a capacidade de antever a maximização dos resultados.O que podemos ter são critérios de decisão pára a escolha racional:1- Eficácia. ( resultados)  2- Eficiência ( custos associados) 3- Equidade (  racionalidade social; distribuição de efeitos e esforços  entre diferentes grupos; relacionado com concepções concorrentes de justiça e os quadros éticos vigentes) 4- Adequação ( relação entre a eficácia e a satisfação de necessidades, valores e oportunidades que originaram o problema) 5- Grau de resposta. 6-Vantagens do aconselhamento político:1- trazer as diferentes partes pára o processo de decisão permite que novas perspectiva e valores sejam incorporadas e levadas em linha de conta; permite também que a experiência dos serviços da administração pública seja valorizado; 2- processos intensivos de aconselhamento permitem criar pontes entre diferentes  perspectivas o que reduz a conflitualidade, ou pelo menos aumenta a compreensão dos  motivos e valores das outras partes. 7-Estas questões colocam-se tanto no sector público como no privado, Existem importantes diferenças entre o sector público e o sector privado. Sector público: a sua natureza política ( envolve negociação, compromisso, conflito entre cidadãos, grupos, administrações, etc.); a natureza colectiva dos objectivos ( os objectivos pretendem reflectir as preferências da sociedade ou o interesse público que muitas vezes envolvem o conflito entre critérios de eficiência, eficácia, equidade, entre outros); a natureza dos bens públicos) Tanto o sector privado como o público produz este 3 tipos de bens, no entanto verifica-se uma tendência pára o sector público se ocupar da produção de bens quer colectivos quer semi-colectivos como: Defesa, Segurança pública, iluminação, Transportes, Protecção ambiental, Conservação, energética, Protecção social – segurança social, Educação ( exemplo de um bem semi-colectivo)

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