Análise do II Ato: A Prisão de Gomes Freire

Classificado em Língua e literatura

Escrito em em com um tamanho de 3,2 KB

II Ato: A Prisão de Gomes Freire

Matilde e Sousa Falcão tentam salvar o General, que acaba por ser executado juntamente com os outros conspiradores.

  • Cena 1 (pág. 77): Monólogo de Manuel sobre a situação política em Portugal (idêntico ao do Ato I); informação sobre a prisão de Gomes Freire.
  • Cena 2 (pág. 79): Diálogo entre populares: além do general, muitas pessoas foram presas durante a noite.
  • Cena 3 (pág. 80): Chegada da polícia que obriga o grupo de populares a dispersar. Rita relata a prisão do general, a que ela própria assistiu.
  • Cena 4 (pág. 83): Em casa, Matilde de Melo contesta valores como a coragem, a lealdade e a justiça, fazendo a apologia do comodismo. Matilde recorda os bons momentos passados com Gomes Freire.
  • Cena 5 (pág. 86): Diálogo entre Matilde e António de Sousa Falcão: denuncia-se a política dos governadores e a religião; Matilde assume uma posição combativa e António mostra-se solidário.
  • Cena 6 (pág. 90): Monólogo de Matilde: recordações de Gomes Freire.
  • Cena 7 (pág. 91): Matilde procura Beresford e, após relatar a sua vida com Gomes Freire, implora a libertação deste, mas Beresford mantém uma posição irónica e arrogante.
  • Cena 8 (pág. 97): Entra em cena um padre que noticia a condenação dos revolucionários.
  • Cena 9 (pág. 100): Diálogo entre Matilde e os populares, no qual estes exprimem uma aparente indiferença perante os acontecimentos. Um popular refere a promoção de Vicente.
  • Cena 10 (pág. 103): Diálogo entre Matilde, Manuel e Rita: o silêncio e a indiferença iniciais são justificados pela impotência do povo.
  • Cena 11 (pág. 110): Sousa Falcão traz notícias sobre a degradação e humilhação sofridas por Gomes Freire e pelos revolucionários presos.
  • Cena 12 (pág. 118): Matilde e Sousa Falcão procuram D. Miguel Forjaz, mas este faz saber, através do seu criado, que não os receberá.
  • Cena 13 (pág. 119): Monólogo de Matilde: evidencia-se a revolta da personagem perante a recusa de D. Miguel.
  • Cena 14 (pág. 121): Matilde procura o Principal Sousa: o discurso estereotipado do governador contrasta com a denúncia da hipocrisia da Igreja feita por Matilde.
  • Cena 15 (pág. 126): Entra em cena o confessor do General Gomes Freire, Frei Diogo, que, ao reconhecer as qualidades do prisioneiro, estimula a fúria de Matilde contra a injustiça da condenação.
  • Cena 16 (pág. 128): Diálogo entre Sousa Falcão, Matilde e o Principal Sousa: Matilde lança um apelo desesperado; o Principal Sousa tem uma “crise” de honestidade.
  • Cena 17 (pág. 135): Num outro espaço, Manuel e os populares falam sobre a morte de Gomes Freire.
  • Cena 18 (pág. 136): Sousa Falcão lamenta não ter a coragem do amigo e Matilde, em estado de alucinação, julga ver Gomes Freire e despede-se dele emocionada.

Entradas relacionadas: