Canções de TFM: Gritos de Guerra e Hinos Militares
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1. CAVEIRA
Caveira, caveira, pedaço de osso seco,
Desejo de muitos, privilégios de poucos.
A quem as possui, pros fracos é louco,
Banhada no sangue, forjada no fogo.
Caveira, caveira e o resto é besteira.
Pro cidadão é Deus, pro vagabundo é o capeta.
É quem me fortalece, no frio me aquece,
No calor do combate é quem prevalece.
E quando o sangue inundar a favela,
Diante a todos corpos no peito sustento ela.
É quem me fortalece, no frio me aquece,
No calor do combate é quem prevalece.
No calor do combate é quem me protege.
3. Você só me critica, mas não vem dar o corpinho, não levou tapa na cara, foi criado com Todynho.
4. Invoque os espíritos da guerra!
5. Dos outros batalhões, o meu é ao contrário.
Você me perguntou:
Por que não é murado?
Os muros lá do Choque são os seus soldados.
Até onde o corpo aguenta, nós somos humanos;
Depois desse momento, nós somos choqueanos.
6. Não espere de um predador a tal da compaixão!
Não há nenhum acordo entre a foca e o tubarão.
Veja em meus olhos morte e destruição.
7. Ai, ai, ai, Itatiaia! Ai, ai, ai, Itatiaia!
Itatiaia tem um parque que não é de diversão.
Aquilo lá não é um parque, é campo de concentração.
8. Olha a caveira dele no chapéu...
9. Toda vez que anoitece, não consigo adormecer, a escuridão...
9.1. É tão lindo ser honesto...
10. Esse é o curso, curso de ouro.
11. Fui num forró na casa da Lili...
12. A mulher do fuzileiro...
13. Corridinha mixuruca.
14. Olhei para minha farda e não cabia mais brevê...
15. Coveiro Raimundo.
16. Só fico tranquilo quando o mar está de ressaca...
17. Dei o toque no quartel, convocando o Batalhão.
18. Guerreiro camuflado, tático operacional.
19. Deus lá em cima sabe muito bem.
20. Com uma faca de combate...
21. Ah, a adaga é o sigilo...
22. Xambioá 1973.
23. Coisa boa, coisa boazinha é uma subidinha.
24. Time tático.
25. Dois toques na sirene convocaram a prontidão.
26. Lampião subiu a serra...
27. À meia-noite lá na mata...
28.
28. Sou combatente, sou guerreiro,
Sou lá do Choque, um patrulheiro.
Entra favela, madrugada,
É água fria, água gelada.
Ai, gari, gari, garu,
Tira essa farda azul,
Que aqui só tem guerreiro,
Combatente patrulheiro.
29. Eu tenho uma mania que já é tradição:
De nunca me entregar, de não cair no chão.
Por isso, quando eu vejo a faca na caveira,
Eu sei que vou ralar a minha vida inteira.
Uniforme camuflado, pouca água no cantil,
A mochila pesa muito, em guarda alta o fuzil.
O que estou fazendo, pouca gente quer fazer;
A fome, o frio é grande e o sono é pra valer.
Mas se me perguntarem, eu respondo em alto tom:
É no fogo bem mais forte que se forja o aço bom!