Características do Capitalismo e Modelos de Produção

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Características do Capitalismo

Existem dois sistemas político-econômicos praticados no mundo, denominados capitalismo e socialismo. Esses se diferem pelas ideias e características totalmente distintas.

Atualmente, há uma predominância significativa do capitalismo — este possui uma série de aspectos essencialmente ligados ao capital produtivo e sua acumulação.

São características clássicas do capitalismo:

  • Propriedade privada: consiste no sistema produtivo vinculado à propriedade individual.
  • Lucro: é o principal objetivo capitalista, proveniente do resultado da acumulação de capital.
  • Economia de mercado: livre iniciativa da regulação do mercado, sem ou pouca intervenção do Estado. Esse processo ocorre por meio da oferta e da procura, que regula os preços e os estoques das mercadorias. O Estado tem a responsabilidade de intervir somente em casos delicados e também na implantação de medidas que garantem a estabilidade econômica.
  • Divisão de classes: este é um dos pontos mais polêmicos do capitalismo. De um lado está uma minoria denominada "capitalista" ou donos dos meios de produção e de capitais; e do outro lado a maioria chamada "proletários", pessoas que vendem sua força de trabalho em troca de um salário que garanta saúde, alimentação, transporte, lazer, etc. No entanto, é nesse ponto que se constitui a divisão das classes, uma vez que nem sempre o capitalista oferece uma remuneração que seja suficiente para sanar todas as necessidades básicas da maioria dos trabalhadores. Desse processo, o capitalista adquiriu a mais-valia, que corresponde aos lucros oriundos do trabalho do proletário.

Desenvolvimento de um País

Desenvolvimento nada mais é do que um processo que envolve mudanças, um tipo de crescimento, uma evolução, ou seja, um progresso. Um dos assuntos mais discutidos atualmente é o desenvolvimento, seja ele pessoal, profissional ou mundial; todo mundo quer se desenvolver de alguma forma, ou então quer ver o desenvolvimento de seu próprio país.

Milhares de reuniões acontecem todo ano para discutir as formas de desenvolvimento. O mais atual é o desenvolvimento sustentável, ou seja, uma maneira de continuar evoluindo o mundo, suprindo as necessidades da população sem agredir tanto a natureza e causar mais danos.

Já no Brasil, quando se fala em desenvolvimento, é necessário que se pronuncie no plural, pois os nossos problemas são inúmeros e a necessidade igual. Pelo fato de sermos um país emergente, está-se caminhando ainda rumo a uma vida melhor para todos os cidadãos. São bem visíveis nossos problemas: a violência, educação, saúde e muitas outras questões, mas que com o tempo se resolverão, tanto as questões nacionais quanto as internacionais.

Teoria de Taylor e Ford

No Fordismo, o trabalhador é praticamente adestrado e o trabalho é repetitivo. O cara não precisa ser tão especializado. No Taylorismo, há a racionalização do trabalho, onde Taylor estudou o comportamento dos trabalhadores e visou qualificá-los para que fossem mais eficientes. Em suma, o que diferencia os dois modelos é a qualificação do trabalhador, já que ambos tratam de produção em massa.

Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915), engenheiro mecânico, desenvolveu um conjunto de métodos para a produção industrial que ficou conhecido como Taylorismo. De acordo com Taylor, o funcionário deveria apenas exercer sua função/tarefa no menor tempo possível durante o processo produtivo, não havendo necessidade de conhecimento da forma como se chegava ao resultado final.

Sendo assim, o Taylorismo aperfeiçoou o processo de divisão técnica do trabalho, sendo que o conhecimento do processo produtivo era de responsabilidade única do gerente, que também fiscalizava o tempo destinado a cada etapa da produção. Outra característica foi a padronização e a realização de atividades simples e repetitivas. Taylor apresentava grande rejeição aos sindicatos, fato que desencadeou diversos movimentos grevistas.

Henry Ford (1863 – 1947), por sua vez, desenvolveu o sistema de organização do trabalho industrial denominado Fordismo. A principal característica do Fordismo foi a introdução das linhas de montagem, na qual cada operário ficava em um determinado local realizando uma tarefa específica, enquanto o automóvel (produto fabricado) se deslocava pelo interior da fábrica em uma espécie de esteira. Com isso, as máquinas ditavam o ritmo do trabalho.

O funcionário da fábrica se especializava em apenas uma etapa do processo produtivo e repetia a mesma atividade durante toda a jornada de trabalho, fato que provocava uma alienação física e psicológica nos operários, que não tinham noção do processo produtivo do automóvel. Essa racionalização da produção proporcionou a popularização do automóvel de tal forma que os próprios operários puderam adquirir seus veículos.

Tanto o Taylorismo quanto o Fordismo tinham como objetivos a ampliação da produção em um menor espaço de tempo e dos lucros dos detentores dos meios de produção através da exploração da força de trabalho dos operários. O sucesso desses dois modelos fez com que várias empresas adotassem as técnicas desenvolvidas por Taylor e Ford, sendo utilizadas até os dias atuais por algumas indústrias.

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