Comparativo: Idade Média, Renascimento e Barroco

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RenascençaBarroco
  • O Império Espanhol dominando o mundo.
  • A Espanha perde o controle do mar: declínio militar e político.
  • Escritores exaltam o monarca: otimismo.
  • Crítica aos monarcas passados da Casa de Áustria: decepção.
  • A Espanha está aberta para a Europa e a América.
  • A Espanha está fechada.
  • Equilíbrio, serenidade e naturalidade.
  • Exagero e contraste claro-escuro.
  • A vida como um fim em si mesma.
  • A vida é dominada pelo pessimismo.
  • Literatura: entretenimento e lazer.
  • Literatura: aconselhar e orientar.
  • A expulsão dos mouros:
  • O declínio militar:
  • A crise econômica:
  • Isolamento cultural:
  • Desapontamento
  • A Guerra da Sucessão:
  • Estilo
  • Interesse na língua:
  • Desejo por originalidade
  • Luta dos contrários:
  • Dramatização do Mundo:
  • Tópicos
  • Passagem inexorável do tempo:
  • Morte:
  • Vida:
  • Solidão
  • Recursos do Conceptismo
  • Metáforas, imagens e metáforas
  • Jogos de palavras (Word Games)
  • Paradoxos, paradoxos e contrastes
  • Ambiguidades e duplos sentidos
  • Animação e humanização
  • Antítese e hipérbole
IDADE MÉDIARENASCIMENTO (RENAISSANCE)

- Teocentrismo: Deus como centro do mundo.

A teologia e a abordagem ao conhecimento de Deus tornam-se o principal saber.

Leituras preferidas sobre religião: a Bíblia e a vida dos santos.

A vida é vista como um caminho para o céu. Oração e meditação espiritual acompanham a existência humana.

O homem sente-se integrado na comunidade: a Igreja e os Estados Unidos (Estamentos).

- Escrita criativa de forma anônima e criação artística coletiva: épicos, igrejas colegiadas e catedrais.

- Antropocentrismo: o homem como o centro do mundo.

O universo e a natureza tornaram-se objeto de observação e conhecimento.

A história e os mitos da tradição greco-romana são incorporados nos romances da literatura.

O gozo dos prazeres terrenos e bens materiais como algo permitido por Deus.

Celebra-se a liberdade e a responsabilidade pessoal do indivíduo.

O artista ou criador reivindica a autoria e assina suas obras, buscando o reconhecimento de seu trabalho.

  • Amor: concebido como uma devoção contínua à amada, sempre inatingível e repleta de melancolia e dor.
  • A descrição da beleza das mulheres.
  • Descoberta da Natureza: apresentada como um espaço ideal que serve de base para as reflexões de um poeta. Recupera o tópico clássico locus amoenus ("lugar aprazível"), do poeta latino Virgílio, para representar um cenário em que existem elementos como fontes e rios serenos.
  • Relacionado ao locus amoenus, há a figura da oposição rural/urbano ou corte/aldeia, já presente na ode "Beatus Ille" de Horácio, traduzida por Fray Luis de León. A corte é vista como a rainha da ambição e da inveja.
  • O tema do carpe diem inclui considerações sobre o tempo e, consequentemente, a necessidade de que os jovens apreciem o amor e o prazer.
  • As histórias da mitologia grega e romana fornecem motivos que contribuem para enobrecer os sentimentos do autor.

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