Crescimento e Desafios da Aviação na América Latina

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(6) A fim de estudar a importância de investir em conexões otimizadas para grandes mercados, tem sido discutida a adição de um novo serviço em cada país. Na figura, estudamos a incorporação da rota de Santiago do Chile para Auckland e Sydney em relação a 2006, quando ingressou. Podemos verificar que uma conexão de qualidade para o país resulta, no curto prazo, em um grande aumento na geração de tráfego de passageiros e em suas vantagens econômicas associadas (7).

Estudamos também a importância de manter os impostos e taxas aeroportuárias em níveis de custos eficientes. Ao estimar o impacto de um aumento hipotético de 50% nas taxas médias de embarque por passageiro, estima-se que isso aumentaria a tarifa média, resultando na redução do número de passageiros nos dois sentidos. Isso geraria custos econômicos aos passageiros devido ao aumento dos custos de viagens. Haveria também um maior custo para a economia: uma queda do PIB, perda de empregos, queda na renda salarial e menores receitas de imposto de renda. Como enfatizamos, é fundamental manter um custo eficiente e adequado.

(8) A seção seguinte contém uma breve análise do mercado de aviação comercial. Embora a indústria da aviação mundial atravesse um momento difícil, o estudo indica que as viagens aéreas dentro da América Latina crescerão a uma taxa de 6,5% ao ano durante este período, bem acima da média mundial de 4,9%.

De acordo com a IATA, existem três passos para os governos na América Latina: (slide leitura) (9). É importante implementar o modelo de baixo custo (low-cost), como ocorreu em outras regiões e países (EUA, Europa e Ásia), o qual promove um desenvolvimento de mercado forte e facilita o crescimento do transporte aéreo de forma exponencial. Aqui estão os principais modelos low-cost nos EUA e na Europa.

Até agora, a América Latina teve um desenvolvimento importante, com exceção de casos isolados. Nos casos onde o sistema foi introduzido (Brasil e México), a resposta foi imediata: aumento do tráfego aéreo e do mercado potencial. Como vemos no Brasil, operam empresas de baixo custo como GOL e AZUL; no México, temos a Interjet e a Click Mexicana. O modelo preditor de baixo custo na América Latina deve ter um forte impacto no sistema regional de transporte aéreo e, provavelmente, aumentará ainda mais as previsões de crescimento estimadas para a região.

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