Delineamentos Experimentais: DIC e DBC
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Cálculos Estatísticos Básicos
Primeiro, calcula-se a média (x), o desvio padrão (sx), a variância (sx²), e o coeficiente de variação (sx/x.100).
Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC)
Vantagens do DIC:
- A análise estatística é simples, mesmo quando o número de repetições por tratamento é variável.
- O número de Graus de Liberdade para o resíduo é o maior possível.
Desvantagens do DIC:
- Exige homogeneidade TOTAL das condições experimentais.
- Pode conduzir a uma estimativa de variância residual bastante alta, uma vez que, não se utilizando do princípio do controle local, todas as variações, exceto as devidas a tratamentos, são consideradas como variação do acaso.
Onde: C = fator de correção; y = cada um dos dados; n = número de parcelas.
Onde: y = cada valor obtido; C = fator de correção.
Onde: T = total de cada tratamento; r = número de repetição de cada tratamento.
Onde: k = número de tratamentos.
Onde: k = número de tratamentos; r = número de repetição.
Delineamento em Blocos Casualizados (DBC)
Vantagens do DBC:
- Controla as diferenças que podem ocorrer nas condições experimentais entre os blocos.
- Permite, em partes, utilizar qualquer número de tratamentos e de blocos.
- Conduz a uma estimativa mais exata para a variância residual, uma vez que a variação ambiental entre os blocos é reduzida.
- A Análise de Variância é simples, sendo apenas um pouco mais demorada do que no caso de experimentos em DIC, já que há mais uma causa de variação que deve ser isolada (Blocos).
Desvantagem do DBC: A exigência de homogeneidade das parcelas dentro de cada bloco limita o número de tratamentos, que não pode ser muito elevado.
Onde: C = fator de correção; y = cada um dos dados; n = número de parcelas.
Onde: y = cada valor obtido; C = fator de correção.
Onde: T = total de cada tratamento; b = número de blocos; C = fator de correção.
Onde: B = total de cada bloco; t = total de tratamentos; C = fator de correção.
Princípios Básicos da Experimentação
Casualização: Consiste em distribuir os tratamentos pelas parcelas através de sorteio. Com isso, estaremos oferecendo a mesma chance a todos os tratamentos de ocuparem uma determinada posição ou parcela na área experimental.
Controle Local: É usado quando a área experimental é heterogênea. Nesses casos, ela é subdividida em áreas menores e homogêneas. Em cada uma devem-se colocar todos os tratamentos, de preferência em igual número. Caracteriza-se assim o que se chama de BLOCOS.
Um bom exemplo de controle local é a instalação de experimentos em terrenos em declive. Naturalmente, espera-se que haja um gradiente de fertilidade, ou seja, as partes mais baixas do terreno sejam mais férteis que as partes mais altas.