Estudos Bíblicos: A Missão, a Ascensão e a Igreja
Classificado em Religião
Escrito em em
português com um tamanho de 6,67 KB
1) O consolo de Jesus aos discípulos
Pois Ele já sabia da Sua morte e ressurreição. De repente, ao mesmo tempo que parecia finalmente aceitar Seu destino de Rei e Messias, Jesus começou a chorar sobre a cidade, lamentando Sua rejeição pelos líderes e as consequências que viriam disso. Para complicar, os discípulos ainda se lembravam de como, a caminho da cidade, Ele tinha falado sobre Sua morte e ressurreição. Por isso, à hora da ceia de Páscoa, o clima estava tenso. O que era para ser uma solene celebração estava parecendo um velório. Jesus percebeu o desconforto de Seus discípulos e, apesar de também estar profundamente angustiado, tirou tempo para confortá-los.
2) O significado do casamento bíblico (Assinale a falsa)
Nos tempos bíblicos, o casamento começava a partir de um acordo entre famílias. Era o noivo que tomava a iniciativa, viajando da casa dos pais para a casa de sua amada. Uma vez lá, se todos estivessem de acordo, o pai da moça estipulava um preço para que o rapaz pudesse se casar com ela. Era o famoso "dote", que, de acordo com o Dicionário Bíblico Almeida, era o "preço que o pretendente pagava aos pais da noiva (Gênesis 34:12) ou que a noiva dava ao noivo (1 Reis 9:16)". Em nossa cultura, isso é considerado estranho. Parece que o pai está negociando a própria filha. Para eles, no entanto, o sentido era outro. Ao aceitar pagar o dote, o rapaz demonstrava que era trabalhador, amava muito a noiva (pois estava preparado a suar a camisa para se casar com ela) e era nobre, uma vez que estava disposto a indenizar a família por tirar de casa uma joia preciosa. Feito o acordo, o noivo retornava à casa de seu pai com um compromisso duplo: conseguir dinheiro para pagar o dote e preparar uma casa para sua futura esposa, geralmente nas terras de sua família. Depois de meses de ausência, ele voltaria com uma comitiva de amigos, parentes e testemunhas para buscar sua noiva. O dia do retorno era, portanto, o momento mais festivo, dia das bodas ou cerimônia de casamento.
3) A Nova Aliança (Assinale a verdadeira)
Semelhantemente a um noivo propondo casamento, à hora da Ceia, Jesus fez um acordo com os discípulos e o chamou de "nova aliança do Seu sangue", uma aliança feita não apenas com eles, mas com muitos (Mateus 26:28; Marcos 14:24; 1 Coríntios 11:25). Em seguida, anunciou que iria para a casa do Pai, a fim de preparar uma morada eterna para Sua amada esposa, a Igreja.
4) A Segunda Vinda (Complete a frase)
A doutrina da Segunda Vinda terá fracassado, no que nos diz respeito, se não nos fizer perceber que a cada momento de cada ano em nossa vida a pergunta de Donne - 'E se a presente fosse a última noite do mundo?' - é igualmente relevante.
5) A Ascensão de Jesus (Marcar a falsa)
A ascensão de Jesus correspondeu ao Seu retorno literal e corporal ao Céu. Enquanto os discípulos se esforçavam para ter um último vislumbre de seu Mestre, uma nuvem O escondeu da vista deles, e dois anjos apareceram, prometendo que Ele voltaria da mesma forma como havia subido ao Céu (Atos 1:9-11). A ascensão é um dos eventos mais importantes registrados no Novo Testamento. Infelizmente, muitos cristãos não compreendem a profundidade de seu significado. Há poucos livros sobre o assunto, pois normalmente os leitores da Bíblia se concentram mais na morte e na ressurreição de Jesus. Contudo, a ascensão é fundamental, especialmente nos escritos de Lucas. De acordo com documentos datados do século II, Lucas era um médico e estudante de leis que colaborou com o apóstolo Paulo e escreveu uma história do cristianismo dividida em duas partes: o evangelho e o livro de Atos. O episódio da ascensão foi tão importante que Lucas terminou a primeira parte de seus escritos com ela (Lucas 24:50, 51) e começou a segunda relatando-a novamente (Atos 1:9-11). Em Atos 2:30-33, Efésios 4:8-10 e 1 Timóteo 3:16, a ascensão é mencionada como um fato incontestável, enquanto em Hebreus 10:12 Jesus aparece entronizado no Céu.
6) Significados da Ascensão (Marcar a falsa)
- Sinalizou o fim do seu ministério terreno.
- Mostrou que realmente Ele tem poder sobre a morte.
- Garantiu a certeza de que Ele realmente voltará para a busca de seus discípulos.
- A ascensão também confirma que Jesus é Deus.
- A ascensão finalmente permitiu que Cristo preparasse um lugar para nós.
7) O Poder do Espírito Santo (Marcar a falsa)
O cristianismo é hoje a maior religião do mundo, com 2,382 bilhões de adeptos, o que corresponde a 31,1% da população religiosa global. Contudo, o começo foi humilde e marcado por dificuldades, inclusive perseguições. Um dos fatores mais decisivos para o impulso inicial da nova fé foi o poder concedido pelo Espírito Santo. Em Atos 1:4 e 5, Jesus disse para o grupo de discípulos ficar em Jerusalém até receber o poder do Alto. Caso saíssem sem essa capacitação, eles certamente fracassariam. Quando o Espírito Santo desceu sobre eles (Atos 2), em cumprimento às promessas de Joel 2:28-31, os discípulos foram habilitados para revolucionar o mundo.
8) Referência Histórica
John Singleton Copley.
9) A Partida de Jesus (Assinale a falsa)
Segundo João 16:7-16, Jesus precisava ir embora porque, somente assim, o Espírito Santo poderia vir. A ida de Jesus permitiria que o Consolador viesse para guiar, ensinar, fortalecer e convencer o mundo da verdade. Então, Sua partida era importante para que a obra continuasse através do Espírito Santo.
10) A Missão da Igreja (Assinale a falsa)
A Igreja cristã foi fundada por Jesus como uma agência missionária para proclamar as boas-novas da salvação, servir ao mundo e transformar vidas. Essa missão é uma extensão da missão de Deus no mundo, agindo como Jesus agiria e seguindo-O aonde Ele fosse. Ser Igreja é encarnar o amor divino e fazer uma diferença positiva na vida das pessoas, com reflexos pela eternidade afora. Por isso, o que a Igreja é e o que ela faz são coisas muito importantes, pois expressam os valores do Reino de Deus. Como instituição, ela retrata, acima de tudo, um grupo de pessoas leais a Jesus. Nós somos a Igreja. No entanto, não devemos achar que a missão pertence apenas à Igreja, como instituição. Todos devem se envolver. Ellen White (1995, p. 195) destaca essa responsabilidade: "Todo verdadeiro discípulo nasce no Reino de Deus como missionário. Aquele que bebe da Água Viva faz-se fonte de vida. O depositário torna-se doador. A graça de Cristo na alma é uma vertente no deserto, fluindo para refrigério de todos, e tornando os que estão prestes a perecer ansiosos de beber da Água da Vida."