Primeira divisão do trabalho: as tarefas como guerrear, caçar e garantir a proteção do grupo eram reservadas para os homens, enquanto os trabalhos domésticos e os cuidados com os filhos eram reservados para as mulheres.
Trabalho na Antiguidade: era manual, considerado uma atividade menor, desprezível, que em pouco se diferenciava da atividade animal.
Santo Tomás de Aquino se referia ao trabalho: como um bem árduo, por meio do qual cada indivíduo se tornaria um homem melhor.
Trabalho na Idade Moderna: o trabalho foi revalorizado e, principalmente, o sucesso econômico foi interpretado como um sinal da bênção de Deus.
Friedrich Hegel definia o trabalho: como autoconstrução do homem; ele destaca o aspecto positivo do trabalho.
Objetivação: capacidade de o homem se objetivar, se exteriorizar nos objetos e nas coisas que cria.
Alienação: o homem deixa de identificar seus produtos como obra sua.
Trabalho alienado: costuma ser marcado pelo desprazer, pelo embrutecimento e pela exploração do trabalhador.
Relação produção-consumo: pois quando o trabalhador produz algo, ele consome matéria-prima e os próprios instrumentos de produção.
Propaganda: ela impulsiona a necessidade de consumir nos indivíduos.
Lazer alienado: a indústria cultural vende a diversão (peças de teatro, shows, jornais...) e o consumidor compra lazer como compra seu sabonete.
Sociedade do tempo livre: percebemos que a automatização vem suprindo diversas tarefas rotineiras. É possível imaginar que um dia viveremos em uma sociedade do tempo livre.
Desemprego: o processo tecnológico eliminará cada vez mais o trabalho humano e o esforço físico será substituído pelas máquinas.
Sofistas: professores viajantes que, por determinado preço, vendiam ensinamentos práticos da filosofia. Significava "sábios".
As lições dos sofistas: a argumentação da habilidade retórica, do conhecimento de doutrinas divergentes.
Protágoras: considerado o primeiro e um dos mais importantes sofistas, tendo como princípio básico de sua doutrina a ideia de que o homem é a medida de tudo que existe.
Górgias de Leontini afirmava: nada existia; se existisse, não poderia ser conhecido; mesmo que fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém.
Sócrates: desenvolvia o saber filosófico em praças públicas, conversando com os jovens, sempre dando demonstrações de que era preciso unir a vida concreta ao pensamento. O discípulo de Sócrates foi Platão.
Platão: filosofia produzida a partir de um trauma; fundador da Academia. Filosofia: esforço do pensamento para abandonar o sensível e passar ao inteligível; Teoria das Ideias; Método da Caverna; A República.
Aristóteles: principal aluno de Platão, fundador do Liceu; sistematização de todo conhecimento produzido; da existência para a essência; negação da teoria platônica das ideias.
Filosofias helenísticas: Grécia como parte do Império da Macedônia e de Roma. Temas: conhecimento, ética, felicidade, saúde. Escolas: ceticismo, estoicismo, cinismo, epicurismo e pirronismo.