Exames bacteriológicos de uso corrente
Classificado em Medicina e Ciências da Saúde
Escrito em em
português com um tamanho de 7,46 KB
ENFERMIDADES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO DE EQUÍDEOS 2
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - Doença pulmonar: Broncopneumonia Supurativa Crônica em potros - Abscedação extensiva- Doenças Extrapulmonares: são comuns- Lesões abdominais – ppte intestinais - Lesões oculares – uveíte; ceratouveíte; panoftalmite. - Menos comuns: pericardite; endocardite; abscessos subcutâneos; miosites... - Cavalos Adultos: lesões pulmonares e em linfonodos abdominais. / SINAIS CLÍNICOS: Broncopneumonia Supurativa Crônica- Chaffin et al. (2011): 161 potros ; Tosse (71%) ; Febre (68%); Letargia (53%) ; Aumento do esforço respiratório (43%). Doenças Extrapulmonares: são comuns; Forma abdominal: Febre; Depressão; Anorexia; Perda de peso; Dor abdominal; Diarreia. DIAGNÓSTICO: Broncopneumonia Supurativa Crônica: Epidemiologia; Exame ClíNicó; Exames laboratoriais: hemograma/fibrinogênio/ lavado traqueobrônquico; Exames de imagem: radiografia/ultrassonografia / Ideal: realizar lavado traqueobrônquico de potro com (1) sinais clínicos de doença do trato respiratório posterior; (2) evidência citológica de inflamação das vias aéreas sépticas; (3) evidência radiográfica ou ultrassonográfica de broncopneumonia. /// TRATAMENTO- Tto de escolha (1980’s): Rifampicina e Eritromicina - Altamente ativos contra R. Equi in vitro → atividade bacteriostática. - Uso combinado das duas classes de drogas → reduz a probabilidade de resistência de R. Equi a qualquer droga. Duração da terapia: varia entre 3 e 12 semanas; Depende da gravidade das lesões iniciais e da resposta à terapia.; Depende da resolução dos sinais clínicos, a normalização [fibrinogênio] e a avaliação radiográfica ou ultrassonográfica das lesões pulmonares. Nos últimos anos, a Claritromicina ou a Azitromicina, dois macrolídeos de nova geração, gg substituem a eritromicina; Biodisponibilidades orais aprimoradas, meia-vidas prolongadas e concentrações muito mais altas nas células BAL e no líquido epitelial do revestimento pulmonar (PELF). Contribui pára suas dosagens mais baixas e intervalos mais longos. Nos últimos anos, a Claritromicina ou a Azitromicina, dois macrolídeos de nova geração, gg substituem a eritromicina; Biodisponibilidades orais aprimoradas, meia-vidas prolongadas e concentrações muito mais altas nas células BAL e no líquido epitelial do revestimento pulmonar (PELF); Contribui pára suas dosagens mais baixas e intervalos mais longos.// DESLOCAMENTO DORSAL DE PALATO MOLE: ETIOLOGIA- Doença limitante da performance; Exercício intenso; Disfunção dos nervos e músculos que controlam o palato mole;Inflamação; Hipoplasia da epiglote; SINAIS CLÍNICOS: Intermitente; Ruído expiratório; 30% não apresentam ruído; Intolerância ao exercício; Persistente; Disfagia; Pneumonia por aspiração DIAGNÓSTICO: Ruído expiratório ; Exame endoscópicó; Avaliação funcional da laringe( Indução do deslocamento) ; Endoscópió no início da traqueia; Corréção do deslocamento (Deglutição); Endoscopia em exercício// TRATAMENTO: Conservativo; Intermitentes; Inflamação das vias aéreas; Cirúrgico; Estafilectomia; Miectomia esternotiroióideo / PROGNÓSTICO: Reservado - 60% de melhora /// OBSTRUÇÃO RECORRENTE DASVIAS ÁREAS (ORVA)- Antiga: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)//
ETIOLOGIA 1. Processos inflamatórios primários - Desencadeadores de bronquite e bronquiolite. / 2. Manifestações alérgicas - poeira ou substâncias alérgenas em suspensão no ar (baias mal-ventiladas, camas com pó, ráções fareladas, fenos secos); Partículas em suspensão no ar → Inaladas → Fator irritante e antigêNicó no desenvolvimento da enfermidade 3. Vírus (Influenza), bactérias (Streptococcus sp.; Corynebacterium sp.), parasitas (Dictiocaulus), fungos (Aspergillus)- Idade: usualmente em torno de 5 anos/// influxo de células inflamatórias + produção e acúmulo de muco + contração do músculo liso nas vias aéreas = mudanças na Mecânica respiratória e desenvolvimento de sinais clínicos. PATOGENIA - PROCESSO INFLAMATÓRIO à Produção de muco,restos celulares e exsudato à Brocoespasmo (ação de mediadores químicos e receptores α-adrenérgicos) à Mudança mecânica respiratória → HIPOXEMIA à ↓ complacência e ↑ da resistência pulmonar com baixa troca gasosa/ SINAIS CLÍNICOS - ⇑ FR - Tosse crônica - Secreção nasal - Dificuldade expiratória - Redução do rendimento - Perda do apetite - Redução do peso - Mais grave: narinas dilatadas - Abdômen com linha muscular de esforço (linha da asma) DIAGNÓSTICO - Baseia-se: Anamnese + histórico clíNicó. - Sinais clínicos. Reversibilidade da obstrução das vias aéreas após aadministração de broncodilatador; Resposta à terapia. TRATAMENTO - Sucesso no tto é desafiador; Modificações permanentes no manejo: reduzir a exposição ao alérgeno (pó do feno; pó da cama) e melhorar a qualidade do ar; Ideal pára cavalo ORVA: mantido em pastagens durante 24 horas e acesso; restrito alimentação puverulenta; Alternativa: cama com pouca poeira ou alterações na rotina limpeza. Terapia: Corticosteroides: reduzem a inflamação → melhoram a função pulmonar; Broncodilatadores: proporcionam grande alívio sintomátiço; A escolha do corticosteróidé e do broncodilatador depende: gravidade da doença; custo com o medicamento.; nível de tempo que o proprietário está disposto a investir. Corticosteroides: Casos graves → dexametasona; Melhora rápida (2h) com doses altas; IV ouVO (jejum) // Ésteróides aerossolizados – uso humano: inaladores portáteis de dose calibrada → Fluticasona e a Beclometasona; Vantagem: altas concentrações diretamente no pulmão menores efeitos sistêmicos adversos. /// Corticosteroides - Ésteróides aerossolizados – uso humano: inaladores portáteis de dose calibrada → Fluticasona e a Beclometasona- Desvantagem: Máscara apropriada pára uso em cavalos. - Doenças graves → obstrução das vias aéreas → prejudica a deposição em as vias aéreas periféricas Onerosa e requer tempo e habilidade/ Todos os corticosteroides (incluindo os aerossolizados) induzem a supressão adrenal de maneira dependente da dose, e a menor concentração efetiva deve ser administrada pára reduzir o risco de efeitos adversos! /// Broncodilatadores: Dificuldade respiratória grave → classe broncodilatadores de ação rápida; Fornecem alívio imediato; Duração de ação limitada; Exemplos:Albuterol // Terapia de manutenção → classe broncodilatadores de ação mais longa; Exemplos: Clenbuterol e Brometo de Ipratrópió; Clenbuterol: dose mais baixa → resposta variável; Necessários aumentos na dose; Eficácia como agente anti-inflamatório ORVA ativa ? - ATENÇÃO: pára evitar infecções bacterianas secundárias → uso antimicrobianos!