1. A teoria de Aristóteles não é idealista, como a de Platão (baseada em ideias), mas realista, pois busca compreender a realidade concreta.
2. Aristóteles não criou um "mundo das ideias"; ele observou o mundo sensível, identificou essências e formulou conceitos.
3. Aristóteles é naturalista e dedica-se ao estudo da natureza.
4. O ser, ou substância, é constituído pela união de Forma e Matéria. O ser existe em razão dessa composição.
5.Matéria: É a constituição física do ser (moléculas e átomos que formam diferentes objetos).
6.Forma: São os atributos que definem algo. Inclui a essência e os acessórios. É o que diferencia, por exemplo, uma bola de futebol de uma de basquete. Ao morrer, o ser perde sua forma, restando apenas a matéria.
7.Exemplo: A forma de uma bola de futebol. O "acidente" de ser menor (futsal) não altera o grupo ao qual pertence.
8. Tanto a forma quanto a matéria podem ser esgotadas.
9. Um ser não identificado é apenas um "ser"; ao ser compreendido e definido, torna-se uma substância.
10. A função e a finalidade são partes integrantes de um ser.
11. Os conceitos (como forma e matéria) são construções humanas para organizar a natureza e classificar atributos comuns.
12.Essência: É o que torna algo substancial. Acidentes são variações que não alteram a essência ou a forma (ex: perder um braço não deixa de ser humano).
13. Os acidentes podem surgir ou se desenvolver ao longo da vida.
14. A alteração do ser geralmente modifica seus acidentes (ex: os acidentes da infância diferem dos da vida adulta).
15. O conhecimento verdadeiro, para Aristóteles, une a experiência sensível à razão.
16. Aristóteles defende a existência de uma verdade objetiva, acessível pela lógica, rejeitando o relativismo dos sofistas.
17. Os seres possuem potencialidade para se atualizar, atingindo o ato.
18.Potencial: Expressa uma possibilidade futura de existência.
19.Ato: É o ser em sua realização plena.
20. O ser humano distingue-se dos demais seres por ser dotado de razão.
21. Tudo possui uma causa; Aristóteles define quatro tipos de causas para explicar a existência.
22. Em exemplos metafóricos, como o lobisomem, a matéria permanece a mesma, enquanto a forma é alterada.
23. A substância deve ser compreendida através da razão.