Gestão de Demanda, Capacidade e Teoria das Restrições

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Formas de Influenciar a Demanda no Curto Prazo

  • Promoções de Preços: Iniciativas promocionais podem ocorrer em função do mercado e do comportamento de concorrentes, como descontos por volume ou períodos limitados.
  • Mudança Temporária de Foco: Alterar o segmento de mercado para atender demandas diferentes (ex: clubes noturnos que funcionam como restaurantes no almoço).
  • Comunicação com o Cliente: Informar os melhores horários para consumo, como em campanhas publicitárias sazonais.
  • Acesso Virtual ao Serviço: Reduz o fluxo nas instalações sem perder receita, como pagamentos via internet.
  • Sistema de Reservas: Clientes agendam horários, evitando picos de demanda, como em consultórios médicos.

Formas de Influenciar a Capacidade no Curto Prazo

  • Programação de turnos variando o número de funcionários (banco de horas).
  • Uso de horas extras e turnos extras.
  • Subcontratação de terceiros.
  • Aumento da participação do cliente (self-service).
  • Maximizar a eficiência em horários de pico (foco em atividades críticas).

Conceitos de Capacidade Produtiva

  • Capacidade Produtiva: Volume máximo potencial de atividade que agrega valor sob condições normais.
  • Capacidade Efetiva: Capacidade de produção no tempo disponível, descontando paradas programadas.
  • Produção Real: Volume efetivo após deduzir paradas programadas e não programadas.
  • Gargalo: Recurso limitante onde a demanda é maior que a capacidade produtiva, obstruindo o fluxo.
  • Alargar o Gargalo: Estratégias para diminuir limitações e aumentar a capacidade final de produção.

9 Princípios da Teoria das Restrições

  1. Balanceie o fluxo, não a capacidade.
  2. A utilização de um recurso não gargalo é determinada pelas restrições do sistema.
  3. Utilização e ativação não são sinônimos; ativar recursos não gargalo além da necessidade gera estoques desnecessários.
  4. Uma hora ganha num gargalo é uma hora ganha para o sistema global.
  5. Uma hora ganha num não gargalo é uma miragem (gera apenas ociosidade).
  6. O lote de transferência pode não ser igual ao lote de processamento.
  7. O lote de processamento deve ser variável.
  8. Os gargalos determinam o fluxo e os estoques do sistema.
  9. Programação e capacidade devem ser consideradas simultaneamente.

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