Gestão de Risco e Análise de Carteiras de Investimento
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Coeficiente de Variação (CV): Se dois projetos têm retornos e riscos esperados diferentes, a simples comparação do desvio padrão não fornece informações suficientes para tomarmos nossa decisão de investimento. Obs.: quanto menor o CV, mais favorável é o projeto.
Risco da Carteira: Quando possuímos diversos títulos, ou diversos projetos concomitantes, surge a necessidade de avaliar o risco da carteira, ou seja, o risco por se estar aplicando em diversas alternativas ao mesmo tempo.
- Risco diversificável: Como o próprio nome indica, pode ser reduzido através das combinações de ativos na carteira.
- Risco não diversificável: É intrínseco ao mercado, não permitindo ser reduzido.
Covariância: A covariância assume valores positivos quando os retornos dos ativos se movem de maneira similar em reação às circunstâncias, e negativos quando os retornos esperados dos ativos se movem em sentidos opostos. Se não houver nenhuma relação estável entre os retornos dos ativos (seja de mesmo sentido ou de sentidos opostos), a variância será nula.
Coeficiente de Correlação: Divisão da covariância entre os ativos A e B pelo produto dos desvios padrão de cada ativo. O coeficiente de correlação assume apenas valores entre -1 e +1, inclusive o zero.
CAPM (Capital Asset Pricing Model): É amplamente utilizado para calcular e lidar com o risco de uma carteira de investimentos. Assume a divisão do risco em diversificável e não diversificável.
Coeficiente Beta: Para calcular a sensibilidade do ativo em relação ao mercado, utilizamos técnicas estatísticas de séries temporais. Ao utilizarmos essas técnicas, obtemos uma relação linear média entre o retorno do ativo e o retorno do mercado. Quanto maior o coeficiente beta, maior a sensibilidade dos retornos de nossa ação às variações do retorno do mercado.
Critérios de Avaliação da Carteira: Quando o coeficiente beta é igual a 1,0, nossa análise estatística produz uma linha com ângulo de 45º, ou seja, qualquer que seja a mudança no retorno da carteira de mercado, ela leva a uma mudança de igual proporção no retorno da ação sob análise. Com um beta menor que 1, o retorno é de menor proporção que o da carteira; com um beta maior que 1, o retorno médio supera o da carteira. Quanto maior o beta, mais arriscada é a carteira.