Glicogénio, Vitaminas e Minerais na Performance
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Qual a estratégia a seguir para obtermos boas reservas de glicogénio muscular ou hepático?
As reservas de glicogénio muscular e hepático representam uma importante fonte de fornecimento de glicose ao organismo humano, pois o organismo dispõe de grandes quantidades de glicose num espaço limitado do músculo ou do fígado. As reservas de glicogénio muscular — o supercarburante do músculo — são fundamentais como fonte de fornecimento de glicose à célula muscular.
Estas reservas variam muito de indivíduo para indivíduo segundo o tipo de atividade praticada, o tipo de alimentação e o nível de treino:
- Indivíduo normal sedentário: 10 a 20 g/kg de músculo;
- Atleta bem treinado: 30 a 45 g/kg de músculo;
- Atleta após dieta hiperglucídica: 30 a 45 g/kg de músculo;
- Atleta após corrida intensa e prolongada: 0 a 5 g/kg de músculo.
Quando se esgotam as reservas de glicogénio muscular e o atleta entra em défice de supercarburante, de pouco serve ingerir glicose ou uma bebida rica em hidratos de carbono, pois só o glicogénio permite ao músculo trabalhar a níveis de intensidade elevada e, além disso, a glicose penetra na fibra muscular de uma forma muito lenta.
As vitaminas e os minerais podem aumentar o rendimento desportivo quando tomadas em quantidades superiores às necessidades diárias?
As vitaminas são importantes na alimentação do atleta, mas não aumentam o seu rendimento desportivo quando tomadas em quantidades superiores às necessidades diárias. Podemos dividir as vitaminas em dois grandes grupos:
- Vitaminas hidrossolúveis: complexo B e vitamina C;
- Vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K.
Um atleta com um treino intenso parece ter necessidades vitamínicas superiores às de um indivíduo sedentário, principalmente em relação às vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A e vitamina D. (...?)
Fontes de vitaminas:
- Vísceras de animais;
- Cereais integrais;
- Frutos secos;
- Frutas e vegetais.
As necessidades em minerais no atleta
Os minerais desempenham funções muito importantes no nosso organismo. São essenciais para o sistema músculo-esquelético e em numerosas ações biológicas como, por exemplo, no crescimento em geral e no desenvolvimento ósseo em particular.
Um atleta necessita por dia de:
- Gramas: potássio, sódio, cálcio e cloro;
- Miligramas: ferro e magnésio;
- Microgramas: cobre, zinco, cobalto, flúor, iodo, manganês e selénio.
As necessidades do atleta em minerais são, em alguns casos, superiores às de um indivíduo sedentário. No entanto, uma alimentação rica e diversificada possui geralmente as quantidades necessárias destes micronutrientes.
Quais as necessidades acrescidas de vitaminas e minerais nos atletas e como podemos obtê-las?
As vitaminas são importantes na alimentação do atleta, mas não aumentam o seu rendimento desportivo quando tomadas em quantidades superiores às necessidades diárias.
Podemos dividir as vitaminas em dois grandes grupos:
- Vitaminas hidrossolúveis: complexo B e vitamina C;
- Vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K.
Um atleta com um treino intenso parece ter necessidades vitamínicas superiores às de um indivíduo sedentário, principalmente em relação às vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A e vitamina D. (...?)
Fontes de vitaminas:
- Vísceras de animais;
- Cereais integrais;
- Frutos secos;
- Frutas e vegetais.
As necessidades em minerais no atleta
Os minerais desempenham funções muito importantes no nosso organismo. São essenciais para o sistema músculo-esquelético e em numerosas ações biológicas como, por exemplo, no crescimento em geral e no desenvolvimento ósseo em particular.
Um atleta necessita por dia de:
- Gramas: potássio, sódio, cálcio e cloro;
- Miligramas: ferro e magnésio;
- Microgramas: cobre, zinco, cobalto, flúor, iodo, manganês e selénio.
As necessidades do atleta em minerais são, em alguns casos, superiores às de um indivíduo sedentário. No entanto, uma alimentação rica e diversificada possui geralmente as quantidades necessárias destes micronutrientes.