Governo local Espanha
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4. DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E OPOSIÇÃO POLÍTICA Pára O REGIME
Desde seu início, o regime de Franco marcou uma linha de autarcia económica e intervenção do Estado, pára que a economia estava subordinada a interesses políticos de um fascista e anti-liberal. O auto entraram em confronto com a realidade de uma Espanha que faltou a maioria dos recursos necessários. Em 1941 ele criou o Instituto Nacional de Industria (INI) pára impulsionar os setores essenciais. Por conseguinte, a autarquia só aumentou a miséria ea fome. Um mercado negro surgiu, no qual alguns enriquecido à custa da fome da maioria. A falta de alimentos obrigados a emitir cartões de racionamento pára ser mantido até 1952 e sob o poder veio toda uma armadilha da corrupção.
Em relação à influência da Guerra Fria, o confronto entre os blocos foi fundamental pára acabar com o isolamento Euá e Reino Unido registaram um aliado fervoroso anti-franquista e iniciou um processo de reaproximação. O novo ambiente permitiu a acordos internacionais de primeira:
- Em 1953 a Espanha assinou a Concordata com a Santa Sé, que legitimou o regime e reconhecer o papel da hierarquia da Igreja.
- Em 1953, Madrid Pacto rubricado com os Estados Unidos, na verdade, três convênios, o auxílio financeiro, o apoio à defesa mútua e ao fornecimento de material de guerra.
Por outro lado foi uma pequena abertura do regime, que aprovou o regime de Franco, a esse novo cenário:
- parafernália fascista mitigado
- Ele mudou de um governo mais moderado, com ministros, mas sem mudar nada de essencial pára os princípios do regime.
Finalmente, a oposição ao regime faltou a organização das circunstâncias clandestinas que tinha que fazer o seu trabalho em um ambiente de forte militar e de controle da polícia. No começo, ele tentou acabar com a guerrilha regime ações (o maquis) que se desenvolveu nas zonas rurais e montanhosas Depois de falhar desta forma, as redes internas foram formados que foram implantados, entre os trabalhadores e estudantes (metro). Em 1956 houve confrontos graves entre alunos Falange e Franco foi obrigado a nomear um novo governo em 1957, com uma orientação diferente: os tecnocratas do Opus Dei, que empurrou pára uma maior liberalização da economia. Com a publicação de Princípios do Movimento Lei pôr fim à autarquia.