Guia de Manejo Integrado de Pragas (MIP)
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1. Nível de controle e nível de dano econômico:
- Nível de controle: É o ponto em que a população de pragas atinge um limite em que intervenções são recomendadas para evitar prejuízos maiores.
- Nível de dano econômico: É o ponto em que a população de pragas causa prejuízos financeiros superiores ao custo do controle, justificando a intervenção.
2. Técnicas de manejo e tomadas de decisões no Manejo Integrado de Pragas (MIP):
- Técnicas: amostragem de pragas, uso de inimigos naturais, controle químico, cultural e biológico.
- Tomadas de decisão: baseadas no monitoramento da densidade populacional das pragas e no nível de dano econômico, com foco na sustentabilidade e na redução do uso de pesticidas.
3. Tipos de pragas:
- Praga severa: Causa danos significativos e frequentes, impactando a produção.
- Praga primária: Pragas que atacam a planta diretamente, causando danos iniciais.
- Praga secundária: Surge após o controle de uma praga primária, devido à desregulação do ecossistema.
4. Objetivos da amostragem de pragas:
- Monitorar a densidade populacional das pragas.
- Auxiliar na tomada de decisões para o controle.
- Prevenir danos econômicos excessivos.
5. Mecanismos de ação dos grupos químicos e ingredientes ativos:
- Organofosforados: Inibem a enzima acetilcolinesterase. Ex: Malation, Paration.
- Carbamatos: Inibem a acetilcolinesterase de maneira semelhante aos organofosforados. Ex: Carbaril, Aldicarbe.
- Neonicotinoides: Agem no sistema nervoso, como agonistas dos receptores de acetilcolina. Ex: Imidacloprida, Tiametoxam.
- Diamidas: Afetam os receptores de rianodina, causando paralisia muscular. Ex: Clorantraniliprole, Ciantraniliprole.
- Piretroides: Alteram a permeabilidade dos canais de sódio, causando paralisia. Ex: Permetrina, Deltametrina.
- Espinosinas: Agem no receptor nicotínico da acetilcolina. Ex: Espinosade, Espinetoram.
- Avermectinas: Atuam no canal de cloro ativado por glutamato. Ex: Abamectina, Eprinomectina.
- Oxadiazinas: Afetam os canais de sódio no sistema nervoso dos insetos. Ex: Indoxacarbe.
6. Formulação de um defensivo agrícola:
Mistura de ingredientes ativos e inertes que facilita a aplicação e a eficiência do defensivo.
7. Período de carência de um defensivo:
Tempo necessário entre a aplicação do defensivo e a colheita, garantindo que os resíduos estejam abaixo dos limites legais.
8. Concentração de um defensivo:
Refere-se à quantidade de ingrediente ativo presente na formulação.
9. DL50:
Dose letal média que mata 50% de uma população de teste. É usada para determinar a toxicidade de pesticidas e, com base nela, decidir a segurança de liberação no ambiente.
10. Funções dos adjuvantes:
Melhoram a aderência, a dispersão e a penetração dos produtos fitossanitários nas plantas.
11. Incompatibilidades químicas e físicas:
- Incompatibilidade química: Reações indesejadas entre produtos que resultam na inativação dos ingredientes ativos.
- Incompatibilidade física: Formação de grumos ou precipitados que afetam a pulverização.
12. Resistência de insetos a inseticidas:
Ocorre quando insetos sobrevivem a doses de inseticidas e passam essa resistência para suas crias. O uso contínuo do mesmo inseticida seleciona populações resistentes.
13. Resistência em plantas Bt:
Ocorre quando insetos desenvolvem mecanismos de defesa contra as proteínas Bt presentes nas plantas transgênicas, resultando em populações resistentes.
14. Agentes de controle biológico:
A tabela seria preenchida com os nomes dos inimigos naturais, como parasitas, predadores e microrganismos (bactérias, fungos, vírus) que são usados para controlar populações de pragas.
1. Nível de controle e nível de dano econômico:
- Nível de controle: É o ponto em que a população de pragas atinge um limite em que intervenções são recomendadas para evitar prejuízos maiores.
- Nível de dano econômico: É o ponto em que a população de pragas causa prejuízos financeiros superiores ao custo do controle, justificando a intervenção.
2. Técnicas de manejo e tomadas de decisões no Manejo Integrado de Pragas (MIP):
- Técnicas: amostragem de pragas, uso de inimigos naturais, controle químico, cultural e biológico.
- Tomadas de decisão: baseadas no monitoramento da densidade populacional das pragas e no nível de dano econômico, com foco na sustentabilidade e na redução do uso de pesticidas.
3. Tipos de pragas:
- Praga severa: Causa danos significativos e frequentes, impactando a produção.
- Praga primária: Pragas que atacam a planta diretamente, causando danos iniciais.
- Praga secundária: Surge após o controle de uma praga primária, devido à desregulação do ecossistema.
4. Objetivos da amostragem de pragas:
- Monitorar a densidade populacional das pragas.
- Auxiliar na tomada de decisões para o controle.
- Prevenir danos econômicos excessivos.
5. Mecanismos de ação dos grupos químicos e ingredientes ativos:
- Organofosforados: Inibem a enzima acetilcolinesterase. Ex: Malation, Paration.
- Carbamatos: Inibem a acetilcolinesterase de maneira semelhante aos organofosforados. Ex: Carbaril, Aldicarbe.
- Neonicotinoides: Agem no sistema nervoso, como agonistas dos receptores de acetilcolina. Ex: Imidacloprida, Tiametoxam.
- Diamidas: Afetam os receptores de rianodina, causando paralisia muscular. Ex: Clorantraniliprole, Ciantraniliprole.
- Piretroides: Alteram a permeabilidade dos canais de sódio, causando paralisia. Ex: Permetrina, Deltametrina.
- Espinosinas: Agem no receptor nicotínico da acetilcolina. Ex: Espinosade, Espinetoram.
- Avermectinas: Atuam no canal de cloro ativado por glutamato. Ex: Abamectina, Eprinomectina.
- Oxadiazinas: Afetam os canais de sódio no sistema nervoso dos insetos. Ex: Indoxacarbe.
6. Formulação de um defensivo agrícola:
Mistura de ingredientes ativos e inertes que facilita a aplicação e a eficiência do defensivo.
7. Período de carência de um defensivo:
Tempo necessário entre a aplicação do defensivo e a colheita, garantindo que os resíduos estejam abaixo dos limites legais.
8. Concentração de um defensivo:
Refere-se à quantidade de ingrediente ativo presente na formulação.
9. DL50:
Dose letal média que mata 50% de uma população de teste. É usada para determinar a toxicidade de pesticidas e, com base nela, decidir a segurança de liberação no ambiente.
10. Funções dos adjuvantes:
Melhoram a aderência, a dispersão e a penetração dos produtos fitossanitários nas plantas.
11. Incompatibilidades químicas e físicas:
- Incompatibilidade química: Reações indesejadas entre produtos que resultam na inativação dos ingredientes ativos.
- Incompatibilidade física: Formação de grumos ou precipitados que afetam a pulverização.
12. Resistência de insetos a inseticidas:
Ocorre quando insetos sobrevivem a doses de inseticidas e passam essa resistência para suas crias. O uso contínuo do mesmo inseticida seleciona populações resistentes.
13. Resistência em plantas Bt:
Ocorre quando insetos desenvolvem mecanismos de defesa contra as proteínas Bt presentes nas plantas transgênicas, resultando em populações resistentes.
14. Agentes de controle biológico:
A tabela seria preenchida com os nomes dos inimigos naturais, como parasitas, predadores e microrganismos (bactérias, fungos, vírus) que são usados para controlar populações de pragas.
1. Nível de controle e nível de dano econômico:
- Nível de controle: É o ponto em que a população de pragas atinge um limite em que intervenções são recomendadas para evitar prejuízos maiores.
- Nível de dano econômico: É o ponto em que a população de pragas causa prejuízos financeiros superiores ao custo do controle, justificando a intervenção.
2. Técnicas de manejo e tomadas de decisões no Manejo Integrado de Pragas (MIP):
- Técnicas: amostragem de pragas, uso de inimigos naturais, controle químico, cultural e biológico.
- Tomadas de decisão: baseadas no monitoramento da densidade populacional das pragas e no nível de dano econômico, com foco na sustentabilidade e na redução do uso de pesticidas.
3. Tipos de pragas:
- Praga severa: Causa danos significativos e frequentes, impactando a produção.
- Praga primária: Pragas que atacam a planta diretamente, causando danos iniciais.
- Praga secundária: Surge após o controle de uma praga primária, devido à desregulação do ecossistema.
4. Objetivos da amostragem de pragas:
- Monitorar a densidade populacional das pragas.
- Auxiliar na tomada de decisões para o controle.
- Prevenir danos econômicos excessivos.
5. Mecanismos de ação dos grupos químicos e ingredientes ativos:
- Organofosforados: Inibem a enzima acetilcolinesterase. Ex: Malation, Paration.
- Carbamatos: Inibem a acetilcolinesterase de maneira semelhante aos organofosforados. Ex: Carbaril, Aldicarbe.
- Neonicotinoides: Agem no sistema nervoso, como agonistas dos receptores de acetilcolina. Ex: Imidacloprida, Tiametoxam.
- Diamidas: Afetam os receptores de rianodina, causando paralisia muscular. Ex: Clorantraniliprole, Ciantraniliprole.
- Piretroides: Alteram a permeabilidade dos canais de sódio, causando paralisia. Ex: Permetrina, Deltametrina.
- Espinosinas: Agem no receptor nicotínico da acetilcolina. Ex: Espinosade, Espinetoram.
- Avermectinas: Atuam no canal de cloro ativado por glutamato. Ex: Abamectina, Eprinomectina.
- Oxadiazinas: Afetam os canais de sódio no sistema nervoso dos insetos. Ex: Indoxacarbe.
6. Formulação de um defensivo agrícola:
Mistura de ingredientes ativos e inertes que facilita a aplicação e a eficiência do defensivo.
7. Período de carência de um defensivo:
Tempo necessário entre a aplicação do defensivo e a colheita, garantindo que os resíduos estejam abaixo dos limites legais.
8. Concentração de um defensivo:
Refere-se à quantidade de ingrediente ativo presente na formulação.
9. DL50:
Dose letal média que mata 50% de uma população de teste. É usada para determinar a toxicidade de pesticidas e, com base nela, decidir a segurança de liberação no ambiente.
10. Funções dos adjuvantes:
Melhoram a aderência, a dispersão e a penetração dos produtos fitossanitários nas plantas.
11. Incompatibilidades químicas e físicas:
- Incompatibilidade química: Reações indesejadas entre produtos que resultam na inativação dos ingredientes ativos.
- Incompatibilidade física: Formação de grumos ou precipitados que afetam a pulverização.
12. Resistência de insetos a inseticidas:
Ocorre quando insetos sobrevivem a doses de inseticidas e passam essa resistência para suas crias. O uso contínuo do mesmo inseticida seleciona populações resistentes.
13. Resistência em plantas Bt:
Ocorre quando insetos desenvolvem mecanismos de defesa contra as proteínas Bt presentes nas plantas transgênicas, resultando em populações resistentes.
14. Agentes de controle biológico:
A tabela seria preenchida com os nomes dos inimigos naturais, como parasitas, predadores e microrganismos (bactérias, fungos, vírus) que são usados para controlar populações de pragas.