Guia de Qualidade de Software e Metodologias de Gestão

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Metodologia 5W2H

  • O que (What): Ler 1 livro em 60 dias
  • Quem (Who): Eu / auxílio do professor
  • Onde (Where): Casa / biblioteca
  • Por que (Why): Ampliar conhecimentos profissionais ou pessoais
  • Quando (When): 3 horas por dia
  • Como (How): Buscar isolamento (40h x 12 pág)
  • Quanto (How much): R$ 20,00 (deslocamento, cópias)

Diagrama de Ishikawa (Espinha de Peixe)

  • Ambiente: Tecnologia obsoleta
  • Projeto: Redução de custo
  • Pessoas: Falta de preparo dos profissionais
  • Formação: Ausência da disciplina nas faculdades
  • Treinamento: Falta de preparo dos profissionais que ensinam
  • Processos: Falta de metodologia de testes

Norma ISO / IEC 9126-1

Funcionalidade

A capacidade de um software prover funcionalidades que satisfaçam o usuário em suas necessidades declaradas e implícitas, dentro de um determinado contexto de uso.

  • Adequação: Mede o quanto o conjunto de funcionalidades é adequado às necessidades do usuário;
  • Acurácia (ou precisão): Representa a capacidade do software de fornecer resultados precisos ou com a precisão dentro do que foi acordado/solicitado;
  • Interoperabilidade: Trata da maneira como o software interage com outro(s) sistema(s) especificados;
  • Segurança: Mede a capacidade do sistema de proteger as informações do usuário e fornecê-las apenas (e sempre) às pessoas autorizadas;

Confiabilidade

Verificação para saber se o produto (software) se mantém no nível de desempenho nas condições estabelecidas.

  • Maturidade: Entendida como sendo a capacidade do software em evitar falhas decorrentes de defeitos no software;
  • Tolerância a Falhas: Representando a capacidade do software em manter o funcionamento adequado mesmo quando ocorrem defeitos nele ou nas suas interfaces externas;
  • Recuperabilidade: Foca na capacidade de um software se recuperar após uma falha, restabelecendo seus níveis de desempenho e recuperando os seus dados;

Usabilidade

A capacidade do produto de software ser compreendido, seu funcionamento aprendido, ser operado e ser atraente ao usuário.

  • Inteligibilidade: Representa a facilidade com que o usuário pode compreender as suas funcionalidades e avaliar se o mesmo pode ser usado para satisfazer as suas necessidades;
  • Apreensibilidade: Identifica a facilidade de aprendizado do sistema para os seus potenciais usuários;
  • Operacionalidade: É como o produto facilita a sua operação por parte do usuário, incluindo a maneira como ele tolera erros de operação;
  • Atratividade: Envolve características que possam atrair um potencial usuário para o sistema, o que pode incluir desde a adequação das informações prestadas para o usuário até os requintes visuais utilizados na sua interface gráfica;

Eficiência

O tempo de execução e os recursos envolvidos são compatíveis com o nível de desempenho do software.

  • Comportamento em Relação ao Tempo: Avalia se os tempos de resposta (ou de processamento) estão dentro das especificações;
  • Utilização de Recursos: Mede tanto os recursos consumidos quanto a capacidade do sistema em utilizar os recursos disponíveis;

Manutenibilidade

A capacidade (ou facilidade) do produto de software ser modificado, incluindo tanto as melhorias ou extensões de funcionalidade quanto as correções de defeitos.

  • Analisabilidade: Identifica a facilidade em se diagnosticar eventuais problemas e identificar as causas das deficiências ou falhas;
  • Modificabilidade: Caracteriza a facilidade com que o comportamento do software pode ser modificado;
  • Estabilidade: Avalia a capacidade do software de evitar efeitos colaterais decorrentes de modificações introduzidas;
  • Testabilidade: Representa a capacidade de se testar o sistema modificado, tanto quanto as novas funcionalidades quanto as não afetadas diretamente pela modificação;

Portabilidade

A capacidade do sistema ser transferido de um ambiente para outro.

  • Adaptabilidade: Representando a capacidade do software ser adaptado a diferentes ambientes sem a necessidade de ações adicionais (configurações);
  • Capacidade para ser Instalado: Identifica a facilidade com que pode se instalar o sistema em um novo ambiente;
  • Coexistência: Mede o quão facilmente um software convive com outros instalados no mesmo ambiente;
  • Capacidade para Substituir: Representa a capacidade que o sistema tem de substituir outro sistema especificado, em um contexto de uso e ambiente específicos. Este atributo interage tanto com adaptabilidade quanto com a capacidade para ser instalado;

Exemplos de Requisitos Não Funcionais

  • Manutenibilidade: A tabela de desconto de imposto de renda sofre alterações frequentes.
  • Disponibilidade: O sistema deve estar disponível 99,99% do tempo, 24 horas por dia.
  • Eficiência: Uma consulta aos clientes deve ocorrer em menos do que 3 segundos, 95% do tempo.
  • Usabilidade: O sistema deve possuir um help organizado por tópicos para sanar dúvidas do usuário.

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