Guia Técnico: Fibras Ópticas e Óptica Geométrica

Classificado em Física

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Aplicações das Fibras Ópticas

  • Medicina:
    • Endoscopia; bisturi; oftalmologia; cardíaca; etc.
  • Sensores:
    • Medição de temperatura; pressão; corrente; fluxo; etc.
  • Comunicações:
    • Telefonia; TV a cabo; redes de dados; etc.

Sistema de Transmissão por Fibras

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  • Modulador:
    • Transforma sinal analógico em digital e imprime-o na onda portadora;
  • Portadora Ideal:
    • Onda com uma única frequência e com potência adequada para propagar energia a longas distâncias através da fibra;
  • Detector:
    • Transforma sinal óptico em elétrico.

Vantagens das Fibras Ópticas

  • Isolação elétrica;
  • Segurança da informação e do sistema;
  • Pequeno tamanho e peso;
  • Condutividade elétrica nula;
  • Largura de banda;
  • Baixa perda;
  • Imunidade às interferências e ruídos;
  • Alta resistência a agentes químicos e variações de temperatura;
  • Flexibilidade na expansão dos sistemas.

Desvantagens das Fibras Ópticas

  • Fragilidade das fibras ópticas sem encapsulamentos;
  • Dificuldade de conexão das fibras ópticas;
  • Acopladores tipo T com perdas muito altas;
  • Impossibilidade de alimentação remota de repetidores;
  • Falta de padronização dos componentes ópticos.

Onda Portadora

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Transmissão nas Fibras

  • Potência óptica no receptor:
    • Pouca potência → taxas de erro → ruídos;
    • Muita potência → taxas de erro → saturação no receptor.
  • Ligações analógicas:
    • Frequência mais alta;
    • AM CATV.
  • Ligações digitais:
    • Maior taxa de bits (bits/seg);
    • SONET; ETHERNET.

Estudo da Luz

  • Óptica geométrica: Estuda os fenômenos luminosos sem se preocupar com o que é a luz;
  • Óptica física: Estuda a natureza da luz (origem e o que é a luz);
  • Óptica fisiológica: Estuda o olho humano (funcionamento e defeitos);
  • Teoria corpuscular da luz: Estuda a luz como se fosse formada por pequenas partículas.

Meios de Propagação da Luz

  • Meio material opaco: Não permite a passagem da luz em seu interior;
  • Meio material translúcido: Permite que parte da luz atravesse de forma desordenada (sofre muitos desvios em seu interior);
  • Meio material transparente: Permite que a luz atravesse por longas distâncias (sem perdas consideráveis em sua intensidade);
  • Meio opticamente homogêneo: Mantém as mesmas propriedades ópticas em qualquer ponto de seu interior;
  • Meio opticamente heterogêneo: As propriedades ópticas deste meio mudam de ponto para ponto. A luz, quando passa em seu interior, reage de forma diferente em diferentes regiões do meio.

Introdução à Óptica Geométrica

  • Estuda a propagação da luz em linha reta quando atravessa um meio transparente homogêneo;
  • Não se preocupa com a natureza da luz (constituída de ondas eletromagnéticas em faixa de frequência que a torna visível ao olho humano);
  • Maior sensibilidade à luz amarela → λ = 5800 Å → 10-10 m;
  • Maior λ visível é a cor vermelha.

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Princípios da Óptica Geométrica

  • A luz é propagação; o tempo de deslocamento é mínimo;
  • O tempo de deslocamento é estacionário em relação às variações no caminho;
  • Se t é expresso em termos de algum parâmetro x, o caminho adotado será tal que: dx/dt = 0.

Princípio da Refração da Luz

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/refracao-da-luz/imagens/refracao-da-luz-8.gif

Propagação em Meios Distintos

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  • Motivo: Refração da luz.

Propagação da Luz

Sempre em linha reta

  • Feixe de luz numa superfície plana de vidro:
    • Parte da luz incidente é refletida pela superfície;
    • Enquanto que outra parte é refratada.

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Imagem

  • A velocidade da luz em um meio transparente, como o ar, a água ou o vidro, é menor que a velocidade da luz no vácuo (c = 3x108 m/s);
  • Todo meio possui seu próprio índice de refraçao, definido como n: n = c / v.

Reflexão

  • Feixe de luz atinge a superfície da fronteira separando dois meios diferentes;
  • Parte da energia luminosa é refletida para o primeiro meio;
  • Este feixe é caracterizado como refletido;
  • O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

Reflexão Especular

  • Reflexão a partir de uma superfície lisa;
    • Os raios de luz partem de uma fonte pontual;
    • São refletidos em uma superfície plana;
    • Os raios divergem exatamente como se fossem originados de um ponto P’ atrás da superfície;
    • P’ é denominado ponto imagem;
    • O resultado é quase idêntico à imagem original.

Reflexão Difusa

  • É a reflexão que ocorre em superfícies rugosas;
  • Não há formação de imagem nítida;
  • Os raios de um ponto refletem em direções aleatórias.

Refração e a Lei de Snell

  • A refração de qualquer tipo de onda incidente sobre a fronteira que separa dois meios, sendo dada em termos dos índices de refração dos dois meios, respectivamente, n1 e n2, será: n1 · sen(θ1) = n2 · sen(θ2);
  • Fronteira na qual a velocidade da onda é reduzida, como a luz entrando no vidro a partir do ar;
  • O ângulo de refração é menor que o ângulo de incidência, isto é, o raio refratado é curvado em direção à normal;
  • O ângulo de refração depende do ângulo de incidência.
  • Depende da velocidade relativa das ondas nos dois meios:
    • V1 é a velocidade da onda no meio incidente;
    • V2 é a velocidade no meio de transmissão.
  • A relação entre os ângulos de incidência e refração é: (1/v1) · sen(θ1) = (1/v2) · sen(θ2).

Índice de Refração

  • Constante adimensional;
  • No vácuo, esta constante vale 1;
  • No ar, é muito próximo de 1;
  • Não existe índice de refração menor que 1.

Índice de Refração para Diferentes Cores

  • Índice de refração maior → comprimento de onda menor;
  • Quando a luz branca se refrata através de uma superfície, o componente azul sofre um desvio maior do que o componente vermelho;
  • As cores intermediárias apresentam desvios que variam entre esses dois.

Intensidade da Luz: Refletida e Transmitida

  • Depende do ângulo de incidência;
    • Da orientação do vetor campo elétrico associado à onda;
    • Dos índices de refração dos dois meios;
    • Caso especial da incidência normal (θ1 = θ'1 = 0), a intensidade refletida pode ser demonstrada como:

I0 = intensidade incidente; n1 e n2 = índices de refração dos dois meios.

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Exemplo Prático

Para um caso típico da reflexão em uma interface ar-vidro, para o qual n1 = 1 e n2 = 1,5, apenas 4% da energia será refletida; o restante será transmitida.

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Funcionamento da Fibra Óptica

http://4.bp.blogspot.com/-Xs6v75eEqFQ/USZH7Oqy_LI/AAAAAAAAEVU/avhbaBcjebw/s1600/Reflexi%C3%B3n+Interna+Total.png

Formação da Fibra

  • Núcleo:
    • Fino filamento de vidro ou plástico;
    • Medido em micra (micrômetros);
    • Onde passa a luz;
    • Quanto maior o diâmetro → maior quantidade de luz pode conduzir.
  • Casca:
    • Camada que reveste o núcleo;
    • Índice de refração < núcleo → impede que a luz seja refratada para fora;
    • Permite que a luz chegue ao dispositivo receptor por reflexão interna total.

Elementos Externos

  • Capa: Camada de plástico que envolve núcleo e casca; protege mecanicamente contra o excesso de curvatura;
  • Fibras de resistência mecânica: Protegem o núcleo contra impactos e tensões na instalação;
  • Revestimento externo: Capa final que recobre o cabo da fibra.

http://1.bp.blogspot.com/-9IVR5o7LqAw/UUXYKuJyv9I/AAAAAAAAATc/jnqvocas9F0/s400/Drawing-38+Model+(1).jpg

Tipos de Fibras Ópticas

  • Monomodo;
  • Multimodo gradual;
  • Multimodo degrau.

Modos de Transmissão

http://www.zun.com.br/fotos/2011/06/Fibra-Monomodo-e-Multimodo.jpg

Fibra Monomodo
  • Adequadas para grandes distâncias; utilizam conectores de maior precisão e dispositivos de alto custo;
  • As dimensões do núcleo variam entre 8 μm a 10 μm;
  • As dimensões da casca giram em torno de 125 μm.
Fibra Multimodo Degrau
  • Núcleo com dimensões grandes em relação às fibras monomodo;
  • Podem propagar diversos modos;
  • Apresentam grande variação do índice de refração do núcleo em relação à casca;
  • Capacidade de transmissão limitada.

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Fibra Multimodo Gradual
  • Núcleo com dimensões grandes em relação às fibras monomodo;
  • Variação gradual do índice de refração do núcleo em relação à casca;
  • Não tem um índice de refração constante, mas sim variável com a distância radial;
  • Capacidade de transmissão alta.

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Comparativo de Tipos de Fibras

Monomodo | Multimodo Degrau | Multimodo Gradual

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Abertura Numérica (NA) = 2Jhp1gI3mOcbTy866BAd3TICdA+udiEAOkCHAOgA

Índice de Refração vs. Dimensões

http://rapazes.files.wordpress.com/2010/06/fibra-optica-multimodo-monomodo.gif

Dispersão Cromática

  • Componentes do feixe são separados por refração e se propagam em direções diferentes;
    • “Dispersão” → separação dos comprimentos de onda;
    • “Cromática” → associação da cor ao seu comprimento de onda;
  • O índice de refração da luz depende do comprimento de onda;
  • Definido n, a luz tem velocidades diferentes num certo meio;
  • Ondas luminosas de comprimentos de onda diferentes são refratadas com ângulos diferentes ao atravessarem uma superfície.

Física: Óptica Geométrica e Reflexão Total

  • Para o raio perpendicular à interface, parte da luz se reflete;
  • Parte passa através da superfície sem mudar a direção;
  • A reflexão interna total da luz de uma fonte puntiforme S ocorre para todos os ângulos de incidência maiores do que o ângulo crítico θc;
  • No ângulo crítico, o raio emerge tangente à interface ar-vidro.

Ângulo Crítico

  • A reflexão interna total ocorre para todos os ângulos de incidência maiores do que o ângulo crítico θc;
  • No ângulo crítico, o raio emerge tangente à interface ar-vidro;
  • Substituímos θ1 por θc e θ2 por 90°, obtendo:

UqTxCgwAABAYAAAACAwAABAYAAAACAwAAP3hP7iO

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http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRv28J2hwRl8vqAQEbi9LQAlHzuPJTuK8jUIyyJylct-a8ajXHU

http://static.hsw.com.br/gif/fiber-optic-ir.gif

  • O seno não pode ser maior do que 1;
  • ncasca não pode ser maior do que nnúcleo;
  • A reflexão interna total não pode ocorrer quando a luz incidente está num meio que tem o menor índice de refração;
  • Se a fonte S estivesse no ar, todos os raios incidentes na superfície ar-vidro seriam refletidos e refratados.

Refletância (Re) e Abertura Numérica

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  • na = índice de refraçao do ar

Abertura Numérica (AN)

É uma medida do máximo ângulo de aceitação na entrada para raios de luz que podem ser totalmente refletidos dentro da fibra.

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n1 = índice de refração do núcleo; n2 = índice de refração da casca; n0 = índice de refração do meio de onde provém o raio.

Frequência Normalizada (V)

  • Parâmetro adimensional

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d = diâmetro do núcleo da fibra; AN = Abertura Numérica; n1 = índice de refração do núcleo; n2 = índice de refração da casca; λ = comprimento de onda.

Análise da Frequência Normalizada

  • V > 2,405: Há propagação de vários modos → fibra multimodo;
  • V >>> 2,405: Há grande quantidade de modos guiados;
  • V < 2,405: Há propagação de apenas um modo (modo dominante) → fibra monomodo.

Número de Modos Guiados (N)

  • Para V >>> 2,405:

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N = número de modos; V = Frequência Normalizada; AN = Abertura Numérica; d = diâmetro do núcleo.

Transmissão e Modos de Propagação

  • A taxa de transmissão de informação é diretamente proporcional à frequência do sinal;
    • A luz tem uma frequência na faixa de 1014 ~ 1015 Hz;
    • Frequências de rádio são aproximadamente de 106 Hz;
    • As frequências de micro-ondas estão na faixa de 108 ~ 1010 Hz;
    • “1” → luz e “0” → sem luz;
    • Pulso elétrico → luz → pulso elétrico;
    • Mecanismo da reflexão total.

Modos de Propagação Específicos

  • Modos vazados: Associados a raios inclinados e oblíquos; propagação próxima à casca, atenuada conforme a luz se propaga; ocorre em fibras com comprimento de onda pequeno.
  • Modos irradiados: Guiados pelo núcleo, mas irradiam potência para fora; são raios fora do cone de aceitação refratados para a casca, reduzindo a banda passante.

Degradação do Sinal nas Fibras

  • Queda do nível do sinal óptico ao longo do meio de transmissão;
    • Pode ser compensada por amplificação (aumento do nível);
    • Pode ser compensada por regeneração (repetição do sinal).

Atenuação

  • Causada pela absorção do material, espalhamento, emendas e conectores.
  • Definida pela relação de potência luminosa na entrada e na saída da fibra de comprimento L.

lW+vGcAsrYsAAAAASUVORK5CYII=

Dispersão nas Fibras

  • Diferentes atrasos de propagação dos modos, provocando distorção dos sinais;
  • Alargamento dos pulsos no tempo e/ou rotação de fase;
  • Gera interferência intersimbólica e elevada taxa de erro;
  • Muitas vezes exige repetidores regenerativos em vez de apenas amplificadores.
  • Dispersão Modal: Atraso diferencial entre os vários modos na fibra multimodo; cada modo tem uma velocidade de grupo diferente.
  • Dispersão Material: Alargamento do pulso pois o índice de refração depende do comprimento de onda; proporcional à largura espectral da fonte.

Causas de Atenuação e Dispersão

  • Dispersão intramodal; absorção pelo material;
  • Espalhamento de Rayleigh;
  • Espalhamento de Mie;
  • Espalhamento estimulado de Raman;
  • Espalhamento da onda guiada;
  • Irradiação devido às curvaturas e modos vazantes.

Cálculos de Dispersão Modal

4

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Número de reflexões e distância total do raio:

sspsTBAAAeULwEJfw4X8zvJjvHZfPz+GfcFNX35U
rYDdlCjmDfsAAAAASUVORK5CYII=

NREF = número de reflexões; L = comprimento total da fibra; la = comprimento de cada reflexão interna; l = comprimento de cada raio refletido.

Diferença entre Raio Axial e Raio Oblíquo

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Dispersão Intramodal e Espalhamentos

  • Origem: Velocidade do modo guiado em relação ao comprimento de onda da luz.
  • Causas: Índice de refração no núcleo decresce com o aumento do comprimento de onda.
  • Consequências: Diferenças no tempo de propagação mesmo dentro de um único modo.

Espalhamento de Rayleigh

  • Causado pela flutuação na densidade do material devido a imperfeições microscópicas;
  • Uma das principais causas da atenuação;
  • Dimensões muito menores que o comprimento de onda da luz.

Espalhamento de Mie

  • Imperfeições que transferem energia do modo guiado para o irradiado;
  • Causado por bolhas, imperfeições na interface núcleo-casca, variações no diâmetro ou microcurvaturas.

Espalhamento de Brillouin Estimulado

  • Efeito não linear; modulação da luz pelas vibrações moleculares térmicas;
  • Resulta na transferência de potência principalmente na direção contrária de propagação.

Espalhamento de Raman Estimulado

  • Efeitos não lineares causados pelo elevado campo elétrico quando a densidade de potência ultrapassa um valor crítico;
  • Transferência de potência na direção de propagação;
  • Raramente observado em fibras multimodo devido às grandes dimensões do núcleo.

Espalhamento de Onda Guiada e Curvaturas

  • Efeito: Variação no diâmetro do núcleo ou no índice de refração;
  • Causa: Origina novos modos que escapam para a casca, ocasionando atenuação.

Perdas por Curvatura

  • Macrocurvaturas: Raios de curvatura grandes comparados ao diâmetro da fibra (ex: dobras em cantos);
  • Microcurvaturas: Curvaturas microscópicas aleatórias do eixo da fibra (ex: durante a incorporação em cabos).

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Irradiação por Modos Vazantes

Modos de propagação em forma helicoidal irradiados para fora do núcleo.

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Perdas Intrínsecas

  • Material do Núcleo: Absorção do infravermelho (vibração) e ultravioleta (vibração eletrônica/molecular).
  • Impurezas Residuais:

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As impurezas residuais provocam grande absorção (íon metálico de transição e hidroxila OH-).

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