História da Educação no Brasil: Jesuítas à Elite
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A educação no Brasil começa no período jesuítico. Os jesuítas eram padres da Igreja Católica que faziam parte da Companhia de Jesus. No Brasil, os jesuítas se dedicavam à pregação da fé e aos trabalhos educativos, sendo os responsáveis pelas primeiras instituições de ensino. O método pedagógico passado pelos jesuítas durou anos, mas foi finalizado quando o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas do Brasil e passou a organizar a escola para servir aos interesses do Estado; então, a educação no Brasil estava reduzida a praticamente nada.
Mas a situação somente sofreu mudança com a chegada da Família Real ao Brasil em 1808. Pode-se dizer que a educação no Brasil começou "de cima para baixo", mantida pela elite com o objetivo de preencher a demanda de formações profissionais. O Brasil não tinha uma educação organizada como é hoje; eram apenas os ricos em sala de aula. O Colégio Pedro II preparava a elite para as universidades com exames preparatórios.
A escola estava estabelecida nos anos 50 e 60, onde tudo continuou mais ou menos da mesma maneira. No ensino da língua portuguesa, todos tinham que falar e escrever bem. A população brasileira teve mais acesso à educação e as escolas brasileiras começam a viver a democracia e a ampliação acelerada nas redes públicas de ensino.
No início da década de 70, surge a demanda pela industrialização e internacionalização da economia do país, com a presença forte de novos meios de comunicação de massa, como a TV. Com a ampliação da população, as escolas públicas mudam seu perfil não somente econômico, mas também cultural, tanto dos alunos como dos professores.
A escola teve que se adaptar a algumas realidades, como tentar democratizar o acesso, onde a escola vai defender o tecnicismo, visando um ensino rápido e eficiente. Não é mais uma escola destinada apenas para os filhos da elite; a camada popular começa a ter assentos na sala de aula.